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quinta-feira, 23 de julho de 2009
A vinda de Cristo é precedida pela manifestação do Anticristo
Leitura: 2°Tessalonicenses 2:1-171º.
Manifestação da APOSTASIA e o FILHO DA PERDIÇÃO; APOSTASIA· Negação e abandono da fé {1°Tm 4.1; 2Tm 2.17-18}.HIMINEU E FILETO: Falso mestre da igreja de Éfeso . Ele negava a ressurreição do corpo (doutrinas de demônios).· A Revolta Final contra Deus {2°Ts 2.13}.
ANTICRISTO (segundo a eficácia de satanás)· Palavra de origem grega que quer dizer “contra Cristo” {1°Jo 2:18-22; 1°Jo 4:3; 2°Jo 1:7}.· A idéia do anticristo se relaciona com o HOMEM DA INIQÜIDADE e com as BESTAS do Apocalipse. BESTA Em sentido figurado, uma criatura que representa a força bruta, a imoralidade e a oposição a Deus.
2º. A Igreja é quem detém a revelação do iníquo (v6-8);
· Enquanto os Santos aqui estão há resistênciaIGREJA· Grupo de seguidores de Cristo que se reúnem em determinado lugar para adorar a Deus, receber ensinamentos, evangelizar e ajudar uns aos outros {Rm 16.16}.· A totalidade das pessoas salvas em todos os tempos {Ef 1.22}.
3º. Serão condenados os que não aceitaram a verdade;
· O Anticristo fará milagres( v9)· Os que ficarem serão aliados de Satanás( v10)· Serão julgados por terem prazer na iniqüidade.
Palavra ministrada em 11.11.2008.
por: Pr.Daniel GalvãoVia: Gospel Prime
Manifestação da APOSTASIA e o FILHO DA PERDIÇÃO; APOSTASIA· Negação e abandono da fé {1°Tm 4.1; 2Tm 2.17-18}.HIMINEU E FILETO: Falso mestre da igreja de Éfeso . Ele negava a ressurreição do corpo (doutrinas de demônios).· A Revolta Final contra Deus {2°Ts 2.13}.
ANTICRISTO (segundo a eficácia de satanás)· Palavra de origem grega que quer dizer “contra Cristo” {1°Jo 2:18-22; 1°Jo 4:3; 2°Jo 1:7}.· A idéia do anticristo se relaciona com o HOMEM DA INIQÜIDADE e com as BESTAS do Apocalipse. BESTA Em sentido figurado, uma criatura que representa a força bruta, a imoralidade e a oposição a Deus.
2º. A Igreja é quem detém a revelação do iníquo (v6-8);
· Enquanto os Santos aqui estão há resistênciaIGREJA· Grupo de seguidores de Cristo que se reúnem em determinado lugar para adorar a Deus, receber ensinamentos, evangelizar e ajudar uns aos outros {Rm 16.16}.· A totalidade das pessoas salvas em todos os tempos {Ef 1.22}.
3º. Serão condenados os que não aceitaram a verdade;
· O Anticristo fará milagres( v9)· Os que ficarem serão aliados de Satanás( v10)· Serão julgados por terem prazer na iniqüidade.
Palavra ministrada em 11.11.2008.
por: Pr.Daniel GalvãoVia: Gospel Prime
terça-feira, 21 de julho de 2009
A Igreja e a Guerra Espiritual
O Novo Testamento nos apresenta diversos quadros relativos à Igreja, especialmente no livro de Efésios a vemos como uma família, um templo, a noiva de Cristo, e também como um exército que está envolvido num conflito global. Por conflito global, podemos entender que a guerra espiritual não somente está voltado a um aspecto terreno, mas também envolve as regiões celestiais, ou seja, o universo criado. Podemos parafrasear Efésios 6:12 de acordo com o original grego da seguinte forma: “Nossa luta livre não é contra sangue e carne ou contra pessoas com corpos, senão contra governadores sobre diversas áreas e ordens descendentes de autoridades, contra os dominadores do mundo da obscuridade presente, contra forças espirituais do mal nas regiões celestes”.
Esta referência bíblica nos apresenta os quatro níveis de autoridade do reino das trevas, assim podemos entender verdadeiramente contra quem estamos guerreando.
1) Principados (no grego arché, que significa espíritos governantes, magistrados, poderes, começo, sendo que começo neste caso se refere ao tempo ou ordem). Principados são espíritos demoníacos poderosos da mais alta hierarquia (primeiro escalão), recebendo ordens diretamente de Satanás, dominando e operando nos lugares celestiais. São chamados de príncipes (Dan. 10:13,20).
2) Potestades (no grego exousia, significando autoridades que permitem ou impedem, poder delegado). As potestades têm poderes executivos, recebendo autoridade e poder delegado pelos principados. Nos textos de I Cor. 15:24 e Colos. 2:15 refere-se à todas as autoridades e poderes malignos, que se opõem a Jesus Cristo e a Igreja.
3) Príncipes do mundo destas trevas (no grego kosmokrator, que significa governadores mundiais, os senhores do mundo; vem de “kosmos”, isto é, “mundo” e “krator”, isto é, governados). Estes são responsáveis pela luta contra a verdadeira luz e levam o povo às trevas, cegando-lhes os olhos e enviando trevas às almas dos homens. Quando oramos por pessoas que estão dominadas pela cegueira de Satanás e por pessoas que estão em religiões pagãs estamos guerreando contra este tipo de inimigo. Estes governadores mundiais governam sobre nações através do seu poder de cegar a mente dos homens. Exercem também autoridade sobre diferentes sistemas de governos do mundo.
4) Hostes espirituais da iniqüidade nas regiões celestes (no grego pneumatikos, que vem da raiz da palavra “pneuma”, que significa “espírito” e “poneria”, que significa “iniqüidade”, “depravação”, “maligno”, “atividade de natureza má”). Estas forças oprimem a humanidade, tentando levá-la ao desespero e caos total. O medo, a angústia e os suicídios são resultantes destas forças espirituais malignas.
A base da nossa vitória
O por quê da guerra
Satanás tem buscado adoração. O homem é o canal de adoração: ao Deus único e verdadeiro ou a Satanás. As pessoas que não conhecem a Cristo, são como jóias nas mãos do Diabo, e ele não quer perder estas vidas.
Quando estudamos sobre as guerras na Bíblia, podemos perceber que sempre havia um propósito definido: saque e conquista de território (I Crôn. 20:2). Guerra espiritual não é um fim em si mesma, porém um meio para alcançar um grande objetivo: despojo. Existe vidas que precisam ser tomadas e levadas para o Reino de Deus.
Estamos vivendo dias proféticos e apostólicos. E uma igreja que está movendo em uma atmosfera apostólica, ela reconhece que é parte do exército de Deus com um supremo chamado de reconquistar todo o território que foi invadido pelo inimigo. O perímetro de ação do inimigo vai ser diminuído e o perímetro de ação do governo de Deus será ampliado. Esta igreja vai manifestar de maneira profética demonstrativa a vitória que foi conquistada por Cristo na cruz.
