Por: Don Feder
O movimento do aquecimento global vem sendo comparado a uma religião — apesar de não ter Deus, tem uma visão sobre pecado e arrependimento, sobre condenação, e sobre salvação. Imita de maneira péssima uma religião.
Uma religião de verdade melhora a condição humana incentivando comportamento moral em obediência à vontade de Deus. Os proponentes do aquecimento global estão criando uma seita suicida, que — se for seguida até sua conclusão lógica — levará à extinção dos seres humanos.
Esqueça o Tratado de Kyoto. Esqueça o destrutivo projeto de lei Lieberman-Warner que corta as tão chamadas emissões do gás estufa em 70% até o ano 2050, o que custaria aos EUA aproximadamente $1 trilhão e traria como conseqüência a perda de 3.4 milhões de empregos. Isso é só o começo.
No final, a cruzada do aquecimento global é um ataque frontal à procriação, à família e ao futuro da humanidade.
Na edição de 9 de dezembro da Revista Médica da Austrália, o Professor Barry Walters recomenda “o imposto do bebê”, que taxaria em $5.000 o primeiro bebê e um imposto anual de $800 por cada bebê adicional, sobre as famílias com mais de dois filhos. “Todo bebê recém-nascido na Austrália representa uma fonte potente de emissões de gás estufa por uma média de 80 anos, não simplesmente por respirar, mas por consumir de modo esbanjador os recursos típicos da nossa sociedade”, escreve Walters, que chama a procriação de “conduta anti-social que provoca o efeito estufa”. Walters terá dificuldade de encontrar famílias a quem taxar. O índice de fertilidade da Austrália (o número de crianças que em média uma mulher tem) é 1.75 — bem abaixo do nível de substituição (2.1) e menos da metade do que era em 1960 (3.6). Angela Conway, da Associação da Família Australiana, acha que Walters deveria pagar seu próprio imposto de gás. “Penso que professores que se julgam importantes e que têm idéias idiotas deveriam pagar imposto de carbono por todo o ar quente que eles criam“, diz Conway. Além do açoite de impostos a serem administrados às famílias que teimosamente continuam a procriar, Walters diz que ele quer que o governo australiano considere medidas de controle populacional semelhante às medidas da China comunista, com sua política que impõe um único filho por família. Essa política é reforçada com penalidades draconianas, esterilização e abortos forçados.
Na Inglaterra, um grupo chamado Fundo de População Ótima tem a mesma agenda. O Fundo está horrorizado com um insignificante aumento no índice de nascimentos — de 1.8 em 2005 para 1.87 em 2006. O Fundo observa que o consumo de energia, ou “pegadas de carbono”, durante a vida inteira de uma criança que nasce na Inglaterra hoje é o equivalente de 620 viagens, de ida e volta, entre Inglaterra e EUA. O Fundo pede ao governo que use a força nos ingleses que não seguem o modelo da Federação Internacional de Planejamento Familiar, que promove políticas de aborto e apóia a política chinesa de controle da natalidade compulsório. Os alarmistas do aquecimento global vêem as pessoas apenas como consumidoras de energia (ou geradoras de poluição), jamais como criadores em potencial — por exemplo, de uma lâmpada ou motor mais eficiente, ou de um novo meio de limpar o meio-ambiente.
A turma do efeito estufa está numa paixão cega, que virou moda. “O crescimento da população humana é a suprema questão ambiental”, diz Ric Oberlink, porta-voz da entidade (de nome sinistro) Californianos a favor da Estabilização da População. “O aquecimento global é um problema bem sério, mas é apenas um componente do problema do excesso de população”.
Ric (a eliminação da vogal “o” é a contribuição dele para conservar o meio-ambiente) afirma que o problema não é apenas pessoas em excesso, mas também americanos em excesso que, por sua própria natureza má, consumirão energia demais durante suas vidas. Os americanos são “de longe os consumidores mais vorazes e os maiores produtores de gases estufa per capita entre países do mundo”, observa Ric. Para Ric, é irrelevante o fato de que os EUA passaram o século passado despejando prosperidade no resto do mundo (sem mencionar que os EUA derrotaram os dois sistemas totalitários de governo que mais espalharam o terror no século 20). O negócio dele é só o consumo voraz e a grande produção dos americanos. “Uma solução para resolver a crise (um globo quente) é as pessoas pararem de ter tantos bebês”, diz um texto de 14 de março escrito por Dave Johnson naquela fonte de idiotices, o jornal The Huffington Post. “Já gastamos todas as áreas de pesca. O gado sendo criado para alimentar tantos comedores de carne é um problema tão grande quanto os carros que estamos dirigindo”. Assim, a solução é pararmos de ter bebês e nos tornarmos vegetarianos que andam só de bicicletas.
“A explosão populacional provocou transtornos graves nas relações ecológicas entre os seres humanos e o meio-ambiente”, adverte o Sierra Club. “Em reconhecimento da crescente magnitude dessa questão de conservar o meio-ambiente, o Sierra Club apóia um programa bem expandido de educação sobre a necessidade do controle populacional”.
A esquerda está realmente envolvida na questão de controle. O fanatismo do aquecimento global parece chegar ao ponto de ter nojo de si mesmo. Em 1989, David Graber, então biólogo do Serviço Nacional de Parques, foi citado no jornal Los Angeles Times com a seguinte observação: “A felicidade humana e certamente a fecundidade humana não são tão importantes quanto um planeta selvagem e saudável. Conheço cientistas sociais que me recordam que as pessoas são parte da natureza, mas isso não é verdade… Nós nos tornamos uma praga sobre nós mesmos e sobre a Terra. Até que chegue tal tempo em que o homo sapiens decida se juntar novamente à natureza (vestindo fibras naturais e vivendo em árvores?), tudo o que alguns de nós poderão fazer é esperar que surja o vírus certo”.
E eles se chamam misantropos [indivíduos que têm aversão à sociedade humana]. Em 1991, Jacques Cousteau escreveu: “A fim de se estabilizar a população mundial, temos de eliminar 350.000 pessoas por dia. É uma coisa horrível de se dizer, mas é igualmente ruim na dizê-la”. Será que o que Cousteau tinha em mente era a praga certa? Um palestrante no Fórum da Condição Mundial de Gorbachev em 1996 em San Francisco propôs a redução da população mundial em 90%. Ele não especificou o método.
A maioria dos alarmistas do aquecimento global contenta-se em fazer predições absurdas e induzir pânico, enquanto ao mesmo tempo eles se negam a declarar ao público seus planos mais importantes. Assim, ao aceitar seu prêmio Nobel politicamente correto, Al Gore (o “Herman, o Monstro” do aquecimento global) declarou: “Começamos a travar guerra contra a própria Terra”. Gore prediz que “a destruição da camada de ozônio poderia fazer com que os níveis dos mares subissem 6 metros neste século”. Isso ocorreria antes ou depois de a cidade de Nova Iorque ser coberta por uma geleira, do jeito que mostra o filme “The Day After Tomorrow” (O Dia Depois de Amanhã)?
Numa coluna de domingo no jornal New York Times (“É tarde demais para depois”), Thomas L. Friedman chia: “O fato de que o aquecimento global está agora tendo tal efeito observável nas colunas de nosso ecossistema — como o gelo do mar dentro do Círculo Ártico, que um novo estudo (convenientemente não mencionado) diz que poderia desaparecer inteiramente durante os verões até o ano de 2040 — é com certeza um grande fator (na mudança da “consciência global”). Mas o outro lado é o poder voraz da economia global de hoje, que vem criando uma situação em que o mundo não só está ficando quente, mas está sendo estuprado”. Olhe para o lado positivo: Quando Friedman está tagarelando sobre o meio-ambiente, pelo menos ele não está dizendo besteiras sobre o Oriente Médio.
Apesar dos pessimistas, o aquecimento global não é um fenômeno observável. É por isso que a histeria é parte essencial da campanha publicitária. Escrevo este artigo observando, através da janela da minha casa na Nova Inglaterra, 30 cm de neve e gelo — em plena metade de dezembro! Conforme informou um grupo de cientistas num estudo publicado na edição online da semana passada da Revista Internacional de Climatologia, durante as três décadas passadas, as previsões de modelos de mudanças climáticas geradas por computador (nas quais confiam os alarmistas do aquecimento global) não têm uma correlação com dados reais e mensuráveis de balões meteorológicos e satélites em órbita.
Mas essa é apenas a ponta da cobertura de gelo do Ártico (que, a propósito, não está diminuindo). De acordo com o Centro Meteorológico MetSul do Brasil, neste ano a cobertura de gelo do Ártico está dentro do 1% da norma de inverno, e o inverno acabou de começar. O gelo na camada de gelo polar sul cresceu de modo significativo, comparado ao ano passado.
O cardeal australiano George Pell, arcebispo de Sydney, comenta que a temperatura atmosférica de Marte subiu 0. 5 graus Celsius.
Se tão somente os marcianos parassem de ter tantos bebês com imensas pegadas de carbono e começassem a andar de bicicletas… O especialista em furacões William Gray da Universidade Estadual do Colorado crê que a terra começará a se esfriar dentro de 10 anos. Neil Frank, ex-diretor do Centro Nacional de Furacões, chama o aquecimento global “um trote”.
Richard Lindzen, professor de meteorologia no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, indica que a Europa era bem mais quente na Idade Média do que é hoje. Mas o século XVII era muito mais frio. (Então, não era raro o rio Thames congelar no inverno. ) Em outras palavras — por favor, preste atenção, Al Gore — a Terra passa por ciclos periódicos de aquecimento e esfriamento, sem nenhuma relação com emissões de carbono.
Há hoje aproximadamente 22.000 ursos polares, em comparação com os 5. 000 que havia há 60 anos. Ao que tudo indica, os ursos adoram os efeitos do aquecimento global em seu meio-ambiente — veja a preferência deles por óculos de sol e camisetas havaianas.
A temperatura na Groelândia é mais baixa hoje do que era em 1940. Mil anos atrás, os colonizadores vikingues preparavam colheitas na Groelândia, que era uma região realmente verde. Lamentavelmente, eles começaram a dirigir modernos pick-ups e a queimar combustíveis fosseis para fazer funcionar suas fábricas do século XI. Brincadeiras de lado, com tanta produção e colheitas dos vikingues, a Groelândia teria de ser um lugar quente hoje, certo? Mas hoje é uma região cheia de gelo.
Reid Bryson, professor emérito da Universidade de Wisconsin em Madison, considerado o pai da climatologia científica, explica: “Nos 300 anos passados, estamos saindo de uma Pequena Era Glacial. Por 300 anos, não estamos fazendo dióxido de carbono demais”.
Com as informações que temos hoje sobre mudança climática durante os 12. 000 anos passados (com base em relatos e dados históricos como anéis de crescimento nas árvores) os ciclos de aquecimento e esfriamento da Terra coincidem exatamente com a atividade magnética do sol.
E quanto ao consenso científico em favor de um aquecimento global provocado pelo homem, agenciado por Al Gore e companhia? É um mito. Há muitos cientistas com a coragem de chamá-lo de fraude — o equivalente do século XXI do Homem de Piltdown. Outros ficam em silêncio porque foram intimidados. Os cientistas que estão dispostos a seguir a idéia do aquecimento global recebem estabilidade profissional, assistentes de pesquisa, verbas e reconhecimento de seus colegas. Conforme explica Lindzen: “Os cientistas que divergem do alarmismo viram seus financiamentos desaparecerem, seu trabalho ridicularizado e eles mesmos classificados como palhaços”. Os insultos são cruéis. Lindzen diz: “Posso agüentar ser chamado de cético porque todos os cientistas têm de ser céticos, mas então começaram a nos chamar de negadores, com todas as conotações do Holocausto (negadores). Isso é grosseria”.
Lindzen é um daqueles que comparam o dogma do aquecimento global a uma religião. “Você crê no aquecimento global? Essa é uma questão religiosa. A segunda parte da questão também é: Você é um cético ou crente?” O professor está enganado. O aquecimento global é uma religião apenas no sentido das religiões suicidas de Jim Jones e Heaven’s Gate.
Em sua variação mais extrema, o aquecimento global é uma seita suicida cujos profetas e sacerdotes empolgam-se com a idéia da extinção em massa da humanidade. Embora muitos alarmistas do aquecimento global se contentem apenas em repelir a revolução industrial, e outros favoreçam o fim da civilização por meio de uma redução gradual da população (a nível mundial, os índices de fertilidade caíram em 50% no século passado, mas eles continuam com sua propaganda de uma explosão populacional), outros são mais ambiciosos. O ódio para com à humanidade sempre esteve por trás da agenda da esquerda. Os filósofos do Iluminismo odiavam a humanidade porque nossa natureza não queria se adaptar às idéias utópicas deles. Os marxistas nos odiavam porque éramos animais egoístas que estupidamente se recusavam a adotar o socialismo científico. Ah, o mau uso da ciência. Uma geração anterior de ecologistas nos odiava por poluir, por saquear as florestas virgens com arranha-céus e shopping centers, por não permitir que eles contemplassem a natureza original de suas casas de férias. Os ativistas de direitos dos animais nos odeiam por dominar outras espécies. E os alarmistas do aquecimento global nos odeiam por ter filhos, por não dirigir carros híbridos, por destruir a camada de ozônio com emissões de CO2, por tornar a vida de pingüins e ursos polares miserável e — de acordo com o cenário de pesadelo que eles pintam — por acabar fazendo a Terra inabitável. Daí, a conclusão inevitável: O mundo ficaria melhor se todos nós estivéssemos mortos.
“Considerando o desaparecimento total e absoluto do homo sapiens, então não só a comunidade de vida da Terra continuaria a existir, mas com toda a probabilidade, seu bem-estar melhoraria. Em resumo: nossa presença não é necessária”, comenta Paul Taylor em “Respeito pela Natureza, uma Teoria de Ética Ambiental”.
“Não temos problemas em princípio com seres humanos reduzindo seus números matando uns aos outros. É um excelente jeito de extinguir os seres humanos”, disse uma criatura porta-voz da Frente de Liberação Gaia.
“Os seres humanos, como espécie, não são mais valiosos do que uma lesma”, declarou John Davis, editor da revista Earth First (Em Primeiro Lugar, a Terra).
No livro “O Mundo Sem Nós”, Alan Weisman celebra o que ele vê como a extinção inevitável da humanidade, à medida que as florestas e os animais selvagens reivindicam nossas cidades.
Há até um Movimento Voluntário da Extinção Humana (MVEH), que se descreve como “a alternativa humanitária aos desastres humanos”. O MVEH explica que “a alternativa promissora para a extinção de milhões de espécies de plantas e animais é a extinção voluntária de uma espécie: Homo sapiens… nós”.
Continuando com essa linha bem humorada de pensamento: “Quando todo ser humano decidir parar de procriar, a biosfera da Terra poderá voltar à sua glória original, e todas as criaturas restantes serão livres para viver, morrer, se desenvolver… e talvez se extinguir, como tantos dos ‘experimentos’ da Natureza fizeram durante as eras”. Será que é por isso que os liberais parecem estar desaparecendo? O movimento em favor da extinção dos seres humanos pode ser apenas um bando de extremistas da ideologia do aquecimento global. Mas a conclusão deles é a expressão lógica da natureza do movimento do aquecimento global.
Por que se contentar com a extinção gradual da humanidade por meio de índices de nascimento abaixo do nível de substituição e por meio da desindustrialização quando podemos realizar a mesma coisa numa geração? (Para outros alarmistas do aquecimento global, o desejo deles de morte ocorre mais no subconsciente. )
Mas em vez de terem a decência de simplesmente se matarem, eles sentem necessidade de deixar uma mensagem — como os pobres caras insociáveis que foram a um shopping center com um rifle para ver quantos inocentes eles poderiam levar junto com eles.
Se você vir Al Gore num shopping center com o que parecer um rifle — corra.
Don Feder é um famoso colunista social judeu dos EUA.
Artigo original: The Global Warming Suicide Cult
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br;
Fonte: www.DonFeder.com
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
A Bíblia e o Aquecimento Global
Por: Joseph Farah
Certamente, consigo entender o motivo por que pagãos modernos como Al Gore acreditam, apesar da esmagadora evidência científica ao contrário, que o catastrófico aquecimento global produzido pelo homem é a ameaça mais grave ao planeta.
O que não consigo entender é o motivo por que as pessoas que afirmam crer na Bíblia como a infalível e inspirada Palavra de Deus estão acreditando no aquecimento global. Ainda mais difícil de compreender é a razão por que alguns evangélicos se deixaram prender pela idéia de que o governo e ações internacionais são os métodos adequados para se combater essa ameaça imaginária.
Primeiramente, Gênesis 8:22 relata que Deus promete jamais usar de novo águas de dilúvio como meio de destruir a vida na Terra. Nessa promessa, a Bíblia explicitamente declara: “Enquanto a terra durar, sementeira e sega, e frio e calor, e verão e inverno, e dia e noite, não cessarão.” (Gn 8:22 ACF)
Em outras palavras, não haverá mais dilúvios catastróficos — o resultado que Al Gore promete no futuro próximo como conseqüência do aquecimento global. O que é tão importante é que há outra promessa ali de que frio e calor não hão de cessar. O que isso significa?
Significa que Deus, não o homem, controla a temperatura do mundo. Deus, não o homem, controla o clima. Deus, não o homem, controla o “ecossistema” da terra. Deus, não o homem, controla nosso meio-ambiente.
É muita presunção e arrogância crentes e descrentes igualmente pensarem que o homem controla o destino do planeta que Deus criou para nós. Se fosse assim, ele não nos avisaria? Com todas as profecias da Bíblia, não deveríamos encontrar declarações de que tais questões estão realmente debaixo do nosso controle? Por que, afinal, lemos declarações exatamente opostas na Bíblia inteira?
Não que a Bíblia não nos diga que não há conseqüências para nossas ações no planeta. Aliás, a Bíblia diz com bastante clareza. Mas o que Deus abomina não é a produção de dióxido de carbono. Ele abomina os pecados que as pessoas cometem. Em parte alguma da Bíblia Deus sugere, nem uma única vez, que é pecado produzir CO2. Tenha em mente que o CO2 não é um poluente. É um gás que ocorre naturalmente — tal qual o oxigênio. Deus, não o homem, criou o CO2. E o Deus da natureza ainda produz muito mais CO2 do que o homem. Em Isaías 49, numa passagem que os evangélicos crêem que representa as palavras do próprio Jesus, há outra promessa: de que os que O seguirem jamais pereceriam por causa do calor do sol.
“Nunca terão fome, nem sede, nem o calor, nem o sol os afligirá; porque o que se compadece deles os guiará e os levará mansamente aos mananciais das águas.” (Is 49:10 ACF)
Se o catastrófico aquecimento global representasse uma ameaça real para os crentes, Deus teria feito tal promessa por meio de Isaías? Isso não significa que o calor jamais será usado como instrumento de juízo. Aliás, de acordo com a Bíblia, isso realmente ocorrerá. Lemos em Apocalipse 16:9: “E os homens foram abrasados com grandes calores, e blasfemaram o nome de Deus, que tem poder sobre estas pragas; e não se arrependeram para lhe darem glória”. O que isso significa é que o calor escaldante será usado como juízo contra os descrentes e, o que é mais importante, que Deus — e exclusivamente Deus — tem o poder sobre tais calamidades.
Sim, haverá uma época em que a Terra será destruída — e o mecanismo de destruição que Deus vai empregar será exatamente o calor intenso. Mas não estamos falando de aumento de alguns graus durante os séculos. Estamos falando de calor tão forte que vai derreter os elementos que compõem a Terra. Esse acontecimento virá numa época que se parece muito com a época em que vivemos. O evento vem descrito em 2 Pedro 3:
(3) Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências,
(4) E dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.
(5) Eles voluntariamente ignoram isto, que pela palavra de Deus já desde a antiguidade existiram os céus, e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subsiste.
(6) Pelas quais coisas pereceu o mundo de então, coberto com as águas do dilúvio,
(7) Mas os céus e a terra que agora existem pela mesma palavra se reservam como tesouro, e se guardam para o fogo, até o dia do juízo, e da perdição dos homens ímpios.
(8) Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia.
(9) O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se.
(10) Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão.
(11) Havendo, pois, de perecer todas estas coisas, que pessoas vos convém ser em santo trato, e piedade,
(12) Aguardando, e apressando-vos para a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se desfarão, e os elementos, ardendo, se fundirão?
(13) Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça.
(14) Por isso, amados, aguardando estas coisas, procurai que dele sejais achados imaculados e irrepreensíveis em paz.
Muitos evangélicos de hoje concordam com os mundanos que a maior ameaça à humanidade é representada pelo catastrófico aquecimento global produzido pelo homem. Será que esses evangélicos são imaculados e irrepreensíveis? É burrice e egoísmo puro o homem crer que ele controla o destino da criação de Deus. Mas é ainda mais vergonhoso quando aqueles que afirmam crer em Sua Palavra pregam um falso evangelho de aquecimento global que contradiz diretamente as Escrituras.
Joseph Farah é fundador e diretor de WND.
Traduzido e adaptado por Julio Severo: http://www.juliosevero.com.br ;
Fonte: WND
Certamente, consigo entender o motivo por que pagãos modernos como Al Gore acreditam, apesar da esmagadora evidência científica ao contrário, que o catastrófico aquecimento global produzido pelo homem é a ameaça mais grave ao planeta.