Autor: Ap. José Levi Machado Domingos
Esta referência bíblica nos apresenta os quatro níveis de autoridade do reino das trevas, assim podemos entender verdadeiramente contra quem estamos guerreando.
1) Principados (no grego arché, que significa espíritos governantes, magistrados, poderes, começo, sendo que começo neste caso se refere ao tempo ou ordem). Principados são espíritos demoníacos poderosos da mais alta hierarquia (primeiro escalão), recebendo ordens diretamente de Satanás, dominando e operando nos lugares celestiais. São chamados de príncipes (Dan. 10:13,20).
2) Potestades (no grego exousia, significando autoridades que permitem ou impedem, poder delegado). As potestades têm poderes executivos, recebendo autoridade e poder delegado pelos principados. Nos textos de I Cor. 15:24 e Colos. 2:15 refere-se à todas as autoridades e poderes malignos, que se opõem a Jesus Cristo e a Igreja.
3) Príncipes do mundo destas trevas (no grego kosmokrator, que significa governadores mundiais, os senhores do mundo; vem de “kosmos”, isto é, “mundo” e “krator”, isto é, governados). Estes são responsáveis pela luta contra a verdadeira luz e levam o povo às trevas, cegando-lhes os olhos e enviando trevas às almas dos homens. Quando oramos por pessoas que estão dominadas pela cegueira de Satanás e por pessoas que estão em religiões pagãs estamos guerreando contra este tipo de inimigo. Estes governadores mundiais governam sobre nações através do seu poder de cegar a mente dos homens. Exercem também autoridade sobre diferentes sistemas de governos do mundo.
4) Hostes espirituais da iniqüidade nas regiões celestes (no grego pneumatikos, que vem da raiz da palavra “pneuma”, que significa “espírito” e “poneria”, que significa “iniqüidade”, “depravação”, “maligno”, “atividade de natureza má”). Estas forças oprimem a humanidade, tentando levá-la ao desespero e caos total. O medo, a angústia e os suicídios são resultantes destas forças espirituais malignas.
A base da nossa vitória
Como podemos vencer toda esta estrutura hierárquica de forças malignas? Temos que nos manter firmes na vitória conquistada por Cristo na cruz. Em Colos. 2:13-15 encontramos a chave para vencermos na guerra espiritual: Jesus derrotou a Satanás e a todos os principados malignos.
A culpa nos afasta de vivermos esta experiência de vitória (Apoc. 12:10) e assim seremos derrotados. Jesus despojou os principados e potestades, os exibindo publicamente e deles triunfando na cruz. Triunfar não é ganhar uma batalha, trata-se da celebração de uma batalha que já foi ganha. A Bíblia declara que Deus, em Cristo sempre nos conduz em triunfo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar o cheiro do seu conhecimento (II Cor. 2:14).
O por quê da guerra
Satanás tem buscado adoração. O homem é o canal de adoração: ao Deus único e verdadeiro ou a Satanás. As pessoas que não conhecem a Cristo, são como jóias nas mãos do Diabo, e ele não quer perder estas vidas.
Quando estudamos sobre as guerras na Bíblia, podemos perceber que sempre havia um propósito definido: saque e conquista de território (I Crôn. 20:2). Guerra espiritual não é um fim em si mesma, porém um meio para alcançar um grande objetivo: despojo. Existe vidas que precisam ser tomadas e levadas para o Reino de Deus.
Estamos vivendo dias proféticos e apostólicos. E uma igreja que está movendo em uma atmosfera apostólica, ela reconhece que é parte do exército de Deus com um supremo chamado de reconquistar todo o território que foi invadido pelo inimigo. O perímetro de ação do inimigo vai ser diminuído e o perímetro de ação do governo de Deus será ampliado. Esta igreja vai manifestar de maneira profética demonstrativa a vitória que foi conquistada por Cristo na cruz.
Aleluia, nesta guerra somos vitoriosos juntamente com Cristo!!!
Autor: Ap. José Levi Machado Domingos
Fonte: http://www.oapocalipse.com/
A Segunda Vinda de Cristo
Mt 26:64
Ben Gardner
I. Introdução
Há apenas cinco dias nós celebramos, com confraternização, comida, e troca de presentes, a primeira vinda de Cristo. Este evento que tanto celebramos era ansiosamente esperado desde os tempos antigos, predito pela profecia, e ainda desacreditado pelos Judeus. O primeiro advento de Cristo era um tempo precioso – pois seu primeiro advento era um tempo de dar; Deus dando Seu filho para que o mundo não perecesse em razão da condenação do pecado.
Sua vinda era um evento em qual todo mundo – ambos Judeu e Gentio – poderia olhar para o passado em gratidão, porque ele providenciou salvação para todos. Aquele primeiro dia da Era Cristã era um tempo precioso – um dia em que, por um pouco de tempo, os pastores de ovelhas poderiam esquecer as injustiças da vida, a opressão Romana, e olhar maravilhados para o presente de Deus para o mundo – um pequeno e inofensivo bebê.
Talvez sejam por estas razões que nós nos seguramos às tradições vazias do passado – repetindo-as ano após ano. Por causa destes razões, sem duvida, nós colocamos os nossos mentes no bebê na manjedoura, relemos as histórias do seu nascimento com tanta reverencia, e contamos as nossas crianças a história de uma outra criança que em tudo era sujeito a seus pais (Lu. 2:51) – assim como eles deveriam ser!
O primeiro advento de Cristo não promete mal a ninguém; não ameaça ninguém.
O segundo advento de Cristo é um evento também predito pela profecia e esperado ansiosamente por muitas pessoas – mas não pode nem igualar a fama e prestígio de seu primeiro advento. Será por quê?
Primeiramente, será um tempo de tomar, e não de dar. Segundo, a sua vinda não será para todo mundo. É claro, ele voltará para ambos Judeu e Gentio, mas nem todo Judeu e Gentio será o alvo da sua vinda. Para os não salvos, a segunda vinda de Cristo significa ser deixado. O segundo advento marca uma nova fase, talvez mais terrível, na separação da humanidade pecaminosa e Deus santo.
II. Ele Está Voltando.
Cristo está voltando. Como sabemos? Primeiro, temos a testemunha da profecia Velho-Testamentaria – Malaquias 4:1 fala de julgamento e fogo sobre os ímpios. Como ainda veremos, o julgamento do pecado é uma das razões por que Cristo virá.
Temos ainda as testemunhas daqueles que andaram com Cristo aqui na terra. Tiago (Tg 5:8), João (I Jo 2:28), Tito (Tit 2:13), Pedro (I Ped 5:4), e Paulo (I Cor 4:5) todos falaram da vinda dEle.