O que não consigo entender é o motivo por que as pessoas que afirmam crer na Bíblia como a infalível e inspirada Palavra de Deus estão acreditando no aquecimento global. Ainda mais difícil de compreender é a razão por que alguns evangélicos se deixaram prender pela idéia de que o governo e ações internacionais são os métodos adequados para se combater essa ameaça imaginária.
Primeiramente, Gênesis 8:22 relata que Deus promete jamais usar de novo águas de dilúvio como meio de destruir a vida na Terra. Nessa promessa, a Bíblia explicitamente declara: “Enquanto a terra durar, sementeira e sega, e frio e calor, e verão e inverno, e dia e noite, não cessarão.” (Gn 8:22 ACF)
Em outras palavras, não haverá mais dilúvios catastróficos — o resultado que Al Gore promete no futuro próximo como conseqüência do aquecimento global. O que é tão importante é que há outra promessa ali de que frio e calor não hão de cessar. O que isso significa?
Significa que Deus, não o homem, controla a temperatura do mundo. Deus, não o homem, controla o clima. Deus, não o homem, controla o “ecossistema” da terra. Deus, não o homem, controla nosso meio-ambiente.
É muita presunção e arrogância crentes e descrentes igualmente pensarem que o homem controla o destino do planeta que Deus criou para nós. Se fosse assim, ele não nos avisaria? Com todas as profecias da Bíblia, não deveríamos encontrar declarações de que tais questões estão realmente debaixo do nosso controle? Por que, afinal, lemos declarações exatamente opostas na Bíblia inteira?
Não que a Bíblia não nos diga que não há conseqüências para nossas ações no planeta. Aliás, a Bíblia diz com bastante clareza. Mas o que Deus abomina não é a produção de dióxido de carbono. Ele abomina os pecados que as pessoas cometem. Em parte alguma da Bíblia Deus sugere, nem uma única vez, que é pecado produzir CO2. Tenha em mente que o CO2 não é um poluente. É um gás que ocorre naturalmente — tal qual o oxigênio. Deus, não o homem, criou o CO2. E o Deus da natureza ainda produz muito mais CO2 do que o homem. Em Isaías 49, numa passagem que os evangélicos crêem que representa as palavras do próprio Jesus, há outra promessa: de que os que O seguirem jamais pereceriam por causa do calor do sol.
“Nunca terão fome, nem sede, nem o calor, nem o sol os afligirá; porque o que se compadece deles os guiará e os levará mansamente aos mananciais das águas.” (Is 49:10 ACF)
Se o catastrófico aquecimento global representasse uma ameaça real para os crentes, Deus teria feito tal promessa por meio de Isaías? Isso não significa que o calor jamais será usado como instrumento de juízo. Aliás, de acordo com a Bíblia, isso realmente ocorrerá. Lemos em Apocalipse 16:9: “E os homens foram abrasados com grandes calores, e blasfemaram o nome de Deus, que tem poder sobre estas pragas; e não se arrependeram para lhe darem glória”. O que isso significa é que o calor escaldante será usado como juízo contra os descrentes e, o que é mais importante, que Deus — e exclusivamente Deus — tem o poder sobre tais calamidades.
Sim, haverá uma época em que a Terra será destruída — e o mecanismo de destruição que Deus vai empregar será exatamente o calor intenso. Mas não estamos falando de aumento de alguns graus durante os séculos. Estamos falando de calor tão forte que vai derreter os elementos que compõem a Terra. Esse acontecimento virá numa época que se parece muito com a época em que vivemos. O evento vem descrito em 2 Pedro 3:
(3) Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências,
(4) E dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.
(5) Eles voluntariamente ignoram isto, que pela palavra de Deus já desde a antiguidade existiram os céus, e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subsiste.
(6) Pelas quais coisas pereceu o mundo de então, coberto com as águas do dilúvio,
(7) Mas os céus e a terra que agora existem pela mesma palavra se reservam como tesouro, e se guardam para o fogo, até o dia do juízo, e da perdição dos homens ímpios.
(8) Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia.
(9) O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se.
(10) Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão.
(11) Havendo, pois, de perecer todas estas coisas, que pessoas vos convém ser em santo trato, e piedade,
(12) Aguardando, e apressando-vos para a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se desfarão, e os elementos, ardendo, se fundirão?
(13) Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça.
(14) Por isso, amados, aguardando estas coisas, procurai que dele sejais achados imaculados e irrepreensíveis em paz.
Muitos evangélicos de hoje concordam com os mundanos que a maior ameaça à humanidade é representada pelo catastrófico aquecimento global produzido pelo homem. Será que esses evangélicos são imaculados e irrepreensíveis? É burrice e egoísmo puro o homem crer que ele controla o destino da criação de Deus. Mas é ainda mais vergonhoso quando aqueles que afirmam crer em Sua Palavra pregam um falso evangelho de aquecimento global que contradiz diretamente as Escrituras.
Joseph Farah é fundador e diretor de WND.
Traduzido e adaptado por Julio Severo: http://www.juliosevero.com.br ;
Fonte: WND
Cinqüenta Evidências do Arrebatamento Pré-Tribulacional
2.4. A Igreja não passará pela tribulação, porque:
1. A Bíblia nunca assim o declarou explicitamente.
2. Ap 1 fala do passado (“as coisas que vistes”); Ap 2,3 do presente (“as coisas que são”) ; Ap 4-22 do futuro (“as coisas que hão de ser”). Depois de Ap 3 a Igreja nunca é mencionada. Em Ap 4 os 24 anciãos (símbolos da igreja local totalizada futura) já estão no trono antes de começar a Tribulação; em Ap 19:8,14 a igreja local totalizada futura VOLTA à terra ao final da Tribulação; logo não estava aqui naquele período!
3. Cristo prometeu aos [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais: “Eu te guardarei da hora da provação” Ap 3:10.
4. Ap 15:1; 16:1,19 dizem que a Grande Tribulação é um período de juízo sobre um mundo ímpio, sobre as igrejas apóstatas, e sobre Israel rebelde. Usam expressões fortíssimas: “flagelo”, “vinho do furor de Deus”, “7 taças da cólera de Deus”! Mas Jo 5:24, Rm 5:9, 1Ts 5:9 nos garantem que o salvo “não entra em juízo”, “não foi destinado para a ira”, e “Jesus nos livra da ira vindoura”.
5. A Grande Tribulação, embora afetando o mundo inteiro, é primordialmente para castigar Israel Jr 30:4-9; Dn 12:1; Mt 24:15,21.
6. Não há nenhum sinal cronológico quanto à vinda de Cristo para arrebatar os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais; mas há muitos sinais cronológicos (“1260”, “2520 dias”, “tempo, tempos e metade de tempo”, “42 meses”, etc.) que se aplicam só a Israel.
7. Dn 9:25-27 profetizou 70 semanas para Israel. Na 69a., Israel rejeitou e crucificou seu Senhor, por isso a “fita VHS” de Israel foi interrompida e acionada a da dispensação das igrejas locais. Completada esta, será reacionada a fita de Israel, para cumprir-se a 70a. semana, a Grande Tribulação, chamada “Tribulação de Jacó” em Dn 12:1; Jr 30:7; Ap 12:7-9. Como os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais não estiveram presente nas primeiras 69 semanas, não estarão na 70a.
8. A trombeta de 1Co 15:52 (instantânea; relacionada com o Arrebatamento) é diferente da de Ap 10:17; 11:15-19 (prolongada Ap 10:7; relacionada com juízo)!
9. José (tipo de Cristo) casou-se com Asená (tipo da Igreja) quando estava rejeitado pelos seus irmãos (tipo de Israel) e antes dos 7 anos de fome Gn 41:45. Enoque foi arrebatado antes do dilúvio Jd 14-16; Gn 5:24; Noé, antes das águas Gn 6; Lc 17:26-27,30; Ló, antes do fogo Gn 19; Lc 17:28-30.
10.Somente quando os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais (“o sal”) forem retirados é que o mundo entrará em completa e veloz putrefação moral e espiritual (2TS 2:67-10).
11.Cada [verdadeiro] crente das [verdadeiras] igrejas locais, o corpo de Cristo, é uma só com Ele e em Ele. Portanto, se os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais passassem pela 70a. semana, o próprio Cristo passaria pelo julgamento e castigo de Deus, o que é impossível Hb 9:25-27.
12.Se algum dos [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais passasse pela Tribulação, como todos lá têm que se sujeitar ao Diabo Ap 13:7, então Cristo estaria sujeito ao Diabo ou deixaria de ser o cabeça de cada [verdadeira] igreja local.
Agora, vejamos o resumo feito pelo Pr. Mike Walls:
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Cinqüenta Evidências do Arrebatamento Pré-Tribulacional
DOUTRINA HISTÓRICA DA IMINÊNCIA
1. As igrejas locais primitivas acreditavam na iminência do retorno do Senhor. Enquanto se pode debater sobre os detalhes de o que os [assim chamados] "pais da igreja" disseram, há uma consistência e unanimidade nas igrejas locais primitivas sobre a iminência do retorno do Senhor para buscar aqueles que verdadeiramente são Seus, sendo tal iminência essencial à posição pré-tribulacional e em oposição a algumas outras posições.
2. A posição pré-tribulacional é a ÚNICA que verdadeiramente ensina a iminência do retorno do Senhor para buscar os [verdadeiros] crentes da dispensação das igrejas locais.
3. O fato de haver maior desenvolvimento da doutrina pré-tribulacional nos últimos séculos não a impede de provir dos primeiros séculos [mesmo que não usasse a terminologia de hoje]. Nos primeiros anos das igrejas locais pode-se observar o desenvolvimento das grandes doutrinas fundacionais sobre a Trindade, sobre a Deidade do Filho, sobre Cristo ser o Deus-homem, sobre o cânon das Escrituras, etc. Após os concílios das igrejas primitivas [mesmo que já com o fermento da hierarquia e outros males que foram as raízes para o papismo] há um tempo de declínio com a igreja corporativa mergulhando em grande apostasia. Os ensinamentos daquele tempo são construídos sobre muitas das heresias de Agostinho. Quando veio a Reforma, houve um período de restabelecimento das doutrinas fundacionais da salvação. Agora, nestes últimos dias há a habilidade e a necessidade da igrejas locais entender melhor as doutrinas da escatologia, e o Espírito está continuando o Seu ministério de guiar as igrejas locais em toda a verdade.
4. A exortação a sermos confortados pela “vinda do Senhor” (1Tess 4:18) só é válida no contexto da visão pré-tribulacional. Poderia mesmo ser uma coisa temerosa numa visão pós-tribulacional.
“Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.” (1Ts 4:18)
5. Somos exortados a [com feliz expectativa] olharmos para e aguardarmos a “Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Salvador Jesus Cristo;” (Tt 2:13)
Se há algum evento profético (isto é: a Tribulação) a ocorrer antes disso, então esta passagem é sem sentido.
6. Novamente, devemos “nos purificar” à vista desta vinda (1Jo 3:2-3). Se esta vinda não é iminente, então esta passagem é sem sentido. “2 Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos. 3 E qualquer que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também ele é puro.” (1Jo 3:2-3)
7. Foi dito aos crentes da dispensação das igrejas locais para *apenas* [com feliz expectativa] olharem para (e aguardarem pela) a Vinda de Cristo. É para Israel e é para os santos a serem salvos durante a Tribulação que foi dito para [em expectativa] olharem para (e procurarem por) sinais.
NATUREZA DAS IGREJAS LOCAIS
(As pessoas que não entendem a natureza das igrejas locais como únicas no programa de Deus estarão continuamente confusas sobre a natureza da volta de Cristo para receber os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais).
8. O Translado dos [verdadeiros] crentes da dispensação das igrejas locais nunca é mencionado em nenhum contexto que fale da Segunda Vinda de Cristo ao final da Tribulação.
9. Os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais “não são indicadas para a ira” (Ro 5:9; 1 Tes 1:9-10). Portanto, os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais não podem entrar no “grande dia de Sua ira”.
“Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira.” (Rm 5:9)
“9 Porque eles mesmos anunciam de nós qual a entrada que tivemos para convosco, e como dos ídolos vos convertestes a Deus, para servir o Deus vivo e verdadeiro, 10 E esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura.” (1Ts 1:9-10)
10. Os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais não serão “destruídos pelo Dia do Senhor” (1Tes 5:1-9) (Dia do Senhor é outro nome para a Grande Tribulação.)
“1 ¶ Mas, irmãos, acerca dos tempos e das estações, não necessitais de que se vos escreva; 2 Porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; 3 Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobre-virá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão. 4 Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão; 5 Porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas. 6 ¶ Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios; 7 Porque os que dormem, dormem de noite, e os que se embebedam, embebedam-se de noite. 8 Mas nós, que somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da fé e do amor, e tendo por capacete a esperança da salvação; 9 Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo,” (1Ts 5:1-9)
11. Os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais serão “preservados da hora da provação que há de vir sobre todo o mundo." (Ap 3:10)
“Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra.” (Ap 3:10)
12. O [verdadeiro] crente escapará da Tribulação (Lc 21:36). [Mas é possível que esta passagem se refira mais propriamente aos salvos durante a tribulação. Hélio]
“Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem.” (Lc 21:36)
13. É do caráter de Deus livrar os Seus dos tempos das provas. (Lembremos de Noé, Ló, Raabe, Israel, etc).
14. Está claro que há um intervalo de tempo entre o Translado dos [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais e o retorno de Cristo. (Jo 14:3).
“E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.” (Jo 14:3)
15. Somente a posição pré-tribulacional não divide o Corpo de Cristo de acordo com um princípio baseado em obras, como tão claramente faz o Arrebatamento Parcial (e outras posições, em menor proporção). O Arrebatamento Pré-Tribulacional dará um grande final, em clímax, ao grande plano de salvação só pela graça.
16. As Escrituras são inflexíveis quanto à igreja local totalizada futura ser sem divisões e ser indivisível. Na presente dispensação cada uma das [verdadeiras] igrejas locais está dividida em trigo e joio [impossíveis de serem diferenciados com toda segurança] e está dividida pela velha natureza dos crentes que neles continua presente. Quando formos glorificados na vinda de Cristo, a igreja local totalizada futura não terá divisões entre membros nem dentro de cada membro.
17. O piedoso grupo remanescente da Tribulação tem os atributos visto em Israel do Antigo Testamento e não nas igrejas locais. Os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais não estão presentes nas profecias de Apocalipse.
18. A visão pré-tribulacionista, diferentemente da visão pós-tribulacionista, não confunde termos (tais como "eleitos" e "santos") que se aplicam aos crentes de todas as épocas, em oposição a termos (tais como "igreja [local]" e "em Cristo") que se aplicam somente aos que são "o corpo de Cristo" e referem-se a esta dispensação.
A OBRA DO ESPÍRITO SANTO
19. O Santo Espírito é o Restringente do mal no mundo. Conforme profetizado, Ele não pode ser removido do mundo a menos que todos os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais, que são moradia do Espírito Santo, sejam também removidos.
20. O Espírito Santo será removido antes de “o iníquo” ser revelado. Esse iníquo será certamente revelado na Tribulação. De fato, a Tribulação começa com a assinatura da aliança entre esse iníquo e Israel. Esse ato o revelará.
21. A “apostasia” em 2Ts 2:3 seria melhor entendido em seu contexto como “a partida”. Esta é uma referência à partida do Espírito Santo como habitando a [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais.
“Que ninguém vos engane, segundo maneira nenhuma: porque não será assim sem que primeiramente venha a retirada (dos crentes) {*}, e tenha sido revelado o homem do pecado, o filho da perdição” (2Ts 2:3, tradução literal e harmônica com a KJV)
Nota de Hélio: “a RETIRADA (dos crentes)”: O grego "646 apostasia" muitas vezes não significa "apostasia DA FÉ".
. Quando aparece isoladamente (sem ser seguida de "da fé"), então “646 apostasia” somente significa "SEPARAÇÃO" ou "RETIRADA", e é o contexto que esclarece a que ela se refere: em At 21:21, é "separar [de Moisés]"; somente em 1Ti 4:1 (acompanhado de "da fé"), é que "aposthsontai tinev thv pistewv" deve ser entendido como "alguns se separarão da fé" ou "alguns apostatarão da fé".
. A palavra relacionada "apostasion" é "carta de separação [divórcio]" em Mt 5:31 e 19:7 e Mr 10:4.
. A palavra relacionada "868 aphistemi" é "separar [do Templo]" em Lc 2:37; é "ausentar" em Lc 4:13; é "apartar" em Lc 13:27 e At 12:10 e 15:38 e 22:29 e 1Ti 6:5 e 2Ti 2:19 e He 3:12; é "levar" em At 5:37; é "deixar" em At 5:38; é "retirar" em At 19:9, e é "desviar" em 2Co 12:8.
Portanto, neste presente verso 2Te 2:3, tudo indica que "646 apostasia" se refere ao ARREBATAMENTO dos verdadeiros salvos da dispensação das assembléias, se refere à retirada deles para fora deste mundo.
- Todas as 7 traduções (e respeitamos muitíssimo a Tyndale-1522) da Bíblia para o inglês anteriores à KJV traduziram “646 apostasia” para “partida”, somente à partir da KJV-1611, infelizmente, a palavra foi transliterada ao invés de traduzida, isto sempre tem o perigo de causar confusão...
22. A obra do Espírito Santo toma os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais e os torna como Cristo no aspecto em que eles [sem revolta] se submetem à morte e à perseguição. Em oposição a isto, os santos do AT (veja muitos dos Salmos) e os santos da Tribulação gritam por vingança (Ap 6:10).
“E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?” (Ap 6:10)
O ARGUMENTO HERMENÊUTICO
23. Somente a visão pré-tribulacional permite uma interpretação verdadeiramente literal em todas as passagens do AT e NT a respeito da Grande Tribulação.
24. Somente a posição pré-tribulacional distingue claramente entre as igrejas locais e Israel, e reconhece como Deus lida diferentemente com cada um deles. Isto exige um intervalo de tempo entre o Arrebatamento e a Segunda Vinda de Cristo, sendo esse tempo chamado de a Tribulação (a Septuagésima Semana de Daniel), um tempo destinado exclusivamente ao castigo aos judeus e gentios que recusaram Cristo.
25. Todos os crentes devem comparecer diante do Trono do Julgamento de Cristo (2Cor 5:10). Este evento nunca é mencionado nos relatos dos eventos em torno da Segunda Vinda.
“Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal.” (2Co 5:10)
26. Os “vinte e quatro anciãos” em Ap 4:1-5; 5:14 são representantes da igreja local totalizada futura. Portanto, é necessário que esta igreja local totalizada futura, individida e indivisível, em seu número e constituição finais e totais, seja reunida em glória antes dos eventos da Tribulação.
“4:1 ¶ Depois destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu; e a primeira voz que, como de trombeta, ouvira falar comigo, disse: Sobe aqui, e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer. 2 E logo fui arrebatado no Espírito, e eis que um trono estava posto no céu, e um assentado sobre o trono. 3 E o que estava assentado era, na aparência, semelhante à pedra jaspe e sardônica; e o arco celeste estava ao redor do trono, e parecia semelhante à esmeralda. 4 E ao redor do trono havia vinte e quatro tronos; e vi assentados sobre os tronos vinte e quatro anciãos vestidos de vestes brancas; e tinham sobre suas cabeças coroas de ouro. 5 E do trono saíam relâmpagos, e trovões, e vozes; e diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais são os sete espíritos de Deus.” ... 5:14 “E os quatro animais diziam: Amém. E os vinte e quatro anciãos prostraram-se, e adoraram ao que vive para todo o sempre.” (Ap 4:1-5;5:14)
27. Há claramente uma vinda de Cristo somente para a Sua noiva, antes da Sua Segunda Vinda à terra. Ap 19:7-10.
“7 Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou. 8 E foi-lhe dado que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente; porque o linho fino são as justiças dos santos. 9 E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E disse-me: Estas são as verdadeiras palavras de Deus. 10 E eu lancei-me a seus pés para o adorar; mas ele disse-me: Olha não faças tal; sou teu conservo, e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus. Adora a Deus; porque o testemunho de Jesus é o espírito de profecia.” (Ap 19:7-10)
28. Os santos salvos durante a Tribulação não são transladados [nem glorificados] na Segunda Vinda de Cristo mas, durante o Milênio, executam atividades normais. Elas incluem especificamente agricultura, construção e procriação (Is 65:20-25).
“20 Não haverá mais nela criança de poucos dias, nem velho que não cumpra os seus dias; porque o menino morrerá de cem anos; porém o pecador de cem anos será amaldiçoado. 21 E edificarão casas, e as habitarão; e plantarão vinhas, e comerão o seu fruto. 22 Não edificarão para que outros habitem; não plantarão para que outros comam; porque os dias do meu povo serão como os dias da árvore, e os meus eleitos gozarão das obras das suas mãos. 23 Não trabalharão debalde, nem terão filhos para a perturbação; porque são a posteridade bendita do SENHOR, e os seus descendentes estarão com eles. 24 E será que antes que clamem eu responderei; estando eles ainda falando, eu os ouvirei. 25 O lobo e o cordeiro se apascentarão juntos, e o leão comerá palha como o boi; e pó será a comida da serpente. Não farão mal nem dano algum em todo o meu santo monte, diz o SENHOR.” (Is 65:20-25)
29. O Julgamento das nações gentílicas, o qual se segue à Segunda Vinda (Mt 25:31-46), indica que os salvos e os perdidos estão cada um num corpo natural, o que seria impossível se o Translado ocorresse na Segunda Vinda.
“31 ¶ E quando o Filho do homem vier em sua glória, e todos os santos anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória; 32 E todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas; 33 E porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda. 34 Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; 35 Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; 36 Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me. 37 Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? 38 E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos? 39 E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te? 40 E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. 41 Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos; 42 Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; 43 Sendo estrangeiro, não me recolhestes; estando nu, não me vestistes; e enfermo, e na prisão, não me visitastes. 44 Então eles também lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou estrangeiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos? 45 Então lhes responderá, dizendo: Em verdade vos digo que, quando a um destes pequeninos o não fizestes, não o fizestes a mim. 46 E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna.” (Mt 25:31-46)
30. Se o Translado ocorresse ao mesmo tempo que a Segunda Vinda, não haveria necessidade de separar as ovelhas dos bodes no julgamento subseqüente. O ato do Translado já fez a separação.
31. O Julgamento de Israel (Ez 20:34-38) ocorre após a Segunda Vinda e requer um Israel re-unido. Novamente, a separação dos salvos e dos perdidos seria desnecessária se todos os salvos tivessem sido previamente separados por um translado na Segunda Vinda.
“34 E vos tirarei dentre os povos, e vos congregarei das terras nas quais andais espalhados, com mão forte, e com braço estendido, e com indignação derramada. 35 E vos levarei ao deserto dos povos; e ali face a face entrarei em juízo convosco; 36 Como entrei em juízo com vossos pais, no deserto da terra do Egito, assim entrarei em juízo convosco, diz o Senhor DEUS. 37 Também vos farei passar debaixo da vara, e vos farei entrar no vínculo da aliança. 38 E separarei dentre vós os rebeldes, e os que transgrediram contra mim; da terra das suas peregrinações os tirarei, mas à terra de Israel não voltarão; e sabereis que eu sou o SENHOR.” (Ez 20:34-38)
DIFERENÇAS ENTRE O ARREBATAMENTO E A SEGUNDA VINDA
32. No Arrebatamento, os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais encontram Cristo no ar. Na Segunda Vinda, Cristo retorna ao Monte das Oliveiras.
33. No tempo do Arrebatamento, o Monte das Oliveiras está não será mudado. Na Segunda Vinda ele está dividido formando um vale a leste de Jerusalém.
34. No tempo do Arrebatamento, os santos são transladados. Nenhum dos santos é transladado no tempo da Segunda Vinda.
35. No tempo do Arrebatamento, o mundo não é julgado pelo pecado, mas desce cada vez mais profundamente no pecado. Na Segunda Vinda, o mundo é julgado pelo Rei dos Reis.
36. O Translado dos [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais é representado como uma libertação do dia da ira, enquanto a vinda de Cristo é a libertação dos que sofreram sob grave Tribulação.
37. O Arrebatamento é iminente [pode ocorrer a qualquer segundo, sem necessidade de condições nem sinais] enquanto há sinais específicos que têm que preceder a Segunda Vinda.
38. O Translado dos crentes vivos é uma verdade revelada apenas no NT. A Segunda Vinda com os eventos que a circundam é proeminente no AT e NT.
39. O Arrebatamento é apenas para os salvos, enquanto a Tribulação e a Segunda Vinda diz respeito ao mundo todo.
40. Nenhuma profecia não cumprida permanece entre os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais e o Arrebatamento. Mas muitos sinais têm que ser cumpridos antes da Segunda Vinda de Cristo.
41. Nenhuma passagem do AT e do NT diz respeito à ressurreição dos santos na Segunda Vinda nem menciona o Translado dos santos vivos no mesmo tempo.
A NATUREZA DA TRIBULAÇÃO
42. Somente a visão pré-tribulacional mantém a distinção entre a “Grande Tribulação” e as tribulações em geral que experimentamos.
43. A Grande Tribulação é adequadamente entendida na visão pré-tribulacional como uma preparação para a restauração de Israel. (Dt 4:29-30. Jer 30:4-11, Dan 9:24-27, Dan 12:1-2)
“29 Então dali buscarás ao SENHOR teu Deus, e o acharás, quando o buscares de todo o teu coração e de toda a tua alma. 30 Quando estiverdes em angústia, e todas estas coisas te alcançarem, então nos últimos dias voltarás para o SENHOR teu Deus, e ouvirás a sua voz.” (Dt 4:29-30)
“4 E estas são as palavras que disse o SENHOR, acerca de Israel e de Judá. 5 Porque assim diz o SENHOR: Ouvimos uma voz de tremor, de temor mas não de paz. 6 Perguntai, pois, e vede, se um homem pode dar à luz. Por que, pois, vejo a cada homem com as mãos sobre os lombos como a que está dando à luz? e por que se tornaram pálidos todos os rostos? 7 Ah! porque aquele dia é tão grande, que não houve outro semelhante; e é tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será salvo dela. 8 Porque será naquele dia, diz o SENHOR dos Exércitos, que eu quebrarei o seu jugo de sobre o teu pescoço, e quebrarei os teus grilhões; e nunca mais se servirão dele os estrangeiros. 9 Mas servirão ao SENHOR, seu Deus, como também a Davi, seu rei, que lhes levantarei. 10 ¶ Não temas, pois, tu, ó meu servo Jacó, diz o SENHOR, nem te espantes, ó Israel; porque eis que te livrarei de terras de longe, e à tua descendência da terra do seu cativeiro; e Jacó voltará, e descansará, e ficará em sossego, e não haverá quem o atemorize. 11 Porque eu sou contigo, diz o SENHOR, para te salvar; porquanto darei fim a todas as nações entre as quais te espalhei; a ti, porém, não darei fim, mas castigar-te-ei com medida, e de todo não te terei por inocente.” (Jr 30:4-11)
“24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. 25 Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. 26 E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. 27 E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador.” (Dn 9:24-27)
“1 ¶ E naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro. 2 E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno.” (Dn 12:1-2)
44. Em nenhuma passagem do AT que discute a Tribulação, as igrejas locais são mencionadas.
45. Em nenhuma passagem do NT que discute a Tribulação, as igrejas locais são mencionadas.
46. Em contraste com as posições que vêem o Arrebatamento como midi-tribulacional ou pré-ira, a visão pré-tribulacional oferece uma explicação adequada para o começo da Grande Tribulação em Ap. 6. Essas outras duas posições, errôneas, são claramente refutadas pelo claro ensinamento das Escrituras de que a Grande Tribulação começa muito tempo antes da 7ªtrombeta em Ap.11.
47. Não há fundamento adequado para a firmação de que a 7ªtrombeta de Apocalipse 11 é a última trombeta de 1Cor 15. Quem afirma isso o faz com base somente em suposição. A visão pré-tribulacional mantém a distinção própria entre as trombetas proféticas do Arrebatamento dos verdadeiros crentes da dispensação das igrejas locais e as trombetas da Tribulação.
1Co 15:52 Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.
Ap 11:15 E o sétimo anjo tocou a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre.
48. A unidade da Septuagésima semana de Daniel é mantida pela visão pré-tribulacional. Em contraste, a visão midi-tribulacional destrói esta unidade e confunde o programa para Israel com o programa para as igrejas locais. A visão pós-tribulacional nega o claro ensinamento das 70 semanas, subvertendo-o em alguma forma de alegoria.
“24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. 25 Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. 26 E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. 27 E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador.” (Dn 9:24-27)
49. A reunião dos santos após a Tribulação é feita por anjos (Mt 25:31-46; ), enquanto a reunião dos [verdadeiros] crentes das verdadeiras igrejas locais é feita pelo “mesmo Senhor”.
Mt 13:39 O inimigo, que o semeou, é o diabo; e a ceifa é o fim do mundo; e os ceifeiros são os anjos.
Mt 13:41 Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles colherão do seu reino tudo o que causa escândalo, e os que cometem iniqüidade.
Mt 13:49 Assim será na consumação dos séculos: virão os anjos, e separarão os maus de entre os justos,
Mt 24:31 E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus.
“13 ¶ Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança. 14 Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele. 15 Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. 16 Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. 17 Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.” (1Ts 4:13-17)
50. Ap 22:17-20 “17 E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida. 18 Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro; 19 E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro. 20 ¶ Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus.” (Ap 22:17-20)
Autor: Pastor Mike Walls
Freedom Baptist Church Smithfield , NC
a King James Bible church
Is 41:10
Traduzido por: Jeanne Rangel,
Modificado e adaptado por Hélio de Menezes Silva,
1. A Bíblia nunca assim o declarou explicitamente.
2. Ap 1 fala do passado (“as coisas que vistes”); Ap 2,3 do presente (“as coisas que são”) ; Ap 4-22 do futuro (“as coisas que hão de ser”). Depois de Ap 3 a Igreja nunca é mencionada. Em Ap 4 os 24 anciãos (símbolos da igreja local totalizada futura) já estão no trono antes de começar a Tribulação; em Ap 19:8,14 a igreja local totalizada futura VOLTA à terra ao final da Tribulação; logo não estava aqui naquele período!
3. Cristo prometeu aos [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais: “Eu te guardarei da hora da provação” Ap 3:10.
4. Ap 15:1; 16:1,19 dizem que a Grande Tribulação é um período de juízo sobre um mundo ímpio, sobre as igrejas apóstatas, e sobre Israel rebelde. Usam expressões fortíssimas: “flagelo”, “vinho do furor de Deus”, “7 taças da cólera de Deus”! Mas Jo 5:24, Rm 5:9, 1Ts 5:9 nos garantem que o salvo “não entra em juízo”, “não foi destinado para a ira”, e “Jesus nos livra da ira vindoura”.
5. A Grande Tribulação, embora afetando o mundo inteiro, é primordialmente para castigar Israel Jr 30:4-9; Dn 12:1; Mt 24:15,21.
6. Não há nenhum sinal cronológico quanto à vinda de Cristo para arrebatar os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais; mas há muitos sinais cronológicos (“1260”, “2520 dias”, “tempo, tempos e metade de tempo”, “42 meses”, etc.) que se aplicam só a Israel.
7. Dn 9:25-27 profetizou 70 semanas para Israel. Na 69a., Israel rejeitou e crucificou seu Senhor, por isso a “fita VHS” de Israel foi interrompida e acionada a da dispensação das igrejas locais. Completada esta, será reacionada a fita de Israel, para cumprir-se a 70a. semana, a Grande Tribulação, chamada “Tribulação de Jacó” em Dn 12:1; Jr 30:7; Ap 12:7-9. Como os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais não estiveram presente nas primeiras 69 semanas, não estarão na 70a.
8. A trombeta de 1Co 15:52 (instantânea; relacionada com o Arrebatamento) é diferente da de Ap 10:17; 11:15-19 (prolongada Ap 10:7; relacionada com juízo)!
9. José (tipo de Cristo) casou-se com Asená (tipo da Igreja) quando estava rejeitado pelos seus irmãos (tipo de Israel) e antes dos 7 anos de fome Gn 41:45. Enoque foi arrebatado antes do dilúvio Jd 14-16; Gn 5:24; Noé, antes das águas Gn 6; Lc 17:26-27,30; Ló, antes do fogo Gn 19; Lc 17:28-30.
10.Somente quando os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais (“o sal”) forem retirados é que o mundo entrará em completa e veloz putrefação moral e espiritual (2TS 2:67-10).
11.Cada [verdadeiro] crente das [verdadeiras] igrejas locais, o corpo de Cristo, é uma só com Ele e em Ele. Portanto, se os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais passassem pela 70a. semana, o próprio Cristo passaria pelo julgamento e castigo de Deus, o que é impossível Hb 9:25-27.
12.Se algum dos [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais passasse pela Tribulação, como todos lá têm que se sujeitar ao Diabo Ap 13:7, então Cristo estaria sujeito ao Diabo ou deixaria de ser o cabeça de cada [verdadeira] igreja local.
Agora, vejamos o resumo feito pelo Pr. Mike Walls:
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Cinqüenta Evidências do Arrebatamento Pré-Tribulacional
DOUTRINA HISTÓRICA DA IMINÊNCIA
1. As igrejas locais primitivas acreditavam na iminência do retorno do Senhor. Enquanto se pode debater sobre os detalhes de o que os [assim chamados] "pais da igreja" disseram, há uma consistência e unanimidade nas igrejas locais primitivas sobre a iminência do retorno do Senhor para buscar aqueles que verdadeiramente são Seus, sendo tal iminência essencial à posição pré-tribulacional e em oposição a algumas outras posições.
2. A posição pré-tribulacional é a ÚNICA que verdadeiramente ensina a iminência do retorno do Senhor para buscar os [verdadeiros] crentes da dispensação das igrejas locais.
3. O fato de haver maior desenvolvimento da doutrina pré-tribulacional nos últimos séculos não a impede de provir dos primeiros séculos [mesmo que não usasse a terminologia de hoje]. Nos primeiros anos das igrejas locais pode-se observar o desenvolvimento das grandes doutrinas fundacionais sobre a Trindade, sobre a Deidade do Filho, sobre Cristo ser o Deus-homem, sobre o cânon das Escrituras, etc. Após os concílios das igrejas primitivas [mesmo que já com o fermento da hierarquia e outros males que foram as raízes para o papismo] há um tempo de declínio com a igreja corporativa mergulhando em grande apostasia. Os ensinamentos daquele tempo são construídos sobre muitas das heresias de Agostinho. Quando veio a Reforma, houve um período de restabelecimento das doutrinas fundacionais da salvação. Agora, nestes últimos dias há a habilidade e a necessidade da igrejas locais entender melhor as doutrinas da escatologia, e o Espírito está continuando o Seu ministério de guiar as igrejas locais em toda a verdade.
4. A exortação a sermos confortados pela “vinda do Senhor” (1Tess 4:18) só é válida no contexto da visão pré-tribulacional. Poderia mesmo ser uma coisa temerosa numa visão pós-tribulacional.
“Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.” (1Ts 4:18)
5. Somos exortados a [com feliz expectativa] olharmos para e aguardarmos a “Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Salvador Jesus Cristo;” (Tt 2:13)
Se há algum evento profético (isto é: a Tribulação) a ocorrer antes disso, então esta passagem é sem sentido.
6. Novamente, devemos “nos purificar” à vista desta vinda (1Jo 3:2-3). Se esta vinda não é iminente, então esta passagem é sem sentido. “2 Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos. 3 E qualquer que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também ele é puro.” (1Jo 3:2-3)
7. Foi dito aos crentes da dispensação das igrejas locais para *apenas* [com feliz expectativa] olharem para (e aguardarem pela) a Vinda de Cristo. É para Israel e é para os santos a serem salvos durante a Tribulação que foi dito para [em expectativa] olharem para (e procurarem por) sinais.
NATUREZA DAS IGREJAS LOCAIS
(As pessoas que não entendem a natureza das igrejas locais como únicas no programa de Deus estarão continuamente confusas sobre a natureza da volta de Cristo para receber os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais).
8. O Translado dos [verdadeiros] crentes da dispensação das igrejas locais nunca é mencionado em nenhum contexto que fale da Segunda Vinda de Cristo ao final da Tribulação.
9. Os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais “não são indicadas para a ira” (Ro 5:9; 1 Tes 1:9-10). Portanto, os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais não podem entrar no “grande dia de Sua ira”.
“Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira.” (Rm 5:9)
“9 Porque eles mesmos anunciam de nós qual a entrada que tivemos para convosco, e como dos ídolos vos convertestes a Deus, para servir o Deus vivo e verdadeiro, 10 E esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura.” (1Ts 1:9-10)
10. Os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais não serão “destruídos pelo Dia do Senhor” (1Tes 5:1-9) (Dia do Senhor é outro nome para a Grande Tribulação.)
“1 ¶ Mas, irmãos, acerca dos tempos e das estações, não necessitais de que se vos escreva; 2 Porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; 3 Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobre-virá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão. 4 Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão; 5 Porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas. 6 ¶ Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios; 7 Porque os que dormem, dormem de noite, e os que se embebedam, embebedam-se de noite. 8 Mas nós, que somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da fé e do amor, e tendo por capacete a esperança da salvação; 9 Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo,” (1Ts 5:1-9)
11. Os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais serão “preservados da hora da provação que há de vir sobre todo o mundo." (Ap 3:10)
“Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra.” (Ap 3:10)
12. O [verdadeiro] crente escapará da Tribulação (Lc 21:36). [Mas é possível que esta passagem se refira mais propriamente aos salvos durante a tribulação. Hélio]
“Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem.” (Lc 21:36)
13. É do caráter de Deus livrar os Seus dos tempos das provas. (Lembremos de Noé, Ló, Raabe, Israel, etc).
14. Está claro que há um intervalo de tempo entre o Translado dos [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais e o retorno de Cristo. (Jo 14:3).
“E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.” (Jo 14:3)
15. Somente a posição pré-tribulacional não divide o Corpo de Cristo de acordo com um princípio baseado em obras, como tão claramente faz o Arrebatamento Parcial (e outras posições, em menor proporção). O Arrebatamento Pré-Tribulacional dará um grande final, em clímax, ao grande plano de salvação só pela graça.
16. As Escrituras são inflexíveis quanto à igreja local totalizada futura ser sem divisões e ser indivisível. Na presente dispensação cada uma das [verdadeiras] igrejas locais está dividida em trigo e joio [impossíveis de serem diferenciados com toda segurança] e está dividida pela velha natureza dos crentes que neles continua presente. Quando formos glorificados na vinda de Cristo, a igreja local totalizada futura não terá divisões entre membros nem dentro de cada membro.
17. O piedoso grupo remanescente da Tribulação tem os atributos visto em Israel do Antigo Testamento e não nas igrejas locais. Os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais não estão presentes nas profecias de Apocalipse.
18. A visão pré-tribulacionista, diferentemente da visão pós-tribulacionista, não confunde termos (tais como "eleitos" e "santos") que se aplicam aos crentes de todas as épocas, em oposição a termos (tais como "igreja [local]" e "em Cristo") que se aplicam somente aos que são "o corpo de Cristo" e referem-se a esta dispensação.
A OBRA DO ESPÍRITO SANTO
19. O Santo Espírito é o Restringente do mal no mundo. Conforme profetizado, Ele não pode ser removido do mundo a menos que todos os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais, que são moradia do Espírito Santo, sejam também removidos.
20. O Espírito Santo será removido antes de “o iníquo” ser revelado. Esse iníquo será certamente revelado na Tribulação. De fato, a Tribulação começa com a assinatura da aliança entre esse iníquo e Israel. Esse ato o revelará.
21. A “apostasia” em 2Ts 2:3 seria melhor entendido em seu contexto como “a partida”. Esta é uma referência à partida do Espírito Santo como habitando a [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais.
“Que ninguém vos engane, segundo maneira nenhuma: porque não será assim sem que primeiramente venha a retirada (dos crentes) {*}, e tenha sido revelado o homem do pecado, o filho da perdição” (2Ts 2:3, tradução literal e harmônica com a KJV)
Nota de Hélio: “a RETIRADA (dos crentes)”: O grego "646 apostasia" muitas vezes não significa "apostasia DA FÉ".
. Quando aparece isoladamente (sem ser seguida de "da fé"), então “646 apostasia” somente significa "SEPARAÇÃO" ou "RETIRADA", e é o contexto que esclarece a que ela se refere: em At 21:21, é "separar [de Moisés]"; somente em 1Ti 4:1 (acompanhado de "da fé"), é que "aposthsontai tinev thv pistewv" deve ser entendido como "alguns se separarão da fé" ou "alguns apostatarão da fé".
. A palavra relacionada "apostasion" é "carta de separação [divórcio]" em Mt 5:31 e 19:7 e Mr 10:4.
. A palavra relacionada "868 aphistemi" é "separar [do Templo]" em Lc 2:37; é "ausentar" em Lc 4:13; é "apartar" em Lc 13:27 e At 12:10 e 15:38 e 22:29 e 1Ti 6:5 e 2Ti 2:19 e He 3:12; é "levar" em At 5:37; é "deixar" em At 5:38; é "retirar" em At 19:9, e é "desviar" em 2Co 12:8.
Portanto, neste presente verso 2Te 2:3, tudo indica que "646 apostasia" se refere ao ARREBATAMENTO dos verdadeiros salvos da dispensação das assembléias, se refere à retirada deles para fora deste mundo.
- Todas as 7 traduções (e respeitamos muitíssimo a Tyndale-1522) da Bíblia para o inglês anteriores à KJV traduziram “646 apostasia” para “partida”, somente à partir da KJV-1611, infelizmente, a palavra foi transliterada ao invés de traduzida, isto sempre tem o perigo de causar confusão...
22. A obra do Espírito Santo toma os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais e os torna como Cristo no aspecto em que eles [sem revolta] se submetem à morte e à perseguição. Em oposição a isto, os santos do AT (veja muitos dos Salmos) e os santos da Tribulação gritam por vingança (Ap 6:10).
“E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?” (Ap 6:10)
O ARGUMENTO HERMENÊUTICO
23. Somente a visão pré-tribulacional permite uma interpretação verdadeiramente literal em todas as passagens do AT e NT a respeito da Grande Tribulação.