Os anjos também confirmaram a sua segunda vinda em Atos 1:10, 11.
Todos estes, porém, seriam desacreditados e desqualificados se nós não tivemos a afirmação de Cristo que ele iria retornar (Mt 24:27, 36; 26:64).
Cristo voltará. Nós temos uma testemunha de quatro – aqueles que profetizaram dele, aqueles que andaram com ele, seus anjos, e Si mesmo. A veracidade de seu advento futuro não poderá ser duvidada.
III. Porque Ele Está Vindo
Por que Ele está vindo é talvez uma pergunta que nos perplexa. A resposta para esta pergunta pode ser achada na razão atrás de Seu primeiro advento – João 3:16. !Porque Deus amou? será o suficiente para explicar uma dos razões da sua segunda vinda. Era o amor, o amor de Deus – colocado em ação por Sua graça – que nos assegura a sua segunda vinda. A sua primeira vinda foi colocada em ação porque Ele amou o mundo (Jo 3:16), a segunda porque ele amou os seus (Jn 14:23). Se a sua primeira vinda providenciou a salvação para nós, e com ela cidadania divina, então a segunda, enfim, nos dará o fim das nossas esperanças e desejos como cidadãos do céu (Fil 3:20), mas não morando ali. Tudo isso nos traz a nossa segunda razão – a misericórdia.
O que menos a sua misericórdia nos concederia viver para a eternidade no céu, louvando a Deus e comendo na sua mesa? No pecado, nós odiávamos Deus, o ignoramos (Rom 3:10, 11), e curtíamos viver e rolar na sujeira da iniqüidade em qual nós nascemos. Ninguém merecia a salvação, mas, para aqueles que aceitam o sacrifício de Cristo, Ele estará voltando (He 9:28). Segue o raciocínio que se nós não merecíamos a salvação, conforme Efésios 2:8, então não merecíamos aquilo que veio com a salvação – entre outros, sendo incluído na segunda vinda de Cristo.
Finalmente, Cristo está voltando porque Ele disse! A fé verdadeira não precisa de nenhuma instigação do que o fato que Cristo disse e afirmou tal ou tal coisa. Em Cristo, qualquer coisa menos fé é um afronta á sua santidade (Ro 14:23). Porque Cristo está voltando? Porque ele disse que está! Acredite.
IV. Quando Ele está Voltando?
Matemáticos sem numero e a mesma quantidade de !Estudiosos bíblicos? têm tentado, desde a antigüidade, calcular a data da sua vinda – baseada em princípios matemáticos – ou predizê-la – baseado em revelação !divina? ou inspiração emocional. Todos têm falhado miseravelmente.
As predições mais velhas da sua vinda eram feitas por vários historiadores antigos que calcularam que Cristo voltaria em AD 72 – dois anos depois da destruição de Jerusalém, que eles compararam a Armagedom e o começo simbólico da tribulação. Predições para este século incluem 1911, 1918, 1932, e 1945. Todos têm sido provados errados: mas, novas datas continuam de aparecer. As predições mais recentes incluem 1999, 2000, 2002, e 2005. Parece-me que se todos os matemáticos e estudiosos fossem inspirados divinamente como dizem ser, então teriam algum tipo de concordância entre as datas – mas não há.
Vendo como o homem é falível, devemos prestar atenção somente á o que Cristo, o Filho de Deus, e Deus, diz a respeito de sua própria vinda.
Será repentina – Mt 24:27
O dia e hora são incógnitas – Mt 24:36
O tempo do seu advento será não anunciado (como o de um ladrão) – Apoc 16:15
Na hora em que achamos que Ele não virá, Ele virá – Luc 12:40.
Assim como o homem é errático, e variando muito neste respeito, a Palavra de Deus é firme e não sujeito a influencias que variam. Um aspecto da sua vinda é muito claro – nós não sabemos e não podemos saber o tempo da Sua vinda.
VI. Qual É o Propósito da Sua Vinda?
Retribuição – Mt 16:27
Tomar o que é dEle (trono da sua glória) – Mt 25:31
Separar os seus do mundo – Mt 25:32
Julgar – II Tim 4:1
Trazer á luz e manifestar o encoberto – I Cor 4:5
VI. Conclusão
A. Você está preparado para a vinda dEle?
Você está de fato pronto para a vinda dEle? Você está pronto para ser julgado perante o seu Criador. Você está preparado para ter os seus pensamentos internos e as maquinações encobertas do seu coração manifestado para a sua tristeza e vergonha? Como será você, como aquele rei ímpio de Dan 5, quando pesado na balança? Será achado em falta?
Se Deus tem lhe trazido a ver a ser entristecido pelo seu pecado e como o afeta, e quiser escapar da resultante condenação do Inferno – então corre á porta de escape que Ele tem providenciado. Ou seja, salvação pela morte dAquele que há de vir. A formula é simples – confia somente em Cristo, pela fé, para a salvação (Gal 3:26). Apenas Ele pode salvar (Jo 14:6).
B. E Qual deve ser o nosso atitude enquanto esperamos para a Sua Vinda?
Para nós que já estamos em Cristo, o que deve ser o nosso atitude?
Primeiramente, vamos ser apercebidos (prontos) – conforme Mt 24:44. Dois mil anos de aparente inatividade na parte de Cristo pode ter nos feito sonolentos. Já parece que estamos entrando na ultima parte dos últimos tempos. Ao nosso redor guerras matam e mutilam, e desastres, tanto naturais como mecânicos, ocorrem. A terra em si movimenta e grunhida enquanto a própria natureza clama contra os resultados da primeira queda de Adão. Assim são as indicações como Cristo nos revelou que seriam em Mt 24:6, 7 e Mk 13:7, 8. A intensidade das coisas que acontecem ao nosso redor que estamos bem no ultimo tempo da era final. Talvez nós tenhamos entrado na noite do longo e doloroso dia dos últimos tempos, e o próximo acontecimento de porte magnífica vai ser a vinda de Cristo. Mas, no outro lado, talvez não esteja. Talvez em comparação ao tempo em que ele virá nos estamos ao meio dia. Talvez haja muitos anos, milhares talvez, até que Ele vem. Não importa. O que importa é que Cristo está voltando, e Ele voltara subitamente e repentinamente. Nós devemos estar presentes. Não devemos ser achados como as cinco virgens tolas de Mateus 25, inativas e não preparadas.
Devemos estar ao voltar dEle, obedecendo a sua grande comissão, obrando nas suas terras que são brancas para a ceifa (Jn 4:35). Não devemos desperdiçar os nossos talentos, porque, quando Ele as nos deu, Ele nos mandou – !Ocuparem até que venho.”