24. Somente a posição pré-tribulacional distingue claramente entre as igrejas locais e Israel, e reconhece como Deus lida diferentemente com cada um deles. Isto exige um intervalo de tempo entre o Arrebatamento e a Segunda Vinda de Cristo, sendo esse tempo chamado de a Tribulação (a Septuagésima Semana de Daniel), um tempo destinado exclusivamente ao castigo aos judeus e gentios que recusaram Cristo.
25. Todos os crentes devem comparecer diante do Trono do Julgamento de Cristo (2Cor 5:10). Este evento nunca é mencionado nos relatos dos eventos em torno da Segunda Vinda.
“Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal.” (2Co 5:10)
26. Os “vinte e quatro anciãos” em Ap 4:1-5; 5:14 são representantes da igreja local totalizada futura. Portanto, é necessário que esta igreja local totalizada futura, individida e indivisível, em seu número e constituição finais e totais, seja reunida em glória antes dos eventos da Tribulação.
“4:1 ¶ Depois destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu; e a primeira voz que, como de trombeta, ouvira falar comigo, disse: Sobe aqui, e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer. 2 E logo fui arrebatado no Espírito, e eis que um trono estava posto no céu, e um assentado sobre o trono. 3 E o que estava assentado era, na aparência, semelhante à pedra jaspe e sardônica; e o arco celeste estava ao redor do trono, e parecia semelhante à esmeralda. 4 E ao redor do trono havia vinte e quatro tronos; e vi assentados sobre os tronos vinte e quatro anciãos vestidos de vestes brancas; e tinham sobre suas cabeças coroas de ouro. 5 E do trono saíam relâmpagos, e trovões, e vozes; e diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais são os sete espíritos de Deus.” ... 5:14 “E os quatro animais diziam: Amém. E os vinte e quatro anciãos prostraram-se, e adoraram ao que vive para todo o sempre.” (Ap 4:1-5;5:14)
27. Há claramente uma vinda de Cristo somente para a Sua noiva, antes da Sua Segunda Vinda à terra. Ap 19:7-10.
“7 Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou. 8 E foi-lhe dado que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente; porque o linho fino são as justiças dos santos. 9 E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E disse-me: Estas são as verdadeiras palavras de Deus. 10 E eu lancei-me a seus pés para o adorar; mas ele disse-me: Olha não faças tal; sou teu conservo, e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus. Adora a Deus; porque o testemunho de Jesus é o espírito de profecia.” (Ap 19:7-10)
28. Os santos salvos durante a Tribulação não são transladados [nem glorificados] na Segunda Vinda de Cristo mas, durante o Milênio, executam atividades normais. Elas incluem especificamente agricultura, construção e procriação (Is 65:20-25).
“20 Não haverá mais nela criança de poucos dias, nem velho que não cumpra os seus dias; porque o menino morrerá de cem anos; porém o pecador de cem anos será amaldiçoado. 21 E edificarão casas, e as habitarão; e plantarão vinhas, e comerão o seu fruto. 22 Não edificarão para que outros habitem; não plantarão para que outros comam; porque os dias do meu povo serão como os dias da árvore, e os meus eleitos gozarão das obras das suas mãos. 23 Não trabalharão debalde, nem terão filhos para a perturbação; porque são a posteridade bendita do SENHOR, e os seus descendentes estarão com eles. 24 E será que antes que clamem eu responderei; estando eles ainda falando, eu os ouvirei. 25 O lobo e o cordeiro se apascentarão juntos, e o leão comerá palha como o boi; e pó será a comida da serpente. Não farão mal nem dano algum em todo o meu santo monte, diz o SENHOR.” (Is 65:20-25)
29. O Julgamento das nações gentílicas, o qual se segue à Segunda Vinda (Mt 25:31-46), indica que os salvos e os perdidos estão cada um num corpo natural, o que seria impossível se o Translado ocorresse na Segunda Vinda.
“31 ¶ E quando o Filho do homem vier em sua glória, e todos os santos anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória; 32 E todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas; 33 E porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda. 34 Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; 35 Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; 36 Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me. 37 Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? 38 E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos? 39 E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te? 40 E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. 41 Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos; 42 Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; 43 Sendo estrangeiro, não me recolhestes; estando nu, não me vestistes; e enfermo, e na prisão, não me visitastes. 44 Então eles também lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou estrangeiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos? 45 Então lhes responderá, dizendo: Em verdade vos digo que, quando a um destes pequeninos o não fizestes, não o fizestes a mim. 46 E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna.” (Mt 25:31-46)
30. Se o Translado ocorresse ao mesmo tempo que a Segunda Vinda, não haveria necessidade de separar as ovelhas dos bodes no julgamento subseqüente. O ato do Translado já fez a separação.
31. O Julgamento de Israel (Ez 20:34-38) ocorre após a Segunda Vinda e requer um Israel re-unido. Novamente, a separação dos salvos e dos perdidos seria desnecessária se todos os salvos tivessem sido previamente separados por um translado na Segunda Vinda.
“34 E vos tirarei dentre os povos, e vos congregarei das terras nas quais andais espalhados, com mão forte, e com braço estendido, e com indignação derramada. 35 E vos levarei ao deserto dos povos; e ali face a face entrarei em juízo convosco; 36 Como entrei em juízo com vossos pais, no deserto da terra do Egito, assim entrarei em juízo convosco, diz o Senhor DEUS. 37 Também vos farei passar debaixo da vara, e vos farei entrar no vínculo da aliança. 38 E separarei dentre vós os rebeldes, e os que transgrediram contra mim; da terra das suas peregrinações os tirarei, mas à terra de Israel não voltarão; e sabereis que eu sou o SENHOR.” (Ez 20:34-38)
DIFERENÇAS ENTRE O ARREBATAMENTO E A SEGUNDA VINDA
32. No Arrebatamento, os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais encontram Cristo no ar. Na Segunda Vinda, Cristo retorna ao Monte das Oliveiras.
33. No tempo do Arrebatamento, o Monte das Oliveiras está não será mudado. Na Segunda Vinda ele está dividido formando um vale a leste de Jerusalém.
34. No tempo do Arrebatamento, os santos são transladados. Nenhum dos santos é transladado no tempo da Segunda Vinda.
35. No tempo do Arrebatamento, o mundo não é julgado pelo pecado, mas desce cada vez mais profundamente no pecado. Na Segunda Vinda, o mundo é julgado pelo Rei dos Reis.
36. O Translado dos [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais é representado como uma libertação do dia da ira, enquanto a vinda de Cristo é a libertação dos que sofreram sob grave Tribulação.
37. O Arrebatamento é iminente [pode ocorrer a qualquer segundo, sem necessidade de condições nem sinais] enquanto há sinais específicos que têm que preceder a Segunda Vinda.
38. O Translado dos crentes vivos é uma verdade revelada apenas no NT. A Segunda Vinda com os eventos que a circundam é proeminente no AT e NT.
39. O Arrebatamento é apenas para os salvos, enquanto a Tribulação e a Segunda Vinda diz respeito ao mundo todo.
40. Nenhuma profecia não cumprida permanece entre os [verdadeiros] crentes das [verdadeiras] igrejas locais e o Arrebatamento. Mas muitos sinais têm que ser cumpridos antes da Segunda Vinda de Cristo.
41. Nenhuma passagem do AT e do NT diz respeito à ressurreição dos santos na Segunda Vinda nem menciona o Translado dos santos vivos no mesmo tempo.
A NATUREZA DA TRIBULAÇÃO
42. Somente a visão pré-tribulacional mantém a distinção entre a “Grande Tribulação” e as tribulações em geral que experimentamos.
43. A Grande Tribulação é adequadamente entendida na visão pré-tribulacional como uma preparação para a restauração de Israel. (Dt 4:29-30. Jer 30:4-11, Dan 9:24-27, Dan 12:1-2)
“29 Então dali buscarás ao SENHOR teu Deus, e o acharás, quando o buscares de todo o teu coração e de toda a tua alma. 30 Quando estiverdes em angústia, e todas estas coisas te alcançarem, então nos últimos dias voltarás para o SENHOR teu Deus, e ouvirás a sua voz.” (Dt 4:29-30)
“4 E estas são as palavras que disse o SENHOR, acerca de Israel e de Judá. 5 Porque assim diz o SENHOR: Ouvimos uma voz de tremor, de temor mas não de paz. 6 Perguntai, pois, e vede, se um homem pode dar à luz. Por que, pois, vejo a cada homem com as mãos sobre os lombos como a que está dando à luz? e por que se tornaram pálidos todos os rostos? 7 Ah! porque aquele dia é tão grande, que não houve outro semelhante; e é tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será salvo dela. 8 Porque será naquele dia, diz o SENHOR dos Exércitos, que eu quebrarei o seu jugo de sobre o teu pescoço, e quebrarei os teus grilhões; e nunca mais se servirão dele os estrangeiros. 9 Mas servirão ao SENHOR, seu Deus, como também a Davi, seu rei, que lhes levantarei. 10 ¶ Não temas, pois, tu, ó meu servo Jacó, diz o SENHOR, nem te espantes, ó Israel; porque eis que te livrarei de terras de longe, e à tua descendência da terra do seu cativeiro; e Jacó voltará, e descansará, e ficará em sossego, e não haverá quem o atemorize. 11 Porque eu sou contigo, diz o SENHOR, para te salvar; porquanto darei fim a todas as nações entre as quais te espalhei; a ti, porém, não darei fim, mas castigar-te-ei com medida, e de todo não te terei por inocente.” (Jr 30:4-11)
“24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. 25 Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. 26 E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. 27 E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador.” (Dn 9:24-27)
“1 ¶ E naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro. 2 E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno.” (Dn 12:1-2)
44. Em nenhuma passagem do AT que discute a Tribulação, as igrejas locais são mencionadas.
45. Em nenhuma passagem do NT que discute a Tribulação, as igrejas locais são mencionadas.
46. Em contraste com as posições que vêem o Arrebatamento como midi-tribulacional ou pré-ira, a visão pré-tribulacional oferece uma explicação adequada para o começo da Grande Tribulação em Ap. 6. Essas outras duas posições, errôneas, são claramente refutadas pelo claro ensinamento das Escrituras de que a Grande Tribulação começa muito tempo antes da 7ªtrombeta em Ap.11.
47. Não há fundamento adequado para a firmação de que a 7ªtrombeta de Apocalipse 11 é a última trombeta de 1Cor 15. Quem afirma isso o faz com base somente em suposição. A visão pré-tribulacional mantém a distinção própria entre as trombetas proféticas do Arrebatamento dos verdadeiros crentes da dispensação das igrejas locais e as trombetas da Tribulação.
1Co 15:52 Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.
Ap 11:15 E o sétimo anjo tocou a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre.
48. A unidade da Septuagésima semana de Daniel é mantida pela visão pré-tribulacional. Em contraste, a visão midi-tribulacional destrói esta unidade e confunde o programa para Israel com o programa para as igrejas locais. A visão pós-tribulacional nega o claro ensinamento das 70 semanas, subvertendo-o em alguma forma de alegoria.
“24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. 25 Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. 26 E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. 27 E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador.” (Dn 9:24-27)
49. A reunião dos santos após a Tribulação é feita por anjos (Mt 25:31-46; ), enquanto a reunião dos [verdadeiros] crentes das verdadeiras igrejas locais é feita pelo “mesmo Senhor”.
Mt 13:39 O inimigo, que o semeou, é o diabo; e a ceifa é o fim do mundo; e os ceifeiros são os anjos.
Mt 13:41 Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles colherão do seu reino tudo o que causa escândalo, e os que cometem iniqüidade.
Mt 13:49 Assim será na consumação dos séculos: virão os anjos, e separarão os maus de entre os justos,
Mt 24:31 E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus.
“13 ¶ Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança. 14 Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele. 15 Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. 16 Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. 17 Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.” (1Ts 4:13-17)
50. Ap 22:17-20 “17 E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida. 18 Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro; 19 E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro. 20 ¶ Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus.” (Ap 22:17-20)
Autor: Pastor Mike Walls
Freedom Baptist Church Smithfield , NC
a King James Bible church
Is 41:10
Traduzido por: Jeanne Rangel,
Modificado e adaptado por Hélio de Menezes Silva,
Escatologia Biblica
O retorno pessoal de Cristo à Terra é a grande esperança da Igreja e o ponto crucial da conturbada história humana. Em nossos dias estão sendo preparadas às condições para o Seu retorno, que será a culminação de um longo processo, cujo objetivo final é a restauração do homem à posição que o Criador tinha planejado no princípio.
Ao estudarmos alguns dos fatos que antecedem esse glorioso evento, nesta época em que as profecias se cumprem diante de nós, devemos fazê-lo com expectativa, atenção e oração, pois fomos chamados por Deus, de modo especial, para proclamar as boas novas da breve volta de Cristo para um mundo confuso e agonizante.
Numa questão de tão grande importância como a experiência do povo de Deus nos dias à frente, quando cada pessoa terá de permanecer em pé por si mesma, “como se não houvesse outra pessoa no mundo” (7BC, 983), é essencial que todos os cristãos tenham suas próprias convicções, com base em seu próprio estudo e sua própria relação pessoal com o Senhor. (EF, 7).
“O tempo presente é de dominante interesse para todo vivente. Governadores e estadistas, homens que ocupam posições de confiança e autoridade, homens e mulheres pensantes de todas as classes, têm sua atenção posta nos acontecimentos que tomam lugar ao nosso redor. Estão observando as relações que existem entre as nações. Eles examinam a intensidade que está tomando posse de cada elemento terreno, e reconhecem que algo grande e decisivo está para acontecer – que o mundo está no limiar de uma crise estupenda.” (PR, 537).
“As calamidades em terra e mar, as condições sociais agitadas, os rumores de guerra, são portentosos. Prenunciam a proximidade de acontecimentos da maior importância. As forças do mal estão-se arregimentando e consolidando-se. Elas se estão robustecendo para a última grande crise. Grandes mudanças estão prestes a operar-se no mundo, e os acontecimentos finais serão rápidos.” (3TS,280).
O tempo de angústia, que há de aumentar até o fim, está muito próximo. Não temos tempo a perder. “Deve-se fazer um grande esforço para manter este assunto perante o povo.” (FEC, 336).
Deus sempre tem dado aos homens advertência dos juízos por vir. Aqueles que tiveram fé na mensagem por Ele enviada para o seu tempo, e agiram segundo a sua fé, em obediência aos Seus mandamentos, escaparam aos juízos que caíram sobre os desobedientes e incrédulos.
A Noé veio a palavra: “Entra tu e toda a tua casa na arca, porque te hei visto justo diante de Mim.” Noé obedeceu, e foi salvo. A Ló foi enviada a mensagem: “Levantai-vos, saí deste lugar, porque o Senhor há de destruir a cidade.” (Gên. 7:1; 19:14).
Ló colocou-se sob a guarda dos mensageiros celestes, e foi salvo. Assim os discípulos de Cristo tiveram aviso da destruição de Jerusalém. Os que estavam alerta quanto ao sinal da próxima ruína, e fugiram da cidade, escaparam à destruição. Assim agora estamos dando aviso da segunda vinda de Cristo e da destruição impendente sobre o mundo. Os que ouvirem a advertência, serão salvos.” (DTN, 634).
Estimado leitor, os materiais aqui disponíveis são uma singela contribuição de um leigo, que busca conhecimento na Palavra de ‘Deus’ e no Espírito de Profecia, e que é partilhado à todos aqueles que, de igual forma, sentem necessidade e clamam pelo conhecimento da verdade relacionado com os fatos, não apenas as profecias em si.
A fundamentação das informações aqui contidas podem ser comprovadas pelos documentos que se mantêm arquivados. Assim, inúmeras citações dessas fontes relevantes auxiliam o entendimento dos grandes acontecimentos relacionados com o ‘Fim do Tempo do Fim’.
“Em torno de Sua vinda agrupam-se as glórias daquela ‘restauração de tudo’, de que Deus falou pela boca de todos os Seus santos profetas desde o princípio’. (Atos 3:21). Quebrar-se-á então o prolongado domínio do mal; ‘os reinos do mundo’ tornar-se-ão ‘de nosso Senhor e de Seu Cristo, e Ele reinará para todo o sempre’. (Apoc. 11:15) GC. 301.
Meu sincero desejo é que as aulas, os artigos, os livros, as matérias e os Estudos Bíblicos contidos neste ‘site’ com ênfase em profecias cumpridas e por se cumprir, sejam de grande auxilio para crescermos na Graça e no Entendimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Amém!
Prof. Mauro Trivelato
Ao estudarmos alguns dos fatos que antecedem esse glorioso evento, nesta época em que as profecias se cumprem diante de nós, devemos fazê-lo com expectativa, atenção e oração, pois fomos chamados por Deus, de modo especial, para proclamar as boas novas da breve volta de Cristo para um mundo confuso e agonizante.
Numa questão de tão grande importância como a experiência do povo de Deus nos dias à frente, quando cada pessoa terá de permanecer em pé por si mesma, “como se não houvesse outra pessoa no mundo” (7BC, 983), é essencial que todos os cristãos tenham suas próprias convicções, com base em seu próprio estudo e sua própria relação pessoal com o Senhor. (EF, 7).
“O tempo presente é de dominante interesse para todo vivente. Governadores e estadistas, homens que ocupam posições de confiança e autoridade, homens e mulheres pensantes de todas as classes, têm sua atenção posta nos acontecimentos que tomam lugar ao nosso redor. Estão observando as relações que existem entre as nações. Eles examinam a intensidade que está tomando posse de cada elemento terreno, e reconhecem que algo grande e decisivo está para acontecer – que o mundo está no limiar de uma crise estupenda.” (PR, 537).
“As calamidades em terra e mar, as condições sociais agitadas, os rumores de guerra, são portentosos. Prenunciam a proximidade de acontecimentos da maior importância. As forças do mal estão-se arregimentando e consolidando-se. Elas se estão robustecendo para a última grande crise. Grandes mudanças estão prestes a operar-se no mundo, e os acontecimentos finais serão rápidos.” (3TS,280).
O tempo de angústia, que há de aumentar até o fim, está muito próximo. Não temos tempo a perder. “Deve-se fazer um grande esforço para manter este assunto perante o povo.” (FEC, 336).
Deus sempre tem dado aos homens advertência dos juízos por vir. Aqueles que tiveram fé na mensagem por Ele enviada para o seu tempo, e agiram segundo a sua fé, em obediência aos Seus mandamentos, escaparam aos juízos que caíram sobre os desobedientes e incrédulos.
A Noé veio a palavra: “Entra tu e toda a tua casa na arca, porque te hei visto justo diante de Mim.” Noé obedeceu, e foi salvo. A Ló foi enviada a mensagem: “Levantai-vos, saí deste lugar, porque o Senhor há de destruir a cidade.” (Gên. 7:1; 19:14).
Ló colocou-se sob a guarda dos mensageiros celestes, e foi salvo. Assim os discípulos de Cristo tiveram aviso da destruição de Jerusalém. Os que estavam alerta quanto ao sinal da próxima ruína, e fugiram da cidade, escaparam à destruição. Assim agora estamos dando aviso da segunda vinda de Cristo e da destruição impendente sobre o mundo. Os que ouvirem a advertência, serão salvos.” (DTN, 634).
Estimado leitor, os materiais aqui disponíveis são uma singela contribuição de um leigo, que busca conhecimento na Palavra de ‘Deus’ e no Espírito de Profecia, e que é partilhado à todos aqueles que, de igual forma, sentem necessidade e clamam pelo conhecimento da verdade relacionado com os fatos, não apenas as profecias em si.
A fundamentação das informações aqui contidas podem ser comprovadas pelos documentos que se mantêm arquivados. Assim, inúmeras citações dessas fontes relevantes auxiliam o entendimento dos grandes acontecimentos relacionados com o ‘Fim do Tempo do Fim’.
“Em torno de Sua vinda agrupam-se as glórias daquela ‘restauração de tudo’, de que Deus falou pela boca de todos os Seus santos profetas desde o princípio’. (Atos 3:21). Quebrar-se-á então o prolongado domínio do mal; ‘os reinos do mundo’ tornar-se-ão ‘de nosso Senhor e de Seu Cristo, e Ele reinará para todo o sempre’. (Apoc. 11:15) GC. 301.
Meu sincero desejo é que as aulas, os artigos, os livros, as matérias e os Estudos Bíblicos contidos neste ‘site’ com ênfase em profecias cumpridas e por se cumprir, sejam de grande auxilio para crescermos na Graça e no Entendimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Amém!
Prof. Mauro Trivelato
terça-feira, 10 de novembro de 2009
A HISTÓRIA DO MOVIMENTO NOVA ERA
As raízes do Movimento Nova Era originam-se na fundação da Sociedade Teosófica em 1875, em Nova York, pela russa Helena Petrovna Blavatsky. Uma das doutrinas básicas da teosofia ensina que todas as religiões têm "verdades comuns", as quais transcendem todas as diferenças. Os adaptos da Sociedade Teosófica acreditavam na existência de "mestres", os quais seriam seres espirituais ou homens especialmente favorecidos pelo destino e que haviam "evoluído" mais do que grande massa, isto é, os que haviam se tornado especialmente "iluminados".
A terceira presidente, Alice Bailey (1880-1949), uma inglesa que emigrou para os EUA, estabeleceu o verdadeiro alicerce para o Movimento Nova Era e é reconhecida como sua suma sacerdotisa. Como médium espírita, recebia mensagens de um assim-chamado "mestre da sabedoria", o tibetano Djawal Khul. Estas mensagens, as quais este demônio lhe transmitia através de escrita automática, foram publicadas em numerosos livros, como doutrina secreta, e constituíam o "Plano", o qual até hoje, para o Movimento Nova Era, é determinante e obrigatório.
A REVELAÇÃO AO PÚBLICO
Conforme ordens secretas, o movimento deveria permanecer completamente clandestino até 1975. A partir daquele ano, a ordem era de se trazer à luz do público o "Plano" para a "Nova Ordem Mundial" e as suas características. Agora as doutrinas da "Nova Era" deveriam ser divulgadas mundialmente, juntamente com a anunciação de um "Cristo da Nova Era", usando-se todos os meios de comunicação disponíveis. E foi exatamente isto o que aconteceu.
Os programas dos grupos Nova Era, que à primeira vista têm assuntos sobre um estilo de vida saudável, foram aceitos na economia e em todas as camadas sociais, até mesmo em alguns círculos cristãos. Eles contêm, normalmente, os seguintes itens, os quais, no fundo, são diversas formas de técnicas orientais de ocultismo: meditação (ioga e terapias de relaxamento), hipnose, cura psíquica (visualização e "pensamento positivo"). Estas duas últimas partem da hipótese de que o homem converte em vida o que ele pensa, isto é, que o subconsciente transforma em realidade os nossos pensamentos e desejos. Especialmente o "pensamento positivo" é freqüentemente praticado e até mesmo baseado em versículos bíblicos e denominado como "fé", apesar de premissa anti-bíblica de que a força básica de qualquer homem seja boa.
A penetração profunda da ideologia Nova Era no público deu-se, principalmente, devido à obra de Marilyn Ferguson ("A Conspiração Aquariana"), a qual pode ser considerada, atualmente, como o "livro de culto" do Movimento Nova Era. Neste livro, a "era prometida", como as alegrias dos "estados de consciência alterados", é apregoada com entusiasmo e o Plano Nova Era é propagado mundialmente.
Até mesmo as crianças e os jovens são influenciados pelas idéias da Nova Era, entre outras coisas pela assim chamada "onda de fantasia", com seus filmes, vídeos, fitas cassetes, revistas cômicas, livros, jogos e brinquedos. Sete dos dez filmes mais bem sucedidos na história do cinema pertencem ao gênero "fantasia". Em primeiro lugar encontra-se o filme "E.T.", o qual deu início a todo um novo culto da juventude, e, em segundo lugar, o filme "Star Wars" ("Guerra nas Estrelas"). Setenta e cinco porcento dos sucessos de bilheteria têm temas de fantasia. Livros de fantasia são best-sellers e têm tiragens de milhões de exemplares. Do gênero "fantasia", já existem centenas de livros de títulos, em quase todos os livros é apresentada alguma forma de ocultismo, como: invocação aos mortos, esconjuração de espíritos, clarividência, levitação de objetos através do poder da mente, etc. Feiticeiros, bruxas e mágicos têm um papel importante. Cinturões mágicos, espadas mágicas e amuletos caracterizam o mundo da geração jovem. Sob a classificação geral de "esotéricos", oferecem-se, nas livrarias , livros de ocultismo com instruções claras sobre como se entrar em contato com forças sobrenaturais.
A FILOSOFIA DA NOVA ERA
O objetivo da filosofia Nova Era é reconciliar todos os opostos: a ciência e o ocultismo são colocados no mesmo nível, todos os valores éticos desmoronam-se, o bem e o mal já não mais existem. Tudo é uma coisa só. Deste ponto de vista, entende-se também a tendência à síntese das religiões.
OS OBJETIVOS E PLANOS DO MOVIMENTO NOVA ERA
O "Plano", o qual foi transmitido a Alice Bailey através de ditados mediúnicos, consiste no estabelecimento de uma Nova Ordem Mundial, de um Novo Governo Mundial e de uma Nova Religião Mundial. O objetivo político principal do movimento é o domínio do mundo. "A dissolução ou destruição de nações individuais, no interesse da paz e da conservação da humanidade", é propagada abertamente.
No caminho para o domínio do mundo são fixados numerosos objetivos intermediários (políticos, sociais e econômicos), como por exemplo:
- um sistema universal de cartões de crédito
- uma central mundial para distribuição de alimentos, a qual controlaria todo o abastecimento à humanidade.
- um sistema de impostos mundialmente unificado.
- Um serviço militar obrigatório em escala mundial (apesar das idéias pacifistas).
Quando em 1975 o movimento se tornou público, destes objetivos desenvolveram-se programas detalhados para os grupos Nova Era, como:
- criação de um sistema econômico mundial.
- Entrega das propriedades privadas nos setores de crédito, transporte e de produção de gêneros de primeira necessidade a um diretório mundial.
- Reconhecimento da necessidade de submissão a um controle mundial com relação a assuntos biológicos, como densidade populacional e os serviços de saúde.
- Garantia mundial de um mínimo de liberdade e bem-estar.
- Obrigação de se subordinar a vida pessoal aos objetivos de um diretório mundial.
AS ERAS
A razão por que tem-se ouvido tanto sobre uma nova era fundamenta-se na crença de que os ciclos divinos de evolução são desenvolvidos através de diferentes eras astrológicas, cada uma com sua características distinta.
Acreditam que a humanidade evoluiu dentro das seguintes eras:
Era de Touro: de 4304 a 2154 a.C.
Era de Carneiro: de 2154 a 4 a.C.
Era de Peixes: de 4 a.C. a 2146 d.C.
Era de Aquário: 2146 a 4296 d.C.
A Era de Touro é atribuída à antiga cultura egípcia, que tinha a vaca como deusa da fertilidade e a pecuária como principal cultura. Os astrólogos dizem que essa foi a era em que a cultura egípcia se desenvolveu e foi o centro da civilização.
Com o final da Era de Touro, o domínio egípcio cessou e deu lugar a Carneiro, o signo que passou a dominar. Os astrólogos dizem que foi Israel que dominou essa era, devido ao sacrifício do cordeiro, o ritual mais marcante da religião de Israel, além da ovinocultura (criação de ovelhas), sua principal cultura. Dizem que a fase de transição entre as duas era s foi a saída de Israel do Egito, e que os hebreus ainda tentaram preservar o poder de Touro, quando fizeram o bezerro de ouro no deserto, mas Moisés (avatar da Era de Carneiro) os repreendeu e inaugurou a Era de Carneiro. Afirmam que Jesus foi chamado de "Cordeiro de Deus" (Jo 1.29) porque era filho do povo dominante da Era de Carneiro.
Jesus Cristo (avatar da Era de Peixes) teria, então, inaugurado essa era, dando evidência disso ao chamar os apóstolos para serem pescadores de homens, fazendo alusão à humanidade pisciana.
Por causa de Jesus Cristo, o povo dominante da Era de Peixes seriam os cristãos. Para provar que o cristianismo é o que domina Era de Peixes, apegam-se ao fato de que o mais antigo símbolo cristão é o peixe.
Terminando a Era de Peixes surge a de Aquário. Aquário é um signo regido pelo planeta Urano, que foi descoberto em 1781, coincidindo com a Revolução Francesa.
ERROS DOUTRINÁRIOS DA NOVA ERA
DEUS
A Nova Era ensina que tudo é Deus. Que Deus não é uma pessoa, mas uma força, uma energia, uma consciência universal. Os adeptos crêem que os homens, animais, vegetais e minerais fazem parte da divindade. Consideram a Terra como uma divindade, a quem chamam de Mãe-Terra.
Refutação: (I Reis 19.11-1
Este é um breve resumo do “Movimento Nova Era”, que serve para o despertarmento do Povo de Deus.
(O texto acima é uma cortesia do Pastor Silas Soares de Souza)
A terceira presidente, Alice Bailey (1880-1949), uma inglesa que emigrou para os EUA, estabeleceu o verdadeiro alicerce para o Movimento Nova Era e é reconhecida como sua suma sacerdotisa. Como médium espírita, recebia mensagens de um assim-chamado "mestre da sabedoria", o tibetano Djawal Khul. Estas mensagens, as quais este demônio lhe transmitia através de escrita automática, foram publicadas em numerosos livros, como doutrina secreta, e constituíam o "Plano", o qual até hoje, para o Movimento Nova Era, é determinante e obrigatório.
A REVELAÇÃO AO PÚBLICO
Conforme ordens secretas, o movimento deveria permanecer completamente clandestino até 1975. A partir daquele ano, a ordem era de se trazer à luz do público o "Plano" para a "Nova Ordem Mundial" e as suas características. Agora as doutrinas da "Nova Era" deveriam ser divulgadas mundialmente, juntamente com a anunciação de um "Cristo da Nova Era", usando-se todos os meios de comunicação disponíveis. E foi exatamente isto o que aconteceu.
Os programas dos grupos Nova Era, que à primeira vista têm assuntos sobre um estilo de vida saudável, foram aceitos na economia e em todas as camadas sociais, até mesmo em alguns círculos cristãos. Eles contêm, normalmente, os seguintes itens, os quais, no fundo, são diversas formas de técnicas orientais de ocultismo: meditação (ioga e terapias de relaxamento), hipnose, cura psíquica (visualização e "pensamento positivo"). Estas duas últimas partem da hipótese de que o homem converte em vida o que ele pensa, isto é, que o subconsciente transforma em realidade os nossos pensamentos e desejos. Especialmente o "pensamento positivo" é freqüentemente praticado e até mesmo baseado em versículos bíblicos e denominado como "fé", apesar de premissa anti-bíblica de que a força básica de qualquer homem seja boa.
A penetração profunda da ideologia Nova Era no público deu-se, principalmente, devido à obra de Marilyn Ferguson ("A Conspiração Aquariana"), a qual pode ser considerada, atualmente, como o "livro de culto" do Movimento Nova Era. Neste livro, a "era prometida", como as alegrias dos "estados de consciência alterados", é apregoada com entusiasmo e o Plano Nova Era é propagado mundialmente.
Até mesmo as crianças e os jovens são influenciados pelas idéias da Nova Era, entre outras coisas pela assim chamada "onda de fantasia", com seus filmes, vídeos, fitas cassetes, revistas cômicas, livros, jogos e brinquedos. Sete dos dez filmes mais bem sucedidos na história do cinema pertencem ao gênero "fantasia". Em primeiro lugar encontra-se o filme "E.T.", o qual deu início a todo um novo culto da juventude, e, em segundo lugar, o filme "Star Wars" ("Guerra nas Estrelas"). Setenta e cinco porcento dos sucessos de bilheteria têm temas de fantasia. Livros de fantasia são best-sellers e têm tiragens de milhões de exemplares. Do gênero "fantasia", já existem centenas de livros de títulos, em quase todos os livros é apresentada alguma forma de ocultismo, como: invocação aos mortos, esconjuração de espíritos, clarividência, levitação de objetos através do poder da mente, etc. Feiticeiros, bruxas e mágicos têm um papel importante. Cinturões mágicos, espadas mágicas e amuletos caracterizam o mundo da geração jovem. Sob a classificação geral de "esotéricos", oferecem-se, nas livrarias , livros de ocultismo com instruções claras sobre como se entrar em contato com forças sobrenaturais.
A FILOSOFIA DA NOVA ERA
O objetivo da filosofia Nova Era é reconciliar todos os opostos: a ciência e o ocultismo são colocados no mesmo nível, todos os valores éticos desmoronam-se, o bem e o mal já não mais existem. Tudo é uma coisa só. Deste ponto de vista, entende-se também a tendência à síntese das religiões.
OS OBJETIVOS E PLANOS DO MOVIMENTO NOVA ERA
O "Plano", o qual foi transmitido a Alice Bailey através de ditados mediúnicos, consiste no estabelecimento de uma Nova Ordem Mundial, de um Novo Governo Mundial e de uma Nova Religião Mundial. O objetivo político principal do movimento é o domínio do mundo. "A dissolução ou destruição de nações individuais, no interesse da paz e da conservação da humanidade", é propagada abertamente.
No caminho para o domínio do mundo são fixados numerosos objetivos intermediários (políticos, sociais e econômicos), como por exemplo:
- um sistema universal de cartões de crédito
- uma central mundial para distribuição de alimentos, a qual controlaria todo o abastecimento à humanidade.
- um sistema de impostos mundialmente unificado.
- Um serviço militar obrigatório em escala mundial (apesar das idéias pacifistas).
Quando em 1975 o movimento se tornou público, destes objetivos desenvolveram-se programas detalhados para os grupos Nova Era, como:
- criação de um sistema econômico mundial.
- Entrega das propriedades privadas nos setores de crédito, transporte e de produção de gêneros de primeira necessidade a um diretório mundial.
- Reconhecimento da necessidade de submissão a um controle mundial com relação a assuntos biológicos, como densidade populacional e os serviços de saúde.
- Garantia mundial de um mínimo de liberdade e bem-estar.
- Obrigação de se subordinar a vida pessoal aos objetivos de um diretório mundial.
AS ERAS
A razão por que tem-se ouvido tanto sobre uma nova era fundamenta-se na crença de que os ciclos divinos de evolução são desenvolvidos através de diferentes eras astrológicas, cada uma com sua características distinta.
Acreditam que a humanidade evoluiu dentro das seguintes eras:
Era de Touro: de 4304 a 2154 a.C.
Era de Carneiro: de 2154 a 4 a.C.
Era de Peixes: de 4 a.C. a 2146 d.C.
Era de Aquário: 2146 a 4296 d.C.
A Era de Touro é atribuída à antiga cultura egípcia, que tinha a vaca como deusa da fertilidade e a pecuária como principal cultura. Os astrólogos dizem que essa foi a era em que a cultura egípcia se desenvolveu e foi o centro da civilização.
Com o final da Era de Touro, o domínio egípcio cessou e deu lugar a Carneiro, o signo que passou a dominar. Os astrólogos dizem que foi Israel que dominou essa era, devido ao sacrifício do cordeiro, o ritual mais marcante da religião de Israel, além da ovinocultura (criação de ovelhas), sua principal cultura. Dizem que a fase de transição entre as duas era s foi a saída de Israel do Egito, e que os hebreus ainda tentaram preservar o poder de Touro, quando fizeram o bezerro de ouro no deserto, mas Moisés (avatar da Era de Carneiro) os repreendeu e inaugurou a Era de Carneiro. Afirmam que Jesus foi chamado de "Cordeiro de Deus" (Jo 1.29) porque era filho do povo dominante da Era de Carneiro.
Jesus Cristo (avatar da Era de Peixes) teria, então, inaugurado essa era, dando evidência disso ao chamar os apóstolos para serem pescadores de homens, fazendo alusão à humanidade pisciana.
Por causa de Jesus Cristo, o povo dominante da Era de Peixes seriam os cristãos. Para provar que o cristianismo é o que domina Era de Peixes, apegam-se ao fato de que o mais antigo símbolo cristão é o peixe.
Terminando a Era de Peixes surge a de Aquário. Aquário é um signo regido pelo planeta Urano, que foi descoberto em 1781, coincidindo com a Revolução Francesa.
ERROS DOUTRINÁRIOS DA NOVA ERA
DEUS
A Nova Era ensina que tudo é Deus. Que Deus não é uma pessoa, mas uma força, uma energia, uma consciência universal. Os adeptos crêem que os homens, animais, vegetais e minerais fazem parte da divindade. Consideram a Terra como uma divindade, a quem chamam de Mãe-Terra.
Refutação: (I Reis 19.11-1
Este é um breve resumo do “Movimento Nova Era”, que serve para o despertarmento do Povo de Deus.
(O texto acima é uma cortesia do Pastor Silas Soares de Souza)
As Testemunhas de Jeová refutadas versículo por versículo.
Em Que Crêem as Testemunhas de Jeová
É claro que, em algumas áreas, as testemunhas de Jeová acreditam no mesmo que os cristãos ortodoxos. Por exemplo, rejeitam corno pecado o sexo fora do casamento; aceitam o criacionismo bíblico que se opõe à teoria da evolução; e acreditam que a Bíblia é a palavra inspirada de Deus. Mas, em muitas outras áreas, suas doutrinas as colocam à parte e as marcam como praticantes de um culto pseudocristão - particularmente os ensinamentos da seita sobre as seguintes questões (para mais detalhes e textos bíblicos relacionados consulte o Índice de Assuntos):
Armagedom: Deus vai em breve travar guerra contra a humanidade, destruindo todos sobre a terra, exceto as testemunhas de Jeová. As igrejas cristãs, dizem, serão as primeiras a sofrer destruição.
Aniversários: Celebrar o dia do nascimento, de qualquer forma, é expressamente proibido. Até mesmo enviar um cartão de aniversário pode provocar uma ação imediata contra o ofensor determinada por um "Comitê Judicial" oficial. A punição é a "desassociação" (veja abaixo).
Transfusão de sangue: Na prática, do ponto de vista das testemunhas de Jeová, aceitar transfusão de sangue é um pecado mais sério do que o roubo ou o adultério. Ladrões e adúlteros são mais rapidamente perdoados pelos comitês judiciais da Torre de Vigia do que aqueles culpados de aceitar sangue. Uma testemunha de Jeová deve recusar sangue em toda e qualquer circunstância, mesmo quando esteja certa de que esta recusa resultará na morte. A organização também requer que os adultos recusem transfusões para seus filhos menores.
Cristianismo: Exceto por poucos e esparsos indivíduos que mantiveram a fé, o verdadeiro cristianismo desapareceu da terra logo após a morte dos doze apóstolos - de acordo com as testemunhas de Jeová. E não foi restaurado até que Charles Taze Russell fundou a sociedade Torre de Vigia no final da década de 1870. Quando Cristo voltou invisivelmente em 1914, encontrou o grupo de Russell fazendo o trabalho dos "servos sábios e fiéis" (Mat. 24:45) e os nomeou sobre todas as suas posses. Todas as outras igrejas e cristãos professos são, na verdade, instrumentos do diabo.
A Volta de Cristo: 0 Senhor voltou invisivelmente no ano de 1914 e tem estado presente desde então, governando como Rei através da Sociedade Torre de Vigia. Referências à segunda "volta" são traduzidas como "presença" na Bíblia das Testemunhas de Jeová.
A geração daqueles que testemunharam a volta invisível de Cristo em 1914 não vai morrer antes que venha o Armagedom (veja Mat. 24:34).
Cronologia: As testemunhas de Jeová acreditam que Deus tem um preciso cronograma para todos os acontecimentos passados e futuros, que estão unidos por simples fórmula matemática e são revelados à humanidade através da Sociedade Torre de Vigia. Os sete "dias" da criação em Gênesis tiveram a extensão de sete mil anos cada um, totalizando uma semana de quarenta e nove mil anos. Deus criou Adão no ano 4026 a.C. A criação de Eva pouco tempo depois marcou o fim do sexto dia da criação e o início do sétimo. Dessa forma, nós estamos agora aproximadamente no ano seis mil de um período de sete mil anos - o que significa que o Armagedom logo colocará um fim no governo humano que durou seis mil anos, abrindo o caminho para uma espécie de sábado - um período de mil anos de reinado de Cristo. Baseados nessa cronologia a organização das Testemunhas de Jeová promulgou um número de profecias específicas do final dos tempos.
Cruz: Segundo as testemunhas de Jeová, a cruz é um símbolo religioso pagão adotado pela igreja quando Satanás, o demônio, assumiu o controle da autoridade eclesiástica. A cruz não teve nada a ver com a morte de Jesus, já que as testemunhas de Jeová sustentam que ele foi pregado em um poste ereto e sem trave horizontal. As testemunhas de Jeová abominam a cruz e espera-se que os novos convertidos destruam quaisquer cruzes que possam ter, ao invés de simplesmente se disporem delas.
Deidade: Somente o Pai é Deus, e seus verdadeiros adoradores devem chamá-lo pelo nome de Jeová. As testemunhas de Jeová aprendem que Jesus Cristo foi meramente a manifestação do arcanjo Miguel em forma humana - não Deus, mas um mero ser criado. O Espírito Santo é apresentado não como Deus nem como uma pessoa, mas como uma "força ativa".
Desassociação: Esta é a punição para qualquer infração aos regulamentos da Sociedade Torre de Vigia. Ela consiste num decreto público, anunciado em audiência em um Salão do Reino e proibindo toda associação ou comunhão com o ofensor. As outras testemunhas de Jeová são proibidas até mesmo de cumprimentá-lo caso se encontrem com o ofensor na rua. As únicas exceções dizem respeito aos membros da família do ofensor. Eles podem conduzir "negócios necessários" com a pessoa desassociada, e aos anciãos que podem falar com ela, caso esta os aborde penitentemente em busca de reconciliação.
Céu: Apenas 144 mil indivíduos vão para o céu. Esse "pequeno rebanho" começou com os doze apóstolos, o número foi completado no ano de 1935. Aproximadamente nove mil anciãos das Testemunhas de Jeová são o remanescente na terra hoje, dos que irão para o céu. O restante das testemunhas de Jeová espera viver na terra para sempre.
Inferno: Segundo a diretriz de seu fundador, Charles T. Russell, a Sociedade Torre de Vigia ainda ensina que o hades é meramente a sepultura, que o fogo do Geena desintegra instantaneamente suas vítimas, transformando-as em nada, e que não há existência consciente para os mortos até o tempo de sua ressurreição corpórea.