Finalmente, vamos ser ocupados em viver irrepreensivelmente (I Tess 5:23) e em caridade (não julgar) um ao outro (I Cor 4:5). Como é triste quando um Crente tem medo da vinda de Cristo! Quando Ele aparece nas nuvens vamos não permitir o nosso gozo e prazer em ve-Lo ser inibido por tristeza e culpa pelos nossos pecados pessoais, e pecados para com os nossos irmãos. É verdade, a luz pura da Sua santidade nos iluminará até os nossos almas – e revelará nossas falhas. Não devemos ser desencorajado, portanto. Como Paulo, no fim das nossas vidas ou na vinda de Cristo, devemos poder dizer com certeza, !Combati o bom combate … guardei a fé.”
II Tim 4:7.
Autor: Ben Gardner
Fonte:www.obreiroaprovado.com
Ben Gardner
I. Introdução
Há apenas cinco dias nós celebramos, com confraternização, comida, e troca de presentes, a primeira vinda de Cristo. Este evento que tanto celebramos era ansiosamente esperado desde os tempos antigos, predito pela profecia, e ainda desacreditado pelos Judeus. O primeiro advento de Cristo era um tempo precioso – pois seu primeiro advento era um tempo de dar; Deus dando Seu filho para que o mundo não perecesse em razão da condenação do pecado.
Sua vinda era um evento em qual todo mundo – ambos Judeu e Gentio – poderia olhar para o passado em gratidão, porque ele providenciou salvação para todos. Aquele primeiro dia da Era Cristã era um tempo precioso – um dia em que, por um pouco de tempo, os pastores de ovelhas poderiam esquecer as injustiças da vida, a opressão Romana, e olhar maravilhados para o presente de Deus para o mundo – um pequeno e inofensivo bebê.
Talvez sejam por estas razões que nós nos seguramos às tradições vazias do passado – repetindo-as ano após ano. Por causa destes razões, sem duvida, nós colocamos os nossos mentes no bebê na manjedoura, relemos as histórias do seu nascimento com tanta reverencia, e contamos as nossas crianças a história de uma outra criança que em tudo era sujeito a seus pais (Lu. 2:51) – assim como eles deveriam ser!
O primeiro advento de Cristo não promete mal a ninguém; não ameaça ninguém.
O segundo advento de Cristo é um evento também predito pela profecia e esperado ansiosamente por muitas pessoas – mas não pode nem igualar a fama e prestígio de seu primeiro advento. Será por quê?
Primeiramente, será um tempo de tomar, e não de dar. Segundo, a sua vinda não será para todo mundo. É claro, ele voltará para ambos Judeu e Gentio, mas nem todo Judeu e Gentio será o alvo da sua vinda. Para os não salvos, a segunda vinda de Cristo significa ser deixado. O segundo advento marca uma nova fase, talvez mais terrível, na separação da humanidade pecaminosa e Deus santo.
II. Ele Está Voltando.
Cristo está voltando. Como sabemos? Primeiro, temos a testemunha da profecia Velho-Testamentaria – Malaquias 4:1 fala de julgamento e fogo sobre os ímpios. Como ainda veremos, o julgamento do pecado é uma das razões por que Cristo virá.
Temos ainda as testemunhas daqueles que andaram com Cristo aqui na terra. Tiago (Tg 5:8), João (I Jo 2:28), Tito (Tit 2:13), Pedro (I Ped 5:4), e Paulo (I Cor 4:5) todos falaram da vinda dEle.
Os anjos também confirmaram a sua segunda vinda em Atos 1:10, 11.
Todos estes, porém, seriam desacreditados e desqualificados se nós não tivemos a afirmação de Cristo que ele iria retornar (Mt 24:27, 36; 26:64).
Cristo voltará. Nós temos uma testemunha de quatro – aqueles que profetizaram dele, aqueles que andaram com ele, seus anjos, e Si mesmo. A veracidade de seu advento futuro não poderá ser duvidada.
III. Porque Ele Está Vindo
Por que Ele está vindo é talvez uma pergunta que nos perplexa. A resposta para esta pergunta pode ser achada na razão atrás de Seu primeiro advento – João 3:16. !Porque Deus amou? será o suficiente para explicar uma dos razões da sua segunda vinda. Era o amor, o amor de Deus – colocado em ação por Sua graça – que nos assegura a sua segunda vinda. A sua primeira vinda foi colocada em ação porque Ele amou o mundo (Jo 3:16), a segunda porque ele amou os seus (Jn 14:23). Se a sua primeira vinda providenciou a salvação para nós, e com ela cidadania divina, então a segunda, enfim, nos dará o fim das nossas esperanças e desejos como cidadãos do céu (Fil 3:20), mas não morando ali. Tudo isso nos traz a nossa segunda razão – a misericórdia.
O que menos a sua misericórdia nos concederia viver para a eternidade no céu, louvando a Deus e comendo na sua mesa? No pecado, nós odiávamos Deus, o ignoramos (Rom 3:10, 11), e curtíamos viver e rolar na sujeira da iniqüidade em qual nós nascemos. Ninguém merecia a salvação, mas, para aqueles que aceitam o sacrifício de Cristo, Ele estará voltando (He 9:28). Segue o raciocínio que se nós não merecíamos a salvação, conforme Efésios 2:8, então não merecíamos aquilo que veio com a salvação – entre outros, sendo incluído na segunda vinda de Cristo.
Finalmente, Cristo está voltando porque Ele disse! A fé verdadeira não precisa de nenhuma instigação do que o fato que Cristo disse e afirmou tal ou tal coisa. Em Cristo, qualquer coisa menos fé é um afronta á sua santidade (Ro 14:23). Porque Cristo está voltando? Porque ele disse que está! Acredite.
IV. Quando Ele está Voltando?
Matemáticos sem numero e a mesma quantidade de !Estudiosos bíblicos? têm tentado, desde a antigüidade, calcular a data da sua vinda – baseada em princípios matemáticos – ou predizê-la – baseado em revelação !divina? ou inspiração emocional. Todos têm falhado miseravelmente.
As predições mais velhas da sua vinda eram feitas por vários historiadores antigos que calcularam que Cristo voltaria em AD 72 – dois anos depois da destruição de Jerusalém, que eles compararam a Armagedom e o começo simbólico da tribulação. Predições para este século incluem 1911, 1918, 1932, e 1945. Todos têm sido provados errados: mas, novas datas continuam de aparecer. As predições mais recentes incluem 1999, 2000, 2002, e 2005. Parece-me que se todos os matemáticos e estudiosos fossem inspirados divinamente como dizem ser, então teriam algum tipo de concordância entre as datas – mas não há.
Vendo como o homem é falível, devemos prestar atenção somente á o que Cristo, o Filho de Deus, e Deus, diz a respeito de sua própria vinda.
Será repentina – Mt 24:27
O dia e hora são incógnitas – Mt 24:36
O tempo do seu advento será não anunciado (como o de um ladrão) – Apoc 16:15
Na hora em que achamos que Ele não virá, Ele virá – Luc 12:40.
Assim como o homem é errático, e variando muito neste respeito, a Palavra de Deus é firme e não sujeito a influencias que variam. Um aspecto da sua vinda é muito claro – nós não sabemos e não podemos saber o tempo da Sua vinda.
VI. Qual É o Propósito da Sua Vinda?
Retribuição – Mt 16:27
Tomar o que é dEle (trono da sua glória) – Mt 25:31
Separar os seus do mundo – Mt 25:32
Julgar – II Tim 4:1
Trazer á luz e manifestar o encoberto – I Cor 4:5
VI. Conclusão
A. Você está preparado para a vinda dEle?
Você está de fato pronto para a vinda dEle? Você está pronto para ser julgado perante o seu Criador. Você está preparado para ter os seus pensamentos internos e as maquinações encobertas do seu coração manifestado para a sua tristeza e vergonha? Como será você, como aquele rei ímpio de Dan 5, quando pesado na balança? Será achado em falta?
Se Deus tem lhe trazido a ver a ser entristecido pelo seu pecado e como o afeta, e quiser escapar da resultante condenação do Inferno – então corre á porta de escape que Ele tem providenciado. Ou seja, salvação pela morte dAquele que há de vir. A formula é simples – confia somente em Cristo, pela fé, para a salvação (Gal 3:26). Apenas Ele pode salvar (Jo 14:6).
B. E Qual deve ser o nosso atitude enquanto esperamos para a Sua Vinda?
Para nós que já estamos em Cristo, o que deve ser o nosso atitude?
Primeiramente, vamos ser apercebidos (prontos) – conforme Mt 24:44. Dois mil anos de aparente inatividade na parte de Cristo pode ter nos feito sonolentos. Já parece que estamos entrando na ultima parte dos últimos tempos. Ao nosso redor guerras matam e mutilam, e desastres, tanto naturais como mecânicos, ocorrem. A terra em si movimenta e grunhida enquanto a própria natureza clama contra os resultados da primeira queda de Adão. Assim são as indicações como Cristo nos revelou que seriam em Mt 24:6, 7 e Mk 13:7, 8. A intensidade das coisas que acontecem ao nosso redor que estamos bem no ultimo tempo da era final. Talvez nós tenhamos entrado na noite do longo e doloroso dia dos últimos tempos, e o próximo acontecimento de porte magnífica vai ser a vinda de Cristo. Mas, no outro lado, talvez não esteja. Talvez em comparação ao tempo em que ele virá nos estamos ao meio dia. Talvez haja muitos anos, milhares talvez, até que Ele vem. Não importa. O que importa é que Cristo está voltando, e Ele voltara subitamente e repentinamente. Nós devemos estar presentes. Não devemos ser achados como as cinco virgens tolas de Mateus 25, inativas e não preparadas.
Devemos estar ao voltar dEle, obedecendo a sua grande comissão, obrando nas suas terras que são brancas para a ceifa (Jn 4:35). Não devemos desperdiçar os nossos talentos, porque, quando Ele as nos deu, Ele nos mandou – !Ocuparem até que venho.”
Finalmente, vamos ser ocupados em viver irrepreensivelmente (I Tess 5:23) e em caridade (não julgar) um ao outro (I Cor 4:5). Como é triste quando um Crente tem medo da vinda de Cristo! Quando Ele aparece nas nuvens vamos não permitir o nosso gozo e prazer em ve-Lo ser inibido por tristeza e culpa pelos nossos pecados pessoais, e pecados para com os nossos irmãos. É verdade, a luz pura da Sua santidade nos iluminará até os nossos almas – e revelará nossas falhas. Não devemos ser desencorajado, portanto. Como Paulo, no fim das nossas vidas ou na vinda de Cristo, devemos poder dizer com certeza, !Combati o bom combate … guardei a fé.”
II Tim 4:7.
Autor: Ben Gardner
Fonte:www.obreiroaprovado.com
A Igreja passará pela Grande Tribulação?

É comum recorrer-se à simbologia com o intuito de afirmar que a Igreja não enfrentará o tempo de angústia, a Grande Tribulação. Afirma-se que Enoque foi arrebatado antes do dilúvio; que as águas do Mar Vermelho só caíram sobre os egípcios depois que Israel passou; que Elias subiu num redemoinho antes do cativeiro; que a Igreja é a luz do mundo (e, quando for tirada, se instalará um período de trevas); que ela é também coluna e firmeza da verdade (e, ao ser arrebatada, o mundo desabará), etc. No entanto, tais exemplos apenas ilustram e reforçam uma verdade que está revelada claramente nas páginas sagradas.
Os teólogos pós-tribulacionistas e mesotribulacionistas têm as suas razões pessoais para não crer no rapto dos salvos antes da Grande Tribulação. Contudo, é bom não irmos além do que está escrito (1 Co 4.6) nem nos movermos facilmente de nossas convicções quanto ao nosso livramento da ira futura, por ocasião da vinda de Jesus (2 Ts 2.2-9). Os primeiros afirmam que Jesus virá após a Grande Tribulação, enquanto os mesotribulacionistas asseveram que o Advento de Cristo se dará no meio desse tempo de angústia.
A escola de interpretação que honra as Escrituras é o pré-tribulacionismo, pois não há dúvidas de que a Igreja será arrebatada antes da Grande Tribulação (1 Ts 1.10). Jesus disse: “Vigiai, pois, a todo tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que têm de suceder e estar em pé na presença do Filho do homem” (Lc 21.36, ARA). Note: escapar, e não participar, atravessar.
Em Apocalipse 3.10, Jesus fez uma promessa à igreja de Filadélfia: “Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra”. Esta mensagem é apenas para uma igreja local? Não! Haja vista o que está escrito nos versículos 13 e 22 do mesmo capítulo: “Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas”.
Conquanto a igreja de Filadélfia estivesse passando por tribulações, naqueles dias, os seus santos membros não passaram pela “hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo” — todos os mortos em Cristo têm a garantia de que não passarão pela Grande Tribulação, uma vez que ressuscitarão e serão tirados da Terra antes dela.
Todas as mensagens de Jesus registradas em Apocalipse às igrejas da Ásia possuem mandamentos e exemplos para nós, hoje, quanto à manutenção do amor e da fidelidade (2.4,10), às falsas profecias (2.20-22), ao perigo de Jesus estar do lado de fora (3.20), etc. Nesse caso, a promessa de livramento da hora da tentação em apreço é extensiva a todos os salvos — “há de vir sobre todo o mundo” —, assim como o que está registrado no versículo 11: “Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa”.
Antes de o Cordeiro de Deus desatar o primeiro selo, dando início a uma série de juízos contra a
Terra (Ap 6), João viu os 24 anciãos diante de Deus, no Céu (Ap 4-5). E estes representam a totalidade da Igreja: as doze tribos de Israel e os doze apóstolos de Cristo. Isso prova que, desde o início da Grande Tribulação, na Terra, os salvos já estarão no Céu. Glória ao Cordeiro, pois estaremos com Ele nesse período de trevas e aflições.