Dias Santos: A celebração de qualquer "dia santo mundano" é expressamente proibida para as testemunhas de Jeová. Essa proibição se aplica aos dias patrióticos, Dia dos Namorados, Dia dos Mortos, Natal, Páscoa, Ano Novo, Dia de Ação de Graças, Sexta Feira Santa e assim por diante - até mesmo o Dia das Mães e o Dia dos Pais são proibidos! Mesmo que uma "origem pagã" não possa ser descoberta como base para banir a observância de certa data comemorativa, o simples fato de que as "pessoas do mundo" celebram essas datas é razão suficiente para que as testemunhas de Jeová não as celebrem.
Espírito Santo: O Espírito Santo não é nem Deus nem uma pessoa, segundo os ensinamentos da Torre de Vigia. É simplesmente uma "força atuante" impessoal que Deus usa para fazer a sua vontade.
Esperança: As testemunhas de Jeová acreditam que Deus parou de chamar cristãos para a esperança celestial em 1935. Desde então, ele tem oferecido às pessoas a oportunidade de viver eternamente na terra. ("Milhões que agora vivem jamais morrerão" - é um slogan familiar das testemunhas de Jeová.) Deus vai destruir todas as outras pessoas no planeta, deixando apenas as testemunhas de Jeová, e ele vai restaurar o paraíso do Jardim do Éden em todo o mundo.
Jesus Cristo: Na teologia da Torre de Vigia, Jesus Cristo é um mero anjo - o primeiro criado por Deus, quando começou a criar os anjos. As testemunhas de Jeová identificam Cristo como Miguel, o arcanjo, embora elas chamem Jesus "o Filho do Homem" - "porque a primeira pessoa espiritual criada por Deus era para ele como um filho primogênito". (Livrete da Torre de Vigia, Enjoy Life on Earth Forever! [Goze a Vida na Terra Para Sempre!], p. 14, 1982). Elas também o chamam de "o deus", e traduzem João 1:1 de acordo com essa idéia em suas Bíblias.
A Organização: As testemunhas de Jeová acreditam que Deus estabeleceu a sociedade Torre de Vigia como seu canal de comunicação para reunir aqueles, dentre toda a humanidade, que serão salvos. Como agência visível do reino de Deus na terra, essa organização exerce plena autoridade governamental sobre seus seguidores - ela promulga leis, julga os violadores, dirige as escolas do reino e assim por diante ‑ paralelamente ao governo secular. Se existir qualquer conflito entre a organização e o governo secular, é a organização que deve ser obedecida.
As Testemunhas de Jeová refutadas versículo por versículo no Antigo Testamento
GÊNESIS 1:1,2
No princípio criou Deus os céus e a terra. Ora, a terra mostrava ser sem forma e vazia; e havia escuridão sobre a superfície da água de profundeza; e a força ativa de Deus movia-se por cima da superfície das águas. (Tradução do Novo Mundo, grifo acrescentado.) As testemunhas de Jeová usam este versículo para atacar a fé cristã na questão da personalidade do Espírito Santo. A maioria das traduções do versículo 2 dizem que "o Espírito de Deus pairava sobre as águas". Mas a sociedade Torre de Vigia tem ensinado a seus seguidores que o Espírito Santo é meramente uma força impessoal a serviço de Deus. Para provar isto a seus ouvintes as testemunhas de Jeová citam este versículo segundo a Tradução do Novo Mundo. Esta é uma situação na qual uma testemunha de Jeová não precisa distorcer as Escrituras para encaixar as doutrinas que aprendeu. O versículo vem pré-distorcido em sua própria Tradução do Novo Mundo. (Veja o capítulo 2.) Em outros textos, a tradução da Torre de Vigia fala do "espírito santo", escrito em minúsculas. Para responder à alegação da testemunha de Jeová de que o Espírito Santo é uma mera força impessoal, enfatize que a Bíblia repetidamente se refere ao Espírito Santo como tendo atributos pessoais. Por exemplo, mesmo a Tradução do Novo Mundo revela que o Espírito Santo fala (At. 13:2), dá testemunho (João 15:26), fala as coisas que ouve (João 16:13), sente-se magoado (Is. 63:10) e assim por diante. Para mais considerações sobre o Espírito, veja: João 16:13; Atos 5:3,4; Romanos 8:26,27; 1 Coríntios 6:19; e o Índice de Assuntos.
GÊNESIS 9:4
Carne, porém, com sua vida, isto é, com seu sangue, não comereis (Imprensa Bíblica Braseira). Este versículo é o primeiro de muitos versículos das Escrituras que as testemunhas de Jeová usam para advogar a proibição feita a transfusões de sangue. A organização ensina que a transfusão de sangue é o mesmo que comer sangue, porque assemelha-se à alimentação intravenosa. De acordo com isso a sociedade Torre de Vigia proíbe transfusões de sangue para os seus seguidores. Uma testemunha de Jeová que aceite transfusão de sangue pode aguardar uma intimação para comparecer perante um Comitê Judicial para ser julgada, a portas fechadas, pela violação "da lei de Deus". A punição, se a pessoa for considerada culpada, é a "desassociação", por meio da qual o indivíduo é evitado pela própria família e amigos, que são proibidos até mesmo de cumprimentar o ofensor. As testemunhas de Jeová são muito radicais neste assunto. Elas preferem morrer a aceitar uma transfusão para repor o sangue perdido em uma operação ou acidente. E fazem o mesmo com respeito a seus filhos menores. A maioria das testemunhas de Jeová carrega uma plaqueta em suas bolsas ou no pulso, afirmando a sua recusa em receber sangue e instruindo o pessoal médico de emergência a não administrar uma transfusão de sangue se a testemunha de Jeová estiver inconsciente. Esta plaqueta é um documento legal, assinado pela testemunha de Jeová que a carrega e por duas outras pessoas. As testemunhas de Jeová reconhecem que a sua é a única religião que se posiciona contra a transfusão de sangue, embora não ocorra a elas que este fato é, em si mesmo, a demonstração que a sua doutrina não se baseia realmente na Bíblia. Ninguém mais, que tenta seguir a Bíblia como um guia para sua vida, proíbe a transfusão de sangue - e mesmo a sociedade Torre de Vigia não havia promulgado esta doutrina até 1944. A maioria das testemunhas de Jeová ignora que a sua liderança, no passado, introduziu outras proibições médicas, mudando de idéia mais tarde. Em 1967, por exemplo, eles proibiram o transplante de órgãos. Os seguidores deveriam preferir a cegueira a aceitar um transplante de córnea, ou morrer a se submeter a um transplante de rim. Mas, depois, em 1980, os líderes reverteram este ensinamento permitindo os transplantes novamente (A Sentinela 15/11/67, p. 702-704; Despertai! 08/06/68, p. 21; e A Sentinela 15/03/80, p.31, edições norte-americanas). Além disso, entre os anos 1931 e 1952 as testemunhas de Jeová recusaram aceitar a vacinação para si mesmas e para seus filhos porque a organização ensinava que: "A vacinação é uma violação direta da aliança eterna estabelecida por Deus..." (The Golden Age, 04/ 02/31, p.293). Embora as testemunhas de Jeová tentem citar as Escrituras para apoiar a sua posição contra a transfusão de sangue, a razão real desta posição é a obediência cega à Sociedade Torre de Vigia. Se a organização suspender esta proibição amanhã, as testemunhas de Jeová aceitarão livremente as transfusões, da mesma forma que fizeram vista grossa quando foi liberada a vacinação em 1952 e permitido o transplante de órgão em 1980. (Veja também os comentários sobre Levítico 7: 26,27 e Atos 12:28,29.)
ECLESIASTES 9:5
Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco têm eles daí em diante recompensa; porque a memória ficou entregue ao esquecimento. Este versículo é freqüentemente usado pelas testemunhas de Jeová para argumentar que a morte traz aniquilação total da existência. Para apoiar essa idéia de forma ainda mais conclusiva, a Tradução da Torre de Vigia diz: "Pois os viventes estão cônscios de que morrerão, os mortos porém não estão cônscios de absolutamente nada..." Se este versículo for simplesmente tirado de seu contexto e citado como prova, tem-se a impressão de que as testemunhas de Jeová estão certas. Mas tirar esta passagem de seu contexto pode ser muito perigoso. Uma ilustração perfeita é o caso de certo cirurgião de transplantes que, falando a repórteres sobre um procedimento cirúrgico que estava advogando, citou as Escrituras: "Pele por pele! Tudo quanto o homem tem dará pela sua vida". Quando eu li a narrativa no jornal, fiquei perturbado pelo uso que fazia do versículo, e, conferindo, descobri que as minhas suspeitas estavam corretas - ele citava o demônio! No contexto, o versículo diz: "Então Satanás respondeu ao Senhor: Pele por pele! Tudo quanto o homem tem dará pela sua vida" (Jó 2:4). Além de apresentar o ponto de vista de Deus, a Bíblia também relata muitas coisas ditas e feitas por outras pessoas, algumas boas e outras não tão boas. Ela apresenta os pontos de vista humanos e até mesmo os pontos de vista do demônio, como mencionado acima. Se estudarmos atentamente Cantares de Salomão, encontrado na maior parte das Bíblias logo depois de Eclesiastes, vamos descobrir que este livro é na verdade uma conversa que envolve, pelo menos, três diferentes pessoas, embora elas não estejam claramente identificadas no texto. Seria possível dizer coisa semelhante sobre Eclesiastes? Os eruditos reconhecem que este é um livro muito difícil de ser entendido. Mas, aparentemente, o escritor inspirado de Eclesiastes está apresentando um contraste entre pontos de vista: o secular, o ponto de vista materialista, versus o celestial e espiritual. O livro se desenvolve como um debate em andamento que acontece na mente do escritor. O ponto de vista divino triunfa no final, com a admoestação de Eclesiastes 12: "Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade... Tudo já foi ouvido: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é todo o dever do homem" (Ecl.12:1,13). Mas e as partes que antecedem este capítulo? Os primeiros versículos de Eclesiastes 9 parecem refletir o lado secular da batalha. Não apenas o escritor diz no versículo 5 que os mortos não sabem nada, mas também acrescenta "para sempre em coisa alguma do que se faz debaixo do sol" (v. 6). (Pergunte à testemunha de Jeová se ela acredita que os mortos se foram para sempre. Ela irá responder não, porque acredita em uma futura ressurreição para esta terra debaixo do sol.). O versículo 2 expressa o seguinte pensamento: "Tudo sucede igualmente a todos: o mesmo sucede ao justo e ao ímpio, ao bom e ao mau, ao puro e ao impuro...", uma idéia contraditória ao resto das Escrituras. (Pergunte à testemunha de Jeová se ela acredita que irá receber o mesmo destino, se for justa ou ímpia. Sua resposta terá que ser não.) Nós podemos concluir que o versículo 5 está localizado no meio de uma seção que expressa o ponto de vista secular, descrente - não o ponto de vista de Deus. Qual é o ponto de vista de Deus? Obviamente, Deus sabe se os mortos são ou não cônscios. E ele colocou nas Escrituras um número de referências indicando a resposta. Leia estes versículos com a testemunha de Jeová, perguntando a ela o que cada um deles revela sobre a condição dos mortos: E quando abriu o quinto selo, vi por baixo do altar as almas dos que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa da obra de testemunho que costumavam ter. E gritaram com voz alta dizendo: Até quando, Soberano Senhor, santo e verdadeiro, abster-se-á de julgar e vingar o nosso sangue dos que moram na terra? E a cada um deles foi dada uma comprida veste branca; e foi-lhes dito que descansassem mais um pouco, até que completasse o número dos seus co-escravos e dos seus irmãos, que estavam para ser mortos assim como eles também tinham dito (Rev. 6:9-11 [Apocalipse] Tradução do Novo Mundo). Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor; todavia, por causa de vós, julgo mais necessário permanecer na carne (Fil. 1:23,24). Jesus disse: Veio a morrer o mendigo, e foi levado pelos anjos para o seio, de Abraão; morreu também o rico, e foi sepultado. No hades, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe a Abraão, e a Lázaro no seu seio (Luc. 16:22,23). (Veja também as considerações sobre Salmo 37:9,11,29, 146:3,4; Ezequiel18:4;e Lucas 16:22-28.)
ISAÍAS 9:6
Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte Pai Eterno, Príncipe da Paz (Imprensa Bíblica Brasileira). As testemunhas de Jeová não questionam que este versículo fale profeticamente de Jesus Cristo, identificando-o como "Deus Poderoso" (Tradução do Novo Mundo). Mas elas acreditam que o Filho é meramente "um deus" - um dos "muitos deuses e muitos senhores" (1 Cor. 8:5, Tradução do Novo Mundo) - assim como Satanás, o demônio, é chamado de "o deus deste sistema de coisas" (II Cor. 4:4, Tradução do Novo Mundo). Elas vêem Jesus Cristo como um ser criado, um anjo. Segundo a teologia da Torre de Vigia, ele, definitivamente, não é o Poderoso Deus Jeová. '' As Testemunhas de Jeová na realidade têm dois deuses, um "Todo-Poderoso Deus", Jeová - e um "poderoso deus", Jesus Cristo. Na prática, no entanto, Jeová recebe toda adoração, e Jesus é apenas chamado de "um deus", por concessão. Você pode começar perguntando à testemunha de Jeová se ela acredita que há apenas um Deus verdadeiro. Ela irá responder "sim". Pergunte-lhe quem é ele, e lhe irá responder "Jeová". Então peça-lhe que leia Isaías 9:6, e pergunte quem é o Deus Poderoso mencionado ali - "o menino que nos nasceu... um filho que se nos deu" (Tradução do Novo Mundo). Ela irá admitir que Jesus é o Deus Poderoso. Então pergunte-lhe se Jesus é o Deus verdadeiro. Ela responderá: "não!" - que Jesus é meramente "um deus". Neste momento, pondere com a testemunha que sua teologia leva a uma de duas conclusões: (1) não sendo o Deus verdadeiro, Jesus teria que ser um falso deus, ou (2) as testemunhas de Jeová tem dois Deuses verdadeiros. Agora volte-se para a Bíblia para mostrar às testemunhas de Jeová que o Deus Poderoso e o Deus Todo-Poderoso são o mesmo. Primeiro, mostre que o Cristo ressurreto não é apenas poderoso, mas é Todo-Poderoso; segundo, mostre que Jeová, o Deus Todo Poderoso, é também chamado de Deus Poderoso. Primeiro: Peça à testemunha que leia em Hebreus 1:3 que Jesus Cristo está "sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder". Como poderia alguém ser mais todo poderoso? Então volte-se para Mateus 28:18 e mostre que Jesus Cristo "tem toda autoridade" (Tradução do Novo Mundo) ou "todo poder... no céu e na terra". Por definição, isto é o que a expressão todo poderoso significa. Desta maneira, Jesus é todo poderoso. Segundo: Pergunte à testemunha: "já que Isaías era um judeu e por isso acreditava em um único Deus - Jeová - quem Isaías acreditava ser o Deus Todo-Poderoso?" Certamente, Isaías entendia que o Deus Todo-Poderoso era Jeová. Em seguida, convide a testemunha a ler Isaías 10:20, 21 em sua própria Tradução do Novo Mundo: "...os restantes de Israel... certamente se apoiarão em Jeová, o Santo de Israel, em veracidade. Um mero restante retornará, o restante de Jacó, ao Deus Poderoso". Sim, a palavra inspirada escrita através de Isaías chama Jeová de "o Deus Poderoso". Finalmente, para reforçar este ponto, peça à testemunha que abra sua Bíblia em sua própria Tradução do Novo Mundo. Mas antes que ela leia, lembre-lhe que a Torre de Vigia ensina que o Deus Poderoso e o Deus Todo-Poderoso são diferentes - Jesus sendo o Deus Poderoso e Jeová o Todo-Poderoso. Então peça-lhe que leia o que Jeremias escreveu sobre "o verdadeiro Deus, o Grande, o Poderoso, cujo nome é Jeová dos exércitos..." (Jer. 32:18, Tradução do Novo Mundo). Então, uma vez que Jesus é o Deus Poderoso, e Jeová é o Deus Poderoso, quem é Jesus? (Deixe as testemunhas de Jeová chegarem à inescapável conclusão em suas próprias mentes que Jesus é Jeová). (Veja também as nossas considerações sobre João 1:1, 20:28 e Apocalipse 1:7,8.)
As Testemunhas de Jeová refutadas versículo por versículo no Novo Testamento
MATEUS 3:11
[João Batista disse:] "Ele vos batizará no Espírito Santo, e em fogo". Segundo o livro da Sociedade Torre de Vigia de 1982, You Can Live Forever in Paradise on Earth, (Poderá Viver Para Sempre no Paraíso na Terra), (p.40), "João, o Batista, disse que Jesus iria batizar no espírito santo, assim como João havia batizado em água. Assim, da mesma maneira que a água não é uma pessoa, o espírito santo também não é uma pessoa" (Mat. 3:11). Qual a validade do arrazoado das testemunhas de Jeová contra a personalidade do Espírito Santo? Não é válido de forma alguma! - porque o mesmo "argumento do batismo" poderia ser usado contra a personalidade de Jesus Cristo, que obviamente andou na terra como uma pessoa. Por exemplo, Romanos 6:3 diz: " Ou, porventura, ignorais que todos quantos fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? (grifo acrescentado). "Da mesma forma que a morte não é uma pessoa, Jesus Cristo também não é uma pessoa" - este argumento poderia também ser usado. Gálatas 3:27 diz que: "Porque todos quantos fostes batizados em Cristo vos revestistes de Cristo". Aqui, o raciocínio poderia ser: "Já que as pessoas podem ser batizadas em Cristo e revestidas de Cristo, ele não pode ser uma pessoa". Estas comparações contestam a personalidade de Cristo? Não! Então o "argumento do batismo" também não contesta a personalidade do Espírito Santo. (Veja também as considerações sobre o "derramamento" e o "enchimento" com o Espírito Santo em Atos 2:4. Para mais evidências da personalidade e divindade do Espírito Santo, veja também João 16:13; Atos 5:3, 4; Romanos 8.26,27; e I Coríntios 6:19.)