Em Apocalipse 13.15, está escrito que serão mortos todos os que não adorarem a imagem do Anticristo. Se este fará guerra aos santos, a fim de vencê-los (v.4), quantos destes seriam arrebatados durante ou depois do período tribulacionista? Os tais santos mortos pela Besta são os mártires da Grande Tribulação, e não a Igreja, que já terá sido arrebatada.
A Palavra de Deus diz que a Noiva de Cristo estará no Céu durante esse período, e que voltará com Ele, por ocasião da Revelação (segunda etapa da Segunda Vinda de Jesus), a fim de pôr termo ao império do mal: “vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou. E foi-lhe dado que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente; porque o linho fino são as justiças dos santos. (…) E seguiam-no os exércitos que há no céu em cavalos brancos e vestidos de linho fino, branco e puro” (Ap 19.7-14).
Em suas cartas aos tessalonicenses, a ênfase de Paulo é o Arrebatamento. Ao mencionar este glorioso evento pela primeira vez, ele deixou claro que Jesus nos livrará da ira vindoura (1 Ts 1.10). E isso é confirmado ainda na primeira epístola: “quando disserem: Há paz e segurança, então, lhes sobrevirá repentina destruição (…) e de modo nenhum escaparão. Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele Dia vos surpreenda como um ladrão” (5.3,4).
Observe, no texto acima: são os que estão em trevas que não escaparão da destruição. Os filhos da luz (1 Ts 5.5) já terão sido arrebatados (4.16-18). Por isso, mais adiante, Paulo reafirma o que dissera no primeiro capítulo (v.10): “Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo” (5.9).
A passagem de 2 Tessalonicenses 2.6-8 é de difícil interpretação, e não convém fazer especulações sobre o que não está revelado claramente. Mas vemos nela a reiteração de que a Igreja não estará sob o domínio do Anticristo: “E, agora, vós sabeis o que o detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado. Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que, agora, resiste até que do meio seja tirado; e, então, será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca e aniquilará pelo esplendor da sua vinda”.
Se o mistério da injustiça opera, por que o Iníquo ainda não se manifestou? O que o detém?
Quem o resiste? Quem será tirado da Terra, para que ele tenha total liberdade até à esplendorosa vinda de Cristo? A única revelação que temos, retratada pelo próprio apóstolo Paulo, é que o povo de Deus será tirado da Terra, no aparecimento de Jesus Cristo (Tt 2.13,14; 1 Ts 4.17). E, se é depois disso que será revelado o Anticristo, então estamos diante de mais uma prova de que a Igreja não passará pela Grande Tribulação!
Quantos podem glorificar a Deus por isso?
por: Pr. Ciro Sanches Zibordi
Via: Gospel Prime
A Criação
“No princípio, criou Deus os céus e a terra.” Gn 1.1
O DEUS DA CRIAÇÃO.
1) Deus se revela na Bíblia como um ser infinito, eterno, auto-existente e como a Causa Primária de tudo o que existe. Nunca houve um momento em que Deus não existisse. Conforme afirma Moisés: “Antes que os montes nascessem, ou que tu formasses a terra e o mundo, sim, de eternidade a eternidade, tu és Deus” (Sl 90.2). Noutras palavras, Deus existiu eterna e infinitamente antes de criar o universo finito. Ele é anterior a toda criação, no céu e na terra, está acima e independe dela (ver 1Tm 6.16 nota; Cl 1.16).
2) Deus se revela como um ser pessoal que criou Adão e Eva “à sua imagem” (1.27; ver 1.26 nota). Porque Adão e Eva foram criados à imagem de Deus, podiam comunicar-se com Ele, e também com Ele ter comunhão de modo amoroso e pessoal.
3) Deus também se revela como um ser moral que criou tudo bom e, portanto, sem pecado. Ao terminar Deus a obra da criação, contemplou tudo o que fizera e observou que era “muito bom” (1.31). Posto que Adão e Eva foram criados à imagem e semelhança de Deus, eles também não tinham pecado. O pecado entrou na existência humana quando Eva foi tentada pela serpente, ou Satanás (Gn 3; Rm 5.12; Ap 12.9).
A ATIVIDADE DA CRIAÇÃO.
1) Deus criou todas as coisas em “os céus e a terra” (1.1; Is 40.28; 42.5; 45.18; Mc 13.19; Ef 3.9; Cl 1.16; Hb 1.2; Ap 10.6). O verbo “criar” (hb.“bara”) é usado exclusivamente em referência a uma atividade que somente Deus pode realizar. Significa que, num momento específico, Deus criou a matéria e a substância, que antes nunca existiram.
2) A Bíblia diz que no princípio da criação a terra estava informe, vazia e coberta de trevas (1.2). Naquele tempo o universo não tinha a forma ordenada que tem agora. O mundo estava vazio, sem nenhum ser vivente e destituído do mínimo vestígio de luz. Passada essa etapa inicial, Deus criou a luz para dissipar as trevas (1.3-5), deu forma ao universo (1.6-13) e encheu a terra de seres viventes (1.20-28).
3) O método que Deus usou na criação foi o poder da sua palavra. Repetidas vezes está declarado: “E disse Deus…” (1.3, 6, 9, 11, 14, 20, 24, 26). Noutras palavras, Deus falou e os céus e a terra passaram a existir. Antes da palavra criadora de Deus, eles não existiam (Sl 33.6,9; 148.5; Is 48.13; Rm 4.17; Hb 11.3).
4) Toda a Trindade, e não apenas o Pai, desempenhou sua parte na criação. a) O próprio Filho é a Palavra (“Verbo”) poderosa, através de quem Deus criou todas as coisas. No prólogo do Evangelho segundo João, Cristo é revelado como a eterna Palavra de Deus (Jo 1.1). “Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada do que foi feito se fez” (Jo 1.3). Semelhantemente, o apóstolo Paulo afirma que por Cristo “foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis… tudo foi criado por Ele e para Ele” (Cl 1.16). Finalmente, o autor do Livro de Hebreus afirma enfaticamente que Deus fez o universo por meio do seu Filho (Hb 1.2). b) Semelhantemente, o Espírito Santo desempenhou um papel ativo na obra da criação. Ele é descrito como “pairando” (“se movia”) sobre a criação, preservando-a e preparando-a para as atividades criadoras adicionais de Deus. A palavra hebraica traduzida por “Espírito” (ruah) também pode ser traduzida por “vento” e “fôlego”. Por isso, o salmista testifica do papel do Espírito, ao declarar: “Pela palavra do Senhor foram feitos os céus; e todo o exército deles, pelo espírito (ruah) da sua boca” (Sl 33.6). Além disso, o Espírito Santo continua a manter e sustentar a criação (Jó 33.4; Sl 104.30).
O PROPÓSITO E O ALVO DA CRIAÇÃO.
Deus tinha razões específicas para criar o mundo.
1) Deus criou os céus e a terra como manifestação da sua glória, majestade e poder. Davi diz: “Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos” (Sl 19.1; cf. 8.1). Ao olharmos a totalidade do cosmos criado — desde a imensa expansão do universo, à beleza e à ordem da natureza — ficamos tomados de temor reverente ante a majestade do Senhor Deus, nosso Criador.
2) Deus criou os céus e a terra para receber a glória e a honra que lhe são devidas. Todos os elementos da natureza — e.g., o sol e a lua, as árvores da floresta, a chuva e a neve, os rios e os córregos, as colinas e as montanhas, os animais e as aves — rendem louvores ao Deus que os criou (Sl 98.7,8; 148.1-10; Is 55.12). Quanto mais Deus deseja e espera receber glória e louvor dos seres humanos!
3) Deus criou a terra para prover um lugar onde o seu propósito e alvos para a humanidade fossem cumpridos. a) Deus criou Adão e Eva à sua própria imagem, para comunhão amorável e pessoal com o ser humano por toda a eternidade. Deus projetou o ser humano como um ser trino e uno (corpo, alma e espírito), que possui mente, emoção e vontade, para que possa comunicar-se espontaneamente com Ele como Senhor, adorá-lo e servi-lo com fé, lealdade e gratidão. b) Deus desejou de tal maneira esse relacionamento com a raça humana que, quando Satanás conseguiu tentar Adão e Eva a ponto de se rebelarem contra Deus e desobedecer ao seu mandamento, Ele prometeu enviar um Salvador para redimir a humanidade das conseqüências do pecado (ver 3.15 nota). Daí Deus teria um povo para sua própria possessão, cujo prazer estaria nEle, que o glorificaria, e que viveria em retidão e santidade diante dEle (Is 60.21; 61.1-3; Ef 1.11,12; 1Pe 2.9). c) A culminação do propósito de Deus na criação está no livro do Apocalipse, onde João descreve o fim da história com estas palavras: “…com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles e será o seu Deus” (Ap 21.3).
CRIAÇÃO E EVOLUÇÃO.
A evolução é o ponto de vista predominante, proposto pela comunidade científica e educacional do mundo atual, em se tratando da origem da vida e do universo. Quem crê, de fato, na Bíblia deve atentar para estas quatro observações a respeito da evolução.
1) A evolução é uma tentativa naturalista para explicar a origem e o desenvolvimento do universo. Tal intento começa com a pressuposição de que não existe nenhum Criador pessoal e divino que criou e formou o mundo; pelo contrário, tudo veio a existir mediante uma série de acontecimentos que decorreram por acaso, ao longo de bilhões de anos. Os postulantes da evolução alegam possuir dados científicos que apóiam a sua hipótese.
2) O ensino evolucionista não é realmente científico. Segundo o método científico, toda conclusão deve basear-se em evidências incontestáveis, oriundas de experiências que podem ser reproduzidas em qualquer laboratório. No entanto, nenhuma experiência foi idealizada, nem poderá sê-lo, para testar e comprovar teorias em torno da origem da matéria a partir de um hipotético “grande estrondo”, ou do desenvolvimento gradual dos seres vivos, a partir das formas mais simples às mais complexas. Por conseguinte, a evolução é uma hipótese sem “evidência” científica, e somente quem crê em teorias humanas é que pode aceitá-la. A fé do povo de Deus, pelo contrário, firma-se no Senhor e na sua revelação inspirada, a qual declara que Ele é quem criou do nada todas as coisas (Hb 11.3).
3) É inegável que alterações e melhoramentos ocorrem em várias espécies de seres viventes. Por exemplo: algumas variedades dentro de várias espécies estão se extinguindo; por outro lado, ocasionalmente vemos novas raças surgindo dentre algumas das espécies. Não há, porém, nenhuma evidência, nem sequer no registro geológico, a apoiar a teoria de que um tipo de ser vivente já evoluiu doutro tipo. Pelo contrário, as evidências existentes apóiam a declaração da Bíblia, que Deus criou cada criatura vivente “conforme a sua espécie” (1.21,24,25).
4) Os crentes na Bíblia devem, também, rejeitar a teoria da chamada evolução teísta. Essa teoria aceita a maioria das conclusões da evolução naturalista; apenas acrescenta que Deus deu início ao processo evolutivo. Essa teoria nega a revelação bíblica que atribui a Deus um papel ativo em todos os aspectos da criação. Por exemplo, todos os verbos principais em Genesis 1 têm Deus como seu sujeito, a não ser em 1.12 (que cumpre o mandamento de Deus no v. 11) e a frase repetida “E foi a tarde e a manhã”. Deus não é um supervisor indiferente, de um processo evolutivo; pelo contrário, é o Criador ativo de todas as coisas (Cl 1.16).
Fonte: BEP
O DEUS DA CRIAÇÃO.
1) Deus se revela na Bíblia como um ser infinito, eterno, auto-existente e como a Causa Primária de tudo o que existe. Nunca houve um momento em que Deus não existisse. Conforme afirma Moisés: “Antes que os montes nascessem, ou que tu formasses a terra e o mundo, sim, de eternidade a eternidade, tu és Deus” (Sl 90.2). Noutras palavras, Deus existiu eterna e infinitamente antes de criar o universo finito. Ele é anterior a toda criação, no céu e na terra, está acima e independe dela (ver 1Tm 6.16 nota; Cl 1.16).
2) Deus se revela como um ser pessoal que criou Adão e Eva “à sua imagem” (1.27; ver 1.26 nota). Porque Adão e Eva foram criados à imagem de Deus, podiam comunicar-se com Ele, e também com Ele ter comunhão de modo amoroso e pessoal.
3) Deus também se revela como um ser moral que criou tudo bom e, portanto, sem pecado. Ao terminar Deus a obra da criação, contemplou tudo o que fizera e observou que era “muito bom” (1.31). Posto que Adão e Eva foram criados à imagem e semelhança de Deus, eles também não tinham pecado. O pecado entrou na existência humana quando Eva foi tentada pela serpente, ou Satanás (Gn 3; Rm 5.12; Ap 12.9).
A ATIVIDADE DA CRIAÇÃO.
1) Deus criou todas as coisas em “os céus e a terra” (1.1; Is 40.28; 42.5; 45.18; Mc 13.19; Ef 3.9; Cl 1.16; Hb 1.2; Ap 10.6). O verbo “criar” (hb.“bara”) é usado exclusivamente em referência a uma atividade que somente Deus pode realizar. Significa que, num momento específico, Deus criou a matéria e a substância, que antes nunca existiram.