LUCAS 16:22-24, 27 e 28
Ora, no decorrer do tempo, morreu o mendigo e foi carregado pelos anjos para [a posição] junto ao seio de Abraão. Também, o rico morreu e foi enterrado. E no hades ele ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu Abraão de longe, e Lázaro com ele (na posição junto). Por isso clamou e disse: "Pai Abraão, tem misericórdia de mim e manda que Lázaro mergulhe a ponta do seu dedo em água e refresque a minha língua, porque estou em angústia neste fogo intenso... peço-te, pai, que o envies à casa de meu pai, pois, tenho cinco irmãos, a fim de que lhes dê um testemunho cabal, para que não cheguem a entrar neste lugar de tormento (Tradução do Novo Mundo). As testemunhas de Jeová acreditam no ensinamento de sua organização de que o hades é simplesmente a sepultura e que não há existência consciente depois da morte até a futura ressurreição. Mas, já que as palavras de Jesus nos versículos acima realmente falam de tal existência consciente, a Sociedade Torre de Vigia tem que fazer alguma coisa para negar tais palavras. Assim, elas ponderam que esta narrativa é uma parábola, ou ilustração, e aplicam um significado simbólico para tudo o que acontece nesta história. Segundo a Torre de Vigia, Lázaro representa os discípulos de Jesus, e o homem rico os líderes religiosos judeus, a morte de cada um representa uma mudança nas condições de cada um destes grupos aqui na terra, e os tormentos do homem rico representam a maneira pela qual os líderes religiosos judeus ficaram expostos devido aos ensinamentos dos apóstolos. Assim, Jesus não estava falando sobre a condição dos mortos em Lucas 16, segundo a Sociedade Torre de Vigia. Os cristãos, de maneira geral também, concordaram que a história de Lázaro e o homem rico é mais uma das muitas parábolas de Jesus. Mas se examinarmos as outras parábolas de Jesus concluiremos que todas eram ilustrações baseadas em situações da vida real. Por exemplo, o filho pródigo retornou ao lar depois de esbanjar o seu dinheiro; um homem encontrou um tesouro enterrado num campo, o escondeu, e vendeu tudo o que possuía para comprar aquele campo; o rei que deu uma festa de casamento para seu filho; um senhor de escravos que viajou para o exterior e então voltou para sua casa e seus escravos; o homem que plantou uma vinha, arrendou-a, mas depois teve dificuldades em receber o que lhe era devido; e assim por diante. Aquele jovem realmente deixou a sua casa e esbanjou o dinheiro de sua herança, e Jesus usou a familiaridade que sua audiência tinha com tais circunstâncias para fazer ilustrações relacionadas ao reino. As pessoas realmente encontravam tesouros perdidos, davam festas de casamento, deixavam seus escravos encarregados de suas posses, enquanto viajavam, arrendavam vinhas, e assim por diante, e Jesus usou a familiaridade de seus ouvintes com estas coisas para ilustrar coisas espirituais. Assim, se a parábola de Lázaro e o homem rico é como as outras parábolas de Jesus, ele também deve ter usado uma circunstância real para ilustrar coisas espirituais. As pessoas devem realmente ter uma existência consciente depois da morte e algumas delas devem realmente estar "em tormentos", profundamente arrependidas de sua vida pregressa. A despeito do que a parábola ilustra, a história básica, como as outras histórias que Jesus contou, deve ter sido tirada da vida real. Lembrando o que a Bíblia nos revela a respeito da misericórdia, do amor e da compaixão de Jesus, nós sabemos que Deus não é nenhum monstro cruel e sem sentimentos que tem prazer em atormentar as pessoas. Se nós realmente o conhecemos, compreende-mos que ele é mais bondoso e amoroso que nós mesmos. Assim, se nós somos incapazes de conciliar a bondade de Deus com os ensinamentos de Jesus a respeito da condição dos mortos, o problema deve estarem nós mesmos, e na nossa compreensão limitada de Deus. Abraão enfrentou um problema similar quando soube que Deus ia fazer chover fogo e enxofre sobre Sodoma e Gomorra. Ele questionou até mesmo perguntando: "Não fará justiça o juiz de toda a terra?" (Gên. 18:25). Assim, uma pessoa que se irrita com os ensinamentos de Jesus deveria seguir o exemplo de Abraão levando a questão a Deus em oração e pedindo sua ajuda para confiar nele completamente, mesmo em questões que estão além do entendimento humano. Mas a solução não está em negar o que a Bíblia diz. Embora Jesus Cristo tenha sido a pessoa mais bondosa e amorosa que já andou na terra, ele também era quem mais tinha a dizer a respeito das coisas desagradáveis que as pessoas poderiam encontrar depois da morte. Disse, por exemplo: Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles ajuntarão do seu reino todos os que servem de tropeço, e os que praticam a iniqüidade, e lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá choro e ranger de dentes (M at. 13:41,42). E ele vos responderá: Não sei donde sois; apartai-vos de mim, vós todos os que praticais a iniqüidade. Ali haverá choro e ranger de dentes quando virdes Abraão, Isaque, Jacó e todos os profetas no reino de Deus, e vós lançados fora (Luc. 13:27,28). Assim será no fim do mundo: sairão os anjos, e separarão os maus dentre os justos, e lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá choro e ranger de dentes (Mat. 13:49,50). Ordenou então o rei aos servos: Amarrai-o de pés e mãos, e lançai-o nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes (Mat. 22:13). Virá o senhor daquele servo, num dia em que não o espera, e numa hora de que não sabe, e cortá-lo-á pelo meio, e lhe dará a sua parte com os hipócritas; ali haverá choro e ranger de dentes (Mat. 24:50,51). Virá o senhor desse servo num dia em que não o espera, e numa hora de que não sabe, e cortá-lo-á pelo meio, e lhe dará a sua parte com os infiéis. O servo que soube a vontade do seu senhor, e não se aprontou, nem fez conforme a sua vontade, será castigado com muitos açoites; mas o que não a soube, e fez coisas que mereciam castigo, com poucos açoites... (Luc. 12:46-48). E lançai o escravo imprestável na escuridão lá fora. Ali é onde haverá [seu] choro e ranger de [seus] dentes (Mat. 25:30, Tradução do Novo Mundo) . ... mas ai daquele por quem o Filho do homem é traído! bom seria para esse homem se não houvera nascido. [Nota do autor: Se ele não tivesse nascido, o traidor não existiria. Mas a não existência era melhor que a punição que agora está reservada para ele. Desta forma, a Torre de Vigia deve estar errada no seu ensinamento de que a morte de Judas o precipitou na não existência eterna.] (Mat. 26:24). ...melhor te é entrares com um olho no reino de Deus, do que seres com os dois olhos lançado no Geena, onde o seu gusano não morre e o fogo não se extingue (Mar.9:47,48, Tradução do Novo Mundo). Alegrai-vos naquele dia e pulai, pois eis que a vossa recompensa é grande nos céus... Mas ai de vós ricos, porque já tendes plenamente a vossa consolação. Ai de vós os que agora estais saciados, porque passareis fome. Ai de vós os que agora rides, porque pranteareis e chorareis (Luc.6:23-25, Tradução do Novo Mundo). Além disso, eu vos digo, meus amigos: Não temais os que matam o corpo e depois disso não podem fazer mais nada. Mas eu vos indicarei quem é para temer, temei aquele que, depois de matar, tem autoridade para lançar no Geena. Sim, eu vos digo, temei a Este (Luc. 12:4,5, Tradução do Novo Mundo). E na revelação que Jesus fez ao apóstolo João na sua velhice, a mensagem angélica do Senhor diz: Se alguém adorar a fera e a sua imagem e receber uma marca na sua testa ou na sua mão, beberá também do vinho da ira de Deus, derramado, não diluído, no copo do seu furor, e será atormentado com fogo e enxofre, à vista dos santos anjos e à vista do cordeiro. E a fumaça do tormento deles acende para todo o sempre, e não tem descanso, dia e noite... (Apoc. [ Revelação] 14:9-11, Tradução do Novo Mundo). Conclua perguntando à testemunha de Jeová: "Se alguém nunca ler uma publicação da Torre de Vigia, mas ler apenas as palavras de Jesus, no que ela acreditaria com respeito a este assunto? Em que os leitores da Bíblia acreditaram por muitos séculos antes que o fundador da Torre de Vigia, 'Pastor Russell, apresentasse no final dos anos 1800 a sua doutrina da não existência do inferno"? O Senhor usou linguagem figurativa - escuridão, fogo, tormento, exclusão - mas transmitiu claramente a idéia de que aqueles que são desobedientes vão encarar algum tipo de desprazer depois da morte, e que Jesus veio como Salvador para resgatar-nos de tal destino.
LUCAS 24:36-39
Enquanto ainda falavam destas coisas, ele mesmo estava de pé no meio deles... Mas visto que estavam apavorados, e tinham ficado amedrontados, imaginavam ver um espírito. De modo que lhes disse: Por que estais aflitos, e por que é que se levantam dúvidas nos vossos corações? Vede minhas mãos e meus pés, que sou eu mesmo, apalpai-me e vede porque um espírito não tem carne e osso assim como observais que eu tenho (Tradução do Novo Mundo). Em contraste com as palavras acima, extraídas de sua própria Bíblia, os líderes das Testemunhas de Jeová ensinam que o Cristo ressurrecto é um espírito e que: "O corpo humano, ao qual Jesus renunciou para sempre como um sacrifício redentor, foi despojado pelo poder de Deus, mas não pelo fogo do altar do templo de Jerusalém. A carne de um sacrifício é sempre despojada e tirada da existência, e assim não se corrompe" (Livro da Torre de Vigia Things in Which It Is Impossible for God to Lie [Coisas em Que É Impossível Que Deus Minta,], 1965, p. 354). Também dizem que: "Logo após a sua ressurreição, Jesus nem sempre apareceu no mesmo corpo [talvez para reforçar em suas mentes a idéia de que ele era um espírito]" (Livro da Torre de Vigia Reasoning from the Scriptures [Raciocínios a Base das Escrituras] ,1985, p. 335). Obviamente, a organização das testemunhas de Jeová usando estes argumentos poderia fazer com que acreditássemos o contrário do que dizem as Escrituras a esse respeito. Insiste que o corpo de Cristo não foi ressuscitado, mas destituído, e que ele se tornou um espírito. Se isto fosse verdade, então suas declarações em Lucas 24:36-39 teriam sido mentirosas; e quando ele mostrou aos discípulos as marcas dos pregos em suas mãos e pés, convidando--os a sentir a carne e ossos, teria sido um truque esperto para os enganar. Além de discutir os pontos acima, você pode também pedir à testemunha de Jeová que leia os versículos onde Jesus tinha predito o que aconteceria com seu corpo: "Em resposta, Jesus disse-lhes: 'Demoli este templo e em três dias o levantarei'. Os judeus disseram portanto: 'Este templo foi construído em quarenta e seis anos, e tu o levantarás em três dias?' Mas ele estava falando do templo do seu corpo" (João 2:19-21, Tradução do Novo Mundo). A testemunha tem uma escolha a fazer - acreditar no que Jesus disse a respeito de sua ressurreição corpórea, ou acreditar no que a Torre de Vigia diz.
É claro que, em algumas áreas, as testemunhas de Jeová acreditam no mesmo que os cristãos ortodoxos. Por exemplo, rejeitam corno pecado o sexo fora do casamento; aceitam o criacionismo bíblico que se opõe à teoria da evolução; e acreditam que a Bíblia é a palavra inspirada de Deus. Mas, em muitas outras áreas, suas doutrinas as colocam à parte e as marcam como praticantes de um culto pseudocristão - particularmente os ensinamentos da seita sobre as seguintes questões (para mais detalhes e textos bíblicos relacionados consulte o Índice de Assuntos):
Armagedom: Deus vai em breve travar guerra contra a humanidade, destruindo todos sobre a terra, exceto as testemunhas de Jeová. As igrejas cristãs, dizem, serão as primeiras a sofrer destruição.
Aniversários: Celebrar o dia do nascimento, de qualquer forma, é expressamente proibido. Até mesmo enviar um cartão de aniversário pode provocar uma ação imediata contra o ofensor determinada por um "Comitê Judicial" oficial. A punição é a "desassociação" (veja abaixo).
Transfusão de sangue: Na prática, do ponto de vista das testemunhas de Jeová, aceitar transfusão de sangue é um pecado mais sério do que o roubo ou o adultério. Ladrões e adúlteros são mais rapidamente perdoados pelos comitês judiciais da Torre de Vigia do que aqueles culpados de aceitar sangue. Uma testemunha de Jeová deve recusar sangue em toda e qualquer circunstância, mesmo quando esteja certa de que esta recusa resultará na morte. A organização também requer que os adultos recusem transfusões para seus filhos menores.
Cristianismo: Exceto por poucos e esparsos indivíduos que mantiveram a fé, o verdadeiro cristianismo desapareceu da terra logo após a morte dos doze apóstolos - de acordo com as testemunhas de Jeová. E não foi restaurado até que Charles Taze Russell fundou a sociedade Torre de Vigia no final da década de 1870. Quando Cristo voltou invisivelmente em 1914, encontrou o grupo de Russell fazendo o trabalho dos "servos sábios e fiéis" (Mat. 24:45) e os nomeou sobre todas as suas posses. Todas as outras igrejas e cristãos professos são, na verdade, instrumentos do diabo.
A Volta de Cristo: 0 Senhor voltou invisivelmente no ano de 1914 e tem estado presente desde então, governando como Rei através da Sociedade Torre de Vigia. Referências à segunda "volta" são traduzidas como "presença" na Bíblia das Testemunhas de Jeová.
A geração daqueles que testemunharam a volta invisível de Cristo em 1914 não vai morrer antes que venha o Armagedom (veja Mat. 24:34).
Cronologia: As testemunhas de Jeová acreditam que Deus tem um preciso cronograma para todos os acontecimentos passados e futuros, que estão unidos por simples fórmula matemática e são revelados à humanidade através da Sociedade Torre de Vigia. Os sete "dias" da criação em Gênesis tiveram a extensão de sete mil anos cada um, totalizando uma semana de quarenta e nove mil anos. Deus criou Adão no ano 4026 a.C. A criação de Eva pouco tempo depois marcou o fim do sexto dia da criação e o início do sétimo. Dessa forma, nós estamos agora aproximadamente no ano seis mil de um período de sete mil anos - o que significa que o Armagedom logo colocará um fim no governo humano que durou seis mil anos, abrindo o caminho para uma espécie de sábado - um período de mil anos de reinado de Cristo. Baseados nessa cronologia a organização das Testemunhas de Jeová promulgou um número de profecias específicas do final dos tempos.
Cruz: Segundo as testemunhas de Jeová, a cruz é um símbolo religioso pagão adotado pela igreja quando Satanás, o demônio, assumiu o controle da autoridade eclesiástica. A cruz não teve nada a ver com a morte de Jesus, já que as testemunhas de Jeová sustentam que ele foi pregado em um poste ereto e sem trave horizontal. As testemunhas de Jeová abominam a cruz e espera-se que os novos convertidos destruam quaisquer cruzes que possam ter, ao invés de simplesmente se disporem delas.
Deidade: Somente o Pai é Deus, e seus verdadeiros adoradores devem chamá-lo pelo nome de Jeová. As testemunhas de Jeová aprendem que Jesus Cristo foi meramente a manifestação do arcanjo Miguel em forma humana - não Deus, mas um mero ser criado. O Espírito Santo é apresentado não como Deus nem como uma pessoa, mas como uma "força ativa".
Desassociação: Esta é a punição para qualquer infração aos regulamentos da Sociedade Torre de Vigia. Ela consiste num decreto público, anunciado em audiência em um Salão do Reino e proibindo toda associação ou comunhão com o ofensor. As outras testemunhas de Jeová são proibidas até mesmo de cumprimentá-lo caso se encontrem com o ofensor na rua. As únicas exceções dizem respeito aos membros da família do ofensor. Eles podem conduzir "negócios necessários" com a pessoa desassociada, e aos anciãos que podem falar com ela, caso esta os aborde penitentemente em busca de reconciliação.
Céu: Apenas 144 mil indivíduos vão para o céu. Esse "pequeno rebanho" começou com os doze apóstolos, o número foi completado no ano de 1935. Aproximadamente nove mil anciãos das Testemunhas de Jeová são o remanescente na terra hoje, dos que irão para o céu. O restante das testemunhas de Jeová espera viver na terra para sempre.
Inferno: Segundo a diretriz de seu fundador, Charles T. Russell, a Sociedade Torre de Vigia ainda ensina que o hades é meramente a sepultura, que o fogo do Geena desintegra instantaneamente suas vítimas, transformando-as em nada, e que não há existência consciente para os mortos até o tempo de sua ressurreição corpórea.
Dias Santos: A celebração de qualquer "dia santo mundano" é expressamente proibida para as testemunhas de Jeová. Essa proibição se aplica aos dias patrióticos, Dia dos Namorados, Dia dos Mortos, Natal, Páscoa, Ano Novo, Dia de Ação de Graças, Sexta Feira Santa e assim por diante - até mesmo o Dia das Mães e o Dia dos Pais são proibidos! Mesmo que uma "origem pagã" não possa ser descoberta como base para banir a observância de certa data comemorativa, o simples fato de que as "pessoas do mundo" celebram essas datas é razão suficiente para que as testemunhas de Jeová não as celebrem.
Espírito Santo: O Espírito Santo não é nem Deus nem uma pessoa, segundo os ensinamentos da Torre de Vigia. É simplesmente uma "força atuante" impessoal que Deus usa para fazer a sua vontade.
Esperança: As testemunhas de Jeová acreditam que Deus parou de chamar cristãos para a esperança celestial em 1935. Desde então, ele tem oferecido às pessoas a oportunidade de viver eternamente na terra. ("Milhões que agora vivem jamais morrerão" - é um slogan familiar das testemunhas de Jeová.) Deus vai destruir todas as outras pessoas no planeta, deixando apenas as testemunhas de Jeová, e ele vai restaurar o paraíso do Jardim do Éden em todo o mundo.
Jesus Cristo: Na teologia da Torre de Vigia, Jesus Cristo é um mero anjo - o primeiro criado por Deus, quando começou a criar os anjos. As testemunhas de Jeová identificam Cristo como Miguel, o arcanjo, embora elas chamem Jesus "o Filho do Homem" - "porque a primeira pessoa espiritual criada por Deus era para ele como um filho primogênito". (Livrete da Torre de Vigia, Enjoy Life on Earth Forever! [Goze a Vida na Terra Para Sempre!], p. 14, 1982). Elas também o chamam de "o deus", e traduzem João 1:1 de acordo com essa idéia em suas Bíblias.
A Organização: As testemunhas de Jeová acreditam que Deus estabeleceu a sociedade Torre de Vigia como seu canal de comunicação para reunir aqueles, dentre toda a humanidade, que serão salvos. Como agência visível do reino de Deus na terra, essa organização exerce plena autoridade governamental sobre seus seguidores - ela promulga leis, julga os violadores, dirige as escolas do reino e assim por diante ‑ paralelamente ao governo secular. Se existir qualquer conflito entre a organização e o governo secular, é a organização que deve ser obedecida.
As Testemunhas de Jeová refutadas versículo por versículo no Antigo Testamento
GÊNESIS 1:1,2
No princípio criou Deus os céus e a terra. Ora, a terra mostrava ser sem forma e vazia; e havia escuridão sobre a superfície da água de profundeza; e a força ativa de Deus movia-se por cima da superfície das águas. (Tradução do Novo Mundo, grifo acrescentado.) As testemunhas de Jeová usam este versículo para atacar a fé cristã na questão da personalidade do Espírito Santo. A maioria das traduções do versículo 2 dizem que "o Espírito de Deus pairava sobre as águas". Mas a sociedade Torre de Vigia tem ensinado a seus seguidores que o Espírito Santo é meramente uma força impessoal a serviço de Deus. Para provar isto a seus ouvintes as testemunhas de Jeová citam este versículo segundo a Tradução do Novo Mundo. Esta é uma situação na qual uma testemunha de Jeová não precisa distorcer as Escrituras para encaixar as doutrinas que aprendeu. O versículo vem pré-distorcido em sua própria Tradução do Novo Mundo. (Veja o capítulo 2.) Em outros textos, a tradução da Torre de Vigia fala do "espírito santo", escrito em minúsculas. Para responder à alegação da testemunha de Jeová de que o Espírito Santo é uma mera força impessoal, enfatize que a Bíblia repetidamente se refere ao Espírito Santo como tendo atributos pessoais. Por exemplo, mesmo a Tradução do Novo Mundo revela que o Espírito Santo fala (At. 13:2), dá testemunho (João 15:26), fala as coisas que ouve (João 16:13), sente-se magoado (Is. 63:10) e assim por diante. Para mais considerações sobre o Espírito, veja: João 16:13; Atos 5:3,4; Romanos 8:26,27; 1 Coríntios 6:19; e o Índice de Assuntos.
GÊNESIS 9:4
Carne, porém, com sua vida, isto é, com seu sangue, não comereis (Imprensa Bíblica Braseira). Este versículo é o primeiro de muitos versículos das Escrituras que as testemunhas de Jeová usam para advogar a proibição feita a transfusões de sangue. A organização ensina que a transfusão de sangue é o mesmo que comer sangue, porque assemelha-se à alimentação intravenosa. De acordo com isso a sociedade Torre de Vigia proíbe transfusões de sangue para os seus seguidores. Uma testemunha de Jeová que aceite transfusão de sangue pode aguardar uma intimação para comparecer perante um Comitê Judicial para ser julgada, a portas fechadas, pela violação "da lei de Deus". A punição, se a pessoa for considerada culpada, é a "desassociação", por meio da qual o indivíduo é evitado pela própria família e amigos, que são proibidos até mesmo de cumprimentar o ofensor. As testemunhas de Jeová são muito radicais neste assunto. Elas preferem morrer a aceitar uma transfusão para repor o sangue perdido em uma operação ou acidente. E fazem o mesmo com respeito a seus filhos menores. A maioria das testemunhas de Jeová carrega uma plaqueta em suas bolsas ou no pulso, afirmando a sua recusa em receber sangue e instruindo o pessoal médico de emergência a não administrar uma transfusão de sangue se a testemunha de Jeová estiver inconsciente. Esta plaqueta é um documento legal, assinado pela testemunha de Jeová que a carrega e por duas outras pessoas. As testemunhas de Jeová reconhecem que a sua é a única religião que se posiciona contra a transfusão de sangue, embora não ocorra a elas que este fato é, em si mesmo, a demonstração que a sua doutrina não se baseia realmente na Bíblia. Ninguém mais, que tenta seguir a Bíblia como um guia para sua vida, proíbe a transfusão de sangue - e mesmo a sociedade Torre de Vigia não havia promulgado esta doutrina até 1944. A maioria das testemunhas de Jeová ignora que a sua liderança, no passado, introduziu outras proibições médicas, mudando de idéia mais tarde. Em 1967, por exemplo, eles proibiram o transplante de órgãos. Os seguidores deveriam preferir a cegueira a aceitar um transplante de córnea, ou morrer a se submeter a um transplante de rim. Mas, depois, em 1980, os líderes reverteram este ensinamento permitindo os transplantes novamente (A Sentinela 15/11/67, p. 702-704; Despertai! 08/06/68, p. 21; e A Sentinela 15/03/80, p.31, edições norte-americanas). Além disso, entre os anos 1931 e 1952 as testemunhas de Jeová recusaram aceitar a vacinação para si mesmas e para seus filhos porque a organização ensinava que: "A vacinação é uma violação direta da aliança eterna estabelecida por Deus..." (The Golden Age, 04/ 02/31, p.293). Embora as testemunhas de Jeová tentem citar as Escrituras para apoiar a sua posição contra a transfusão de sangue, a razão real desta posição é a obediência cega à Sociedade Torre de Vigia. Se a organização suspender esta proibição amanhã, as testemunhas de Jeová aceitarão livremente as transfusões, da mesma forma que fizeram vista grossa quando foi liberada a vacinação em 1952 e permitido o transplante de órgão em 1980. (Veja também os comentários sobre Levítico 7: 26,27 e Atos 12:28,29.)
ECLESIASTES 9:5
Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco têm eles daí em diante recompensa; porque a memória ficou entregue ao esquecimento. Este versículo é freqüentemente usado pelas testemunhas de Jeová para argumentar que a morte traz aniquilação total da existência. Para apoiar essa idéia de forma ainda mais conclusiva, a Tradução da Torre de Vigia diz: "Pois os viventes estão cônscios de que morrerão, os mortos porém não estão cônscios de absolutamente nada..." Se este versículo for simplesmente tirado de seu contexto e citado como prova, tem-se a impressão de que as testemunhas de Jeová estão certas. Mas tirar esta passagem de seu contexto pode ser muito perigoso. Uma ilustração perfeita é o caso de certo cirurgião de transplantes que, falando a repórteres sobre um procedimento cirúrgico que estava advogando, citou as Escrituras: "Pele por pele! Tudo quanto o homem tem dará pela sua vida". Quando eu li a narrativa no jornal, fiquei perturbado pelo uso que fazia do versículo, e, conferindo, descobri que as minhas suspeitas estavam corretas - ele citava o demônio! No contexto, o versículo diz: "Então Satanás respondeu ao Senhor: Pele por pele! Tudo quanto o homem tem dará pela sua vida" (Jó 2:4). Além de apresentar o ponto de vista de Deus, a Bíblia também relata muitas coisas ditas e feitas por outras pessoas, algumas boas e outras não tão boas. Ela apresenta os pontos de vista humanos e até mesmo os pontos de vista do demônio, como mencionado acima. Se estudarmos atentamente Cantares de Salomão, encontrado na maior parte das Bíblias logo depois de Eclesiastes, vamos descobrir que este livro é na verdade uma conversa que envolve, pelo menos, três diferentes pessoas, embora elas não estejam claramente identificadas no texto. Seria possível dizer coisa semelhante sobre Eclesiastes? Os eruditos reconhecem que este é um livro muito difícil de ser entendido. Mas, aparentemente, o escritor inspirado de Eclesiastes está apresentando um contraste entre pontos de vista: o secular, o ponto de vista materialista, versus o celestial e espiritual. O livro se desenvolve como um debate em andamento que acontece na mente do escritor. O ponto de vista divino triunfa no final, com a admoestação de Eclesiastes 12: "Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade... Tudo já foi ouvido: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é todo o dever do homem" (Ecl.12:1,13). Mas e as partes que antecedem este capítulo? Os primeiros versículos de Eclesiastes 9 parecem refletir o lado secular da batalha. Não apenas o escritor diz no versículo 5 que os mortos não sabem nada, mas também acrescenta "para sempre em coisa alguma do que se faz debaixo do sol" (v. 6). (Pergunte à testemunha de Jeová se ela acredita que os mortos se foram para sempre. Ela irá responder não, porque acredita em uma futura ressurreição para esta terra debaixo do sol.). O versículo 2 expressa o seguinte pensamento: "Tudo sucede igualmente a todos: o mesmo sucede ao justo e ao ímpio, ao bom e ao mau, ao puro e ao impuro...", uma idéia contraditória ao resto das Escrituras. (Pergunte à testemunha de Jeová se ela acredita que irá receber o mesmo destino, se for justa ou ímpia. Sua resposta terá que ser não.) Nós podemos concluir que o versículo 5 está localizado no meio de uma seção que expressa o ponto de vista secular, descrente - não o ponto de vista de Deus. Qual é o ponto de vista de Deus? Obviamente, Deus sabe se os mortos são ou não cônscios. E ele colocou nas Escrituras um número de referências indicando a resposta. Leia estes versículos com a testemunha de Jeová, perguntando a ela o que cada um deles revela sobre a condição dos mortos: E quando abriu o quinto selo, vi por baixo do altar as almas dos que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa da obra de testemunho que costumavam ter. E gritaram com voz alta dizendo: Até quando, Soberano Senhor, santo e verdadeiro, abster-se-á de julgar e vingar o nosso sangue dos que moram na terra? E a cada um deles foi dada uma comprida veste branca; e foi-lhes dito que descansassem mais um pouco, até que completasse o número dos seus co-escravos e dos seus irmãos, que estavam para ser mortos assim como eles também tinham dito (Rev. 6:9-11 [Apocalipse] Tradução do Novo Mundo). Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor; todavia, por causa de vós, julgo mais necessário permanecer na carne (Fil. 1:23,24). Jesus disse: Veio a morrer o mendigo, e foi levado pelos anjos para o seio, de Abraão; morreu também o rico, e foi sepultado. No hades, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe a Abraão, e a Lázaro no seu seio (Luc. 16:22,23). (Veja também as considerações sobre Salmo 37:9,11,29, 146:3,4; Ezequiel18:4;e Lucas 16:22-28.)
ISAÍAS 9:6
Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte Pai Eterno, Príncipe da Paz (Imprensa Bíblica Brasileira). As testemunhas de Jeová não questionam que este versículo fale profeticamente de Jesus Cristo, identificando-o como "Deus Poderoso" (Tradução do Novo Mundo). Mas elas acreditam que o Filho é meramente "um deus" - um dos "muitos deuses e muitos senhores" (1 Cor. 8:5, Tradução do Novo Mundo) - assim como Satanás, o demônio, é chamado de "o deus deste sistema de coisas" (II Cor. 4:4, Tradução do Novo Mundo). Elas vêem Jesus Cristo como um ser criado, um anjo. Segundo a teologia da Torre de Vigia, ele, definitivamente, não é o Poderoso Deus Jeová. '' As Testemunhas de Jeová na realidade têm dois deuses, um "Todo-Poderoso Deus", Jeová - e um "poderoso deus", Jesus Cristo. Na prática, no entanto, Jeová recebe toda adoração, e Jesus é apenas chamado de "um deus", por concessão. Você pode começar perguntando à testemunha de Jeová se ela acredita que há apenas um Deus verdadeiro. Ela irá responder "sim". Pergunte-lhe quem é ele, e lhe irá responder "Jeová". Então peça-lhe que leia Isaías 9:6, e pergunte quem é o Deus Poderoso mencionado ali - "o menino que nos nasceu... um filho que se nos deu" (Tradução do Novo Mundo). Ela irá admitir que Jesus é o Deus Poderoso. Então pergunte-lhe se Jesus é o Deus verdadeiro. Ela responderá: "não!" - que Jesus é meramente "um deus". Neste momento, pondere com a testemunha que sua teologia leva a uma de duas conclusões: (1) não sendo o Deus verdadeiro, Jesus teria que ser um falso deus, ou (2) as testemunhas de Jeová tem dois Deuses verdadeiros. Agora volte-se para a Bíblia para mostrar às testemunhas de Jeová que o Deus Poderoso e o Deus Todo-Poderoso são o mesmo. Primeiro, mostre que o Cristo ressurreto não é apenas poderoso, mas é Todo-Poderoso; segundo, mostre que Jeová, o Deus Todo Poderoso, é também chamado de Deus Poderoso. Primeiro: Peça à testemunha que leia em Hebreus 1:3 que Jesus Cristo está "sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder". Como poderia alguém ser mais todo poderoso? Então volte-se para Mateus 28:18 e mostre que Jesus Cristo "tem toda autoridade" (Tradução do Novo Mundo) ou "todo poder... no céu e na terra". Por definição, isto é o que a expressão todo poderoso significa. Desta maneira, Jesus é todo poderoso. Segundo: Pergunte à testemunha: "já que Isaías era um judeu e por isso acreditava em um único Deus - Jeová - quem Isaías acreditava ser o Deus Todo-Poderoso?" Certamente, Isaías entendia que o Deus Todo-Poderoso era Jeová. Em seguida, convide a testemunha a ler Isaías 10:20, 21 em sua própria Tradução do Novo Mundo: "...os restantes de Israel... certamente se apoiarão em Jeová, o Santo de Israel, em veracidade. Um mero restante retornará, o restante de Jacó, ao Deus Poderoso". Sim, a palavra inspirada escrita através de Isaías chama Jeová de "o Deus Poderoso". Finalmente, para reforçar este ponto, peça à testemunha que abra sua Bíblia em sua própria Tradução do Novo Mundo. Mas antes que ela leia, lembre-lhe que a Torre de Vigia ensina que o Deus Poderoso e o Deus Todo-Poderoso são diferentes - Jesus sendo o Deus Poderoso e Jeová o Todo-Poderoso. Então peça-lhe que leia o que Jeremias escreveu sobre "o verdadeiro Deus, o Grande, o Poderoso, cujo nome é Jeová dos exércitos..." (Jer. 32:18, Tradução do Novo Mundo). Então, uma vez que Jesus é o Deus Poderoso, e Jeová é o Deus Poderoso, quem é Jesus? (Deixe as testemunhas de Jeová chegarem à inescapável conclusão em suas próprias mentes que Jesus é Jeová). (Veja também as nossas considerações sobre João 1:1, 20:28 e Apocalipse 1:7,8.)
As Testemunhas de Jeová refutadas versículo por versículo no Novo Testamento
MATEUS 3:11
[João Batista disse:] "Ele vos batizará no Espírito Santo, e em fogo". Segundo o livro da Sociedade Torre de Vigia de 1982, You Can Live Forever in Paradise on Earth, (Poderá Viver Para Sempre no Paraíso na Terra), (p.40), "João, o Batista, disse que Jesus iria batizar no espírito santo, assim como João havia batizado em água. Assim, da mesma maneira que a água não é uma pessoa, o espírito santo também não é uma pessoa" (Mat. 3:11). Qual a validade do arrazoado das testemunhas de Jeová contra a personalidade do Espírito Santo? Não é válido de forma alguma! - porque o mesmo "argumento do batismo" poderia ser usado contra a personalidade de Jesus Cristo, que obviamente andou na terra como uma pessoa. Por exemplo, Romanos 6:3 diz: " Ou, porventura, ignorais que todos quantos fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? (grifo acrescentado). "Da mesma forma que a morte não é uma pessoa, Jesus Cristo também não é uma pessoa" - este argumento poderia também ser usado. Gálatas 3:27 diz que: "Porque todos quantos fostes batizados em Cristo vos revestistes de Cristo". Aqui, o raciocínio poderia ser: "Já que as pessoas podem ser batizadas em Cristo e revestidas de Cristo, ele não pode ser uma pessoa". Estas comparações contestam a personalidade de Cristo? Não! Então o "argumento do batismo" também não contesta a personalidade do Espírito Santo. (Veja também as considerações sobre o "derramamento" e o "enchimento" com o Espírito Santo em Atos 2:4. Para mais evidências da personalidade e divindade do Espírito Santo, veja também João 16:13; Atos 5:3, 4; Romanos 8.26,27; e I Coríntios 6:19.)
LUCAS 16:22-24, 27 e 28
Ora, no decorrer do tempo, morreu o mendigo e foi carregado pelos anjos para [a posição] junto ao seio de Abraão. Também, o rico morreu e foi enterrado. E no hades ele ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu Abraão de longe, e Lázaro com ele (na posição junto). Por isso clamou e disse: "Pai Abraão, tem misericórdia de mim e manda que Lázaro mergulhe a ponta do seu dedo em água e refresque a minha língua, porque estou em angústia neste fogo intenso... peço-te, pai, que o envies à casa de meu pai, pois, tenho cinco irmãos, a fim de que lhes dê um testemunho cabal, para que não cheguem a entrar neste lugar de tormento (Tradução do Novo Mundo). As testemunhas de Jeová acreditam no ensinamento de sua organização de que o hades é simplesmente a sepultura e que não há existência consciente depois da morte até a futura ressurreição. Mas, já que as palavras de Jesus nos versículos acima realmente falam de tal existência consciente, a Sociedade Torre de Vigia tem que fazer alguma coisa para negar tais palavras. Assim, elas ponderam que esta narrativa é uma parábola, ou ilustração, e aplicam um significado simbólico para tudo o que acontece nesta história. Segundo a Torre de Vigia, Lázaro representa os discípulos de Jesus, e o homem rico os líderes religiosos judeus, a morte de cada um representa uma mudança nas condições de cada um destes grupos aqui na terra, e os tormentos do homem rico representam a maneira pela qual os líderes religiosos judeus ficaram expostos devido aos ensinamentos dos apóstolos. Assim, Jesus não estava falando sobre a condição dos mortos em Lucas 16, segundo a Sociedade Torre de Vigia. Os cristãos, de maneira geral também, concordaram que a história de Lázaro e o homem rico é mais uma das muitas parábolas de Jesus. Mas se examinarmos as outras parábolas de Jesus concluiremos que todas eram ilustrações baseadas em situações da vida real. Por exemplo, o filho pródigo retornou ao lar depois de esbanjar o seu dinheiro; um homem encontrou um tesouro enterrado num campo, o escondeu, e vendeu tudo o que possuía para comprar aquele campo; o rei que deu uma festa de casamento para seu filho; um senhor de escravos que viajou para o exterior e então voltou para sua casa e seus escravos; o homem que plantou uma vinha, arrendou-a, mas depois teve dificuldades em receber o que lhe era devido; e assim por diante. Aquele jovem realmente deixou a sua casa e esbanjou o dinheiro de sua herança, e Jesus usou a familiaridade que sua audiência tinha com tais circunstâncias para fazer ilustrações relacionadas ao reino. As pessoas realmente encontravam tesouros perdidos, davam festas de casamento, deixavam seus escravos encarregados de suas posses, enquanto viajavam, arrendavam vinhas, e assim por diante, e Jesus usou a familiaridade de seus ouvintes com estas coisas para ilustrar coisas espirituais. Assim, se a parábola de Lázaro e o homem rico é como as outras parábolas de Jesus, ele também deve ter usado uma circunstância real para ilustrar coisas espirituais. As pessoas devem realmente ter uma existência consciente depois da morte e algumas delas devem realmente estar "em tormentos", profundamente arrependidas de sua vida pregressa. A despeito do que a parábola ilustra, a história básica, como as outras histórias que Jesus contou, deve ter sido tirada da vida real. Lembrando o que a Bíblia nos revela a respeito da misericórdia, do amor e da compaixão de Jesus, nós sabemos que Deus não é nenhum monstro cruel e sem sentimentos que tem prazer em atormentar as pessoas. Se nós realmente o conhecemos, compreende-mos que ele é mais bondoso e amoroso que nós mesmos. Assim, se nós somos incapazes de conciliar a bondade de Deus com os ensinamentos de Jesus a respeito da condição dos mortos, o problema deve estarem nós mesmos, e na nossa compreensão limitada de Deus. Abraão enfrentou um problema similar quando soube que Deus ia fazer chover fogo e enxofre sobre Sodoma e Gomorra. Ele questionou até mesmo perguntando: "Não fará justiça o juiz de toda a terra?" (Gên. 18:25). Assim, uma pessoa que se irrita com os ensinamentos de Jesus deveria seguir o exemplo de Abraão levando a questão a Deus em oração e pedindo sua ajuda para confiar nele completamente, mesmo em questões que estão além do entendimento humano. Mas a solução não está em negar o que a Bíblia diz. Embora Jesus Cristo tenha sido a pessoa mais bondosa e amorosa que já andou na terra, ele também era quem mais tinha a dizer a respeito das coisas desagradáveis que as pessoas poderiam encontrar depois da morte. Disse, por exemplo: Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles ajuntarão do seu reino todos os que servem de tropeço, e os que praticam a iniqüidade, e lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá choro e ranger de dentes (M at. 13:41,42). E ele vos responderá: Não sei donde sois; apartai-vos de mim, vós todos os que praticais a iniqüidade. Ali haverá choro e ranger de dentes quando virdes Abraão, Isaque, Jacó e todos os profetas no reino de Deus, e vós lançados fora (Luc. 13:27,28). Assim será no fim do mundo: sairão os anjos, e separarão os maus dentre os justos, e lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá choro e ranger de dentes (Mat. 13:49,50). Ordenou então o rei aos servos: Amarrai-o de pés e mãos, e lançai-o nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes (Mat. 22:13). Virá o senhor daquele servo, num dia em que não o espera, e numa hora de que não sabe, e cortá-lo-á pelo meio, e lhe dará a sua parte com os hipócritas; ali haverá choro e ranger de dentes (Mat. 24:50,51). Virá o senhor desse servo num dia em que não o espera, e numa hora de que não sabe, e cortá-lo-á pelo meio, e lhe dará a sua parte com os infiéis. O servo que soube a vontade do seu senhor, e não se aprontou, nem fez conforme a sua vontade, será castigado com muitos açoites; mas o que não a soube, e fez coisas que mereciam castigo, com poucos açoites... (Luc. 12:46-48). E lançai o escravo imprestável na escuridão lá fora. Ali é onde haverá [seu] choro e ranger de [seus] dentes (Mat. 25:30, Tradução do Novo Mundo) . ... mas ai daquele por quem o Filho do homem é traído! bom seria para esse homem se não houvera nascido. [Nota do autor: Se ele não tivesse nascido, o traidor não existiria. Mas a não existência era melhor que a punição que agora está reservada para ele. Desta forma, a Torre de Vigia deve estar errada no seu ensinamento de que a morte de Judas o precipitou na não existência eterna.] (Mat. 26:24). ...melhor te é entrares com um olho no reino de Deus, do que seres com os dois olhos lançado no Geena, onde o seu gusano não morre e o fogo não se extingue (Mar.9:47,48, Tradução do Novo Mundo). Alegrai-vos naquele dia e pulai, pois eis que a vossa recompensa é grande nos céus... Mas ai de vós ricos, porque já tendes plenamente a vossa consolação. Ai de vós os que agora estais saciados, porque passareis fome. Ai de vós os que agora rides, porque pranteareis e chorareis (Luc.6:23-25, Tradução do Novo Mundo). Além disso, eu vos digo, meus amigos: Não temais os que matam o corpo e depois disso não podem fazer mais nada. Mas eu vos indicarei quem é para temer, temei aquele que, depois de matar, tem autoridade para lançar no Geena. Sim, eu vos digo, temei a Este (Luc. 12:4,5, Tradução do Novo Mundo). E na revelação que Jesus fez ao apóstolo João na sua velhice, a mensagem angélica do Senhor diz: Se alguém adorar a fera e a sua imagem e receber uma marca na sua testa ou na sua mão, beberá também do vinho da ira de Deus, derramado, não diluído, no copo do seu furor, e será atormentado com fogo e enxofre, à vista dos santos anjos e à vista do cordeiro. E a fumaça do tormento deles acende para todo o sempre, e não tem descanso, dia e noite... (Apoc. [ Revelação] 14:9-11, Tradução do Novo Mundo). Conclua perguntando à testemunha de Jeová: "Se alguém nunca ler uma publicação da Torre de Vigia, mas ler apenas as palavras de Jesus, no que ela acreditaria com respeito a este assunto? Em que os leitores da Bíblia acreditaram por muitos séculos antes que o fundador da Torre de Vigia, 'Pastor Russell, apresentasse no final dos anos 1800 a sua doutrina da não existência do inferno"? O Senhor usou linguagem figurativa - escuridão, fogo, tormento, exclusão - mas transmitiu claramente a idéia de que aqueles que são desobedientes vão encarar algum tipo de desprazer depois da morte, e que Jesus veio como Salvador para resgatar-nos de tal destino.
LUCAS 24:36-39
Enquanto ainda falavam destas coisas, ele mesmo estava de pé no meio deles... Mas visto que estavam apavorados, e tinham ficado amedrontados, imaginavam ver um espírito. De modo que lhes disse: Por que estais aflitos, e por que é que se levantam dúvidas nos vossos corações? Vede minhas mãos e meus pés, que sou eu mesmo, apalpai-me e vede porque um espírito não tem carne e osso assim como observais que eu tenho (Tradução do Novo Mundo). Em contraste com as palavras acima, extraídas de sua própria Bíblia, os líderes das Testemunhas de Jeová ensinam que o Cristo ressurrecto é um espírito e que: "O corpo humano, ao qual Jesus renunciou para sempre como um sacrifício redentor, foi despojado pelo poder de Deus, mas não pelo fogo do altar do templo de Jerusalém. A carne de um sacrifício é sempre despojada e tirada da existência, e assim não se corrompe" (Livro da Torre de Vigia Things in Which It Is Impossible for God to Lie [Coisas em Que É Impossível Que Deus Minta,], 1965, p. 354). Também dizem que: "Logo após a sua ressurreição, Jesus nem sempre apareceu no mesmo corpo [talvez para reforçar em suas mentes a idéia de que ele era um espírito]" (Livro da Torre de Vigia Reasoning from the Scriptures [Raciocínios a Base das Escrituras] ,1985, p. 335). Obviamente, a organização das testemunhas de Jeová usando estes argumentos poderia fazer com que acreditássemos o contrário do que dizem as Escrituras a esse respeito. Insiste que o corpo de Cristo não foi ressuscitado, mas destituído, e que ele se tornou um espírito. Se isto fosse verdade, então suas declarações em Lucas 24:36-39 teriam sido mentirosas; e quando ele mostrou aos discípulos as marcas dos pregos em suas mãos e pés, convidando--os a sentir a carne e ossos, teria sido um truque esperto para os enganar. Além de discutir os pontos acima, você pode também pedir à testemunha de Jeová que leia os versículos onde Jesus tinha predito o que aconteceria com seu corpo: "Em resposta, Jesus disse-lhes: 'Demoli este templo e em três dias o levantarei'. Os judeus disseram portanto: 'Este templo foi construído em quarenta e seis anos, e tu o levantarás em três dias?' Mas ele estava falando do templo do seu corpo" (João 2:19-21, Tradução do Novo Mundo). A testemunha tem uma escolha a fazer - acreditar no que Jesus disse a respeito de sua ressurreição corpórea, ou acreditar no que a Torre de Vigia diz.
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