2) A Bíblia diz que no princípio da criação a terra estava informe, vazia e coberta de trevas (1.2). Naquele tempo o universo não tinha a forma ordenada que tem agora. O mundo estava vazio, sem nenhum ser vivente e destituído do mínimo vestígio de luz. Passada essa etapa inicial, Deus criou a luz para dissipar as trevas (1.3-5), deu forma ao universo (1.6-13) e encheu a terra de seres viventes (1.20-28).
3) O método que Deus usou na criação foi o poder da sua palavra. Repetidas vezes está declarado: “E disse Deus…” (1.3, 6, 9, 11, 14, 20, 24, 26). Noutras palavras, Deus falou e os céus e a terra passaram a existir. Antes da palavra criadora de Deus, eles não existiam (Sl 33.6,9; 148.5; Is 48.13; Rm 4.17; Hb 11.3).
4) Toda a Trindade, e não apenas o Pai, desempenhou sua parte na criação. a) O próprio Filho é a Palavra (“Verbo”) poderosa, através de quem Deus criou todas as coisas. No prólogo do Evangelho segundo João, Cristo é revelado como a eterna Palavra de Deus (Jo 1.1). “Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada do que foi feito se fez” (Jo 1.3). Semelhantemente, o apóstolo Paulo afirma que por Cristo “foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis… tudo foi criado por Ele e para Ele” (Cl 1.16). Finalmente, o autor do Livro de Hebreus afirma enfaticamente que Deus fez o universo por meio do seu Filho (Hb 1.2). b) Semelhantemente, o Espírito Santo desempenhou um papel ativo na obra da criação. Ele é descrito como “pairando” (“se movia”) sobre a criação, preservando-a e preparando-a para as atividades criadoras adicionais de Deus. A palavra hebraica traduzida por “Espírito” (ruah) também pode ser traduzida por “vento” e “fôlego”. Por isso, o salmista testifica do papel do Espírito, ao declarar: “Pela palavra do Senhor foram feitos os céus; e todo o exército deles, pelo espírito (ruah) da sua boca” (Sl 33.6). Além disso, o Espírito Santo continua a manter e sustentar a criação (Jó 33.4; Sl 104.30).
O PROPÓSITO E O ALVO DA CRIAÇÃO.
Deus tinha razões específicas para criar o mundo.
1) Deus criou os céus e a terra como manifestação da sua glória, majestade e poder. Davi diz: “Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos” (Sl 19.1; cf. 8.1). Ao olharmos a totalidade do cosmos criado — desde a imensa expansão do universo, à beleza e à ordem da natureza — ficamos tomados de temor reverente ante a majestade do Senhor Deus, nosso Criador.
2) Deus criou os céus e a terra para receber a glória e a honra que lhe são devidas. Todos os elementos da natureza — e.g., o sol e a lua, as árvores da floresta, a chuva e a neve, os rios e os córregos, as colinas e as montanhas, os animais e as aves — rendem louvores ao Deus que os criou (Sl 98.7,8; 148.1-10; Is 55.12). Quanto mais Deus deseja e espera receber glória e louvor dos seres humanos!
3) Deus criou a terra para prover um lugar onde o seu propósito e alvos para a humanidade fossem cumpridos. a) Deus criou Adão e Eva à sua própria imagem, para comunhão amorável e pessoal com o ser humano por toda a eternidade. Deus projetou o ser humano como um ser trino e uno (corpo, alma e espírito), que possui mente, emoção e vontade, para que possa comunicar-se espontaneamente com Ele como Senhor, adorá-lo e servi-lo com fé, lealdade e gratidão. b) Deus desejou de tal maneira esse relacionamento com a raça humana que, quando Satanás conseguiu tentar Adão e Eva a ponto de se rebelarem contra Deus e desobedecer ao seu mandamento, Ele prometeu enviar um Salvador para redimir a humanidade das conseqüências do pecado (ver 3.15 nota). Daí Deus teria um povo para sua própria possessão, cujo prazer estaria nEle, que o glorificaria, e que viveria em retidão e santidade diante dEle (Is 60.21; 61.1-3; Ef 1.11,12; 1Pe 2.9). c) A culminação do propósito de Deus na criação está no livro do Apocalipse, onde João descreve o fim da história com estas palavras: “…com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles e será o seu Deus” (Ap 21.3).
CRIAÇÃO E EVOLUÇÃO.
A evolução é o ponto de vista predominante, proposto pela comunidade científica e educacional do mundo atual, em se tratando da origem da vida e do universo. Quem crê, de fato, na Bíblia deve atentar para estas quatro observações a respeito da evolução.
1) A evolução é uma tentativa naturalista para explicar a origem e o desenvolvimento do universo. Tal intento começa com a pressuposição de que não existe nenhum Criador pessoal e divino que criou e formou o mundo; pelo contrário, tudo veio a existir mediante uma série de acontecimentos que decorreram por acaso, ao longo de bilhões de anos. Os postulantes da evolução alegam possuir dados científicos que apóiam a sua hipótese.
2) O ensino evolucionista não é realmente científico. Segundo o método científico, toda conclusão deve basear-se em evidências incontestáveis, oriundas de experiências que podem ser reproduzidas em qualquer laboratório. No entanto, nenhuma experiência foi idealizada, nem poderá sê-lo, para testar e comprovar teorias em torno da origem da matéria a partir de um hipotético “grande estrondo”, ou do desenvolvimento gradual dos seres vivos, a partir das formas mais simples às mais complexas. Por conseguinte, a evolução é uma hipótese sem “evidência” científica, e somente quem crê em teorias humanas é que pode aceitá-la. A fé do povo de Deus, pelo contrário, firma-se no Senhor e na sua revelação inspirada, a qual declara que Ele é quem criou do nada todas as coisas (Hb 11.3).
3) É inegável que alterações e melhoramentos ocorrem em várias espécies de seres viventes. Por exemplo: algumas variedades dentro de várias espécies estão se extinguindo; por outro lado, ocasionalmente vemos novas raças surgindo dentre algumas das espécies. Não há, porém, nenhuma evidência, nem sequer no registro geológico, a apoiar a teoria de que um tipo de ser vivente já evoluiu doutro tipo. Pelo contrário, as evidências existentes apóiam a declaração da Bíblia, que Deus criou cada criatura vivente “conforme a sua espécie” (1.21,24,25).
4) Os crentes na Bíblia devem, também, rejeitar a teoria da chamada evolução teísta. Essa teoria aceita a maioria das conclusões da evolução naturalista; apenas acrescenta que Deus deu início ao processo evolutivo. Essa teoria nega a revelação bíblica que atribui a Deus um papel ativo em todos os aspectos da criação. Por exemplo, todos os verbos principais em Genesis 1 têm Deus como seu sujeito, a não ser em 1.12 (que cumpre o mandamento de Deus no v. 11) e a frase repetida “E foi a tarde e a manhã”. Deus não é um supervisor indiferente, de um processo evolutivo; pelo contrário, é o Criador ativo de todas as coisas (Cl 1.16).
Fonte: BEP
